Estou namorando um homem mais velho

Nas relações subsequentes com homens mais velhos, eu também nunca senti um desequilíbrio de poder, e eu também não sinto com o homem que estou namorando agora (embora ele seja apenas 13 anos ... Preciso da ajuda de vcs, eu realmente não tenho a quem perguntar. Eu sou maior de idade e estou namorando um homem muito mais velho que eu. Ele é bem desconfiado e ciumento mas este não é o meu problema. O problema é que minha familia não vai aceitar nossa relação por conta da nossa grande difenrença de idade e eu não quero bater de frente com eles, e eu tenho medo de ao terminar com ... As coisas podem ficar um pouco mais complicadas, no entanto, quando você namorar um homem mais velho. Se você está em um relacionamento com um cara assim e precisa de conselhos sobre isso, aqui estão alguns que podem ajudar. Fique tranquila que esse tipo de atitudes os homens mais velhos com certeza vão valorizar. 1. Nunca tente muda-lo Estou namorando um homem de 49 anos, tenho 19 anos...Eu gosto dele e sinto atração por ele mas as vezes fico com dúvida, talvez ele queira apenas usar e abusar..O que acham? ... Tem que ter estômago forte, ou muita baixa auto estima e carência pra encarar um homem velho de mais 2 comentários curtir (5) 0 anônima 15/09/2018 15h27. Jamais ... Estou ficando com um homem 12 anos mais velho que eu, é a primeira vez que fico com um cara mais maduro. Nos conhecemos na internet, mas como eu estou nessa fase de não conseguir acreditar em ninguém, eu sabia que só iria ser só sexo mesmo, sem envolver sentimentos. Se o homem é de apenas 4 ou 5 anos mais velho do que a mulher que ele está namorando, então temos a tendência de pensar neles como sendo a “mesma idade.” Isto não é assim para as mulheres, onde não é raro ouvir uma mulher dizer que ela está namorando um homem mais jovem, mesmo se ela é de apenas 2 ou 3 anos mais velha que ele. Estou namorando um homem 19 anos mais velho que eu. No início tinha bastante receio, pois achei que teríamos problemas por conta disso. Na verdade está sendo um dos meus melhores namoros, ele é maduro, decidido, positivo e muito carinhoso comigo, me dá ótimos conselhos sobre a vida e está sempre cuidando de mim. ... estou namorando um homem 21 anos mais velho do que eu, ele é super gente boa, ele não é nada bonito, mas ele me completa. no meu caso ele é rico as pessoas acham que eu estou com ele por interesse, mas não é. jáfiquei com caras da minha idade, eles não me deram valor como este que estou, o importante é que eu e ele estamos felizes um ... tenho um relacionamento a pouco mais de 6 meses com um homem 20 anos mais velho e eu tenho 27 anos. Somos namorados, no entanto ele mudou muito comigo me evitando em tudo na vida dele e entre nós e agora estou em um beco sem saída porque amo de mais ele e por esse amor pretendia casar e esta com ele como uma boa esposa. Oi pastor estou namorando um homem bem mais velho que eu e vi a matéria que destacou aqui. Pastor parece que os dois se amam. e as críticas parece que são mais pelo passado da moça do que pela idade. E se as pessoas criticam mas os dois se amam não é o que vale? Depois que li tudo fiquei ansiosa, quero casar com meu namorado mas fico ...

eu sou babaca por abandona minha mãe, e minha irma pequena.

2020.07.23 20:57 dudundunu eu sou babaca por abandona minha mãe, e minha irma pequena.

ola editores turma do 6 andar turma que esta a ver gatas e luba, bem meu nome é Guilherme Henrique, e tenho 12 anos atualmente ''não precisa de censura sr editor mas você que sabe'' bem eu nunca tive uma boa relação com minha mãe, então vamos começas do começo, meu pai sempre foi um homem bom já minha mãe não, ela fumava e bebia antes dos 18 e um dia minha mãe conheceu meu pai, em uma festa e eles fizeram coisas e com isso minha mãe engravidou, e por isso minha vó materna teve a ideia de me ''vender'' motivo ela me daria a um advogado, e ele pagaria tratamentos médicos por toda vida da minha vó materna minha mãe estava de acordo mas minha vó paterna não aceito e com isso, teve varias brigas e no final dessas briga elas resolveram aceita o filho ou seja eu, meu pai estava apenas vendo a desgraça toda, sem interferi bem 1 semana apos meu nascimento minha vou materna, expulsou minha mãe de casa, e pagou para ela ir para uma cidade longe de la e eu cresci na pobreza, sem ver minha mãe porque ela trabalha das 6 da manha ate as 7 da noite pra ganha pouca coisa e um dia ela não conseguiu mas nos sustentar, e com isso ela me mandou para morar com minha vó paterna, isso tudo ate meus 4 anos, e depois disso eu comecei a crescer com minha vó materna, pai, tia e vô paterno eles ma acolheram, e se passou muito tempo, aos meus 8 anos eu sofria racismo e preconceito por não morar com a mãe me chamavam de sem mãe mas eu tinha minha auto estima e amo a minha mãe e aos meus 8 anos minha mãe volta! e com um ''padrasto'' eles apenas estavam namorando mas já moravam juntos e quando ela voltou a minha cidade eu comecei a morar com ela e agora que começa a desgraça, minha mãe e padrasto traficavam, e usavam drogas e eu via tudo, no meu aniversario de aniversario de 9 anos ela roubou uma cadeira! e escondeu de todos, menos de min e eu sabia que ela estava mentindo e bem ate meus 10 anos meu padrasto me dava croques e dizia, que minha mãe devia me bater mesmo, por não fazer oque ele queria ou seja desafios, minha mãe se drogava embebedava e me espancava, eu era magro motivo ela n fazia comida boa, e nem muita eu comia 4 pratos na escola pra n comer aquela comida ruim, final do anos virei a noite em uma balada e eu só queria ir para casa no inicio do ano meu padrasto saio da cidade e logo depois foi preso motivo trafico de drogas e roubo de carro, e passei a morar só com minha mãe observação minha irma já tinha nascido e era tratada como rainha, por minha mãe bem como minha mãe me espancava e eu era magro eu era muito depressivo, tinha medo de ser morto coisa que eu tenho medo mesmo, e eu escondia meus hematomas usando blusa de frio no calor! mas um dia ela me bateu tanto motivo não queria comer abobora ela cortou meus lábios e eu fui tampando o rosta pra escola, acharam que eu estava brincando, e mandaram eu tirar toda minha roupa, porque meu pescoço estava roxo, porque minha mãe tentou me enforca e ali estava eu sem camisa com o corpo roxo e a boca sangrando um pouco ainda, chamaram o conselho tutelar falei dos abusos físicos e psicológicos mas não falei das drogas, e depois disso eu comecei a morar com minha vó materna, atualmente estou feliz mas o fim não é agora meu vó materno começou a morar com minha mãe ele é xingado e ele tem medo dela um dia bater nele, ele esta velho e estou preocupado, meu padrasto esta preso ate hoje minha mãe esta se prostituindo para ter oque comer ela ate hoje fuma maconha mas isso não vem ao caso obrigado por ler ate aqui observação meu pai mora no japão e minha mãe eu não eu não sei onde ela esta no momento e eu nem me importo não tenho mais afeto ela traiu meus sentimentos por toda minha vida obrigado por ler ate aqui.
mas então eu fui o babaca?
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2020.06.07 03:08 BethNina 3 Triângulos Amorosos

Oi, gente linda do canal! (Ah, não, pera)
Galera, essa história é bem longa e começou há uns 2 anos (é. Não acabou ainda, mas nós vamos chegar lá).
Então, era um momento lindo da vida em que nós ainda podíamos sair de casa. Eu estava solteira há bastante tempo e meu hobby era usar o Tinder para conversar com as pessoas e, quem sabe, encontrar alguém legal pra amarrar meu jegue.
Match vai, match vem, acabei conhecendo não só uma, como DUAS mulheres que eu achei maravilhosas. Além de lindas e o papo era beeem massa. Vamos chamar uma de Carls e a outra de Larls.
Como a solteirisse é terra de ninguém, acabei saindo com as duas.
O detalhe: a Carls é CASADA com um HOMEM 15 anos mais velho. E a Larls estava envolvida também com um HOMEM (casado e também muitos anos mais velho, diga-se de passagem tb).
A Carls tentava me convencer de sair com ela e o marido. Só que eu não estava nessa onda, e falei que se ela quisesse sair comigo, ok. Senão, seriamos só amigas mesmo.
Enquanto isso, eu saía com a Larls e a gente se divertia bastante. E eu fui bem clara com as duas que eu não era exclusiva. Cada uma sabia da outra. E tava tudo ok.
A Larls cozinhava para mim, ia comigo ao cinema, e era realmente bacana. Só que as duas ficavam com muito ciúmes uma da outra (não julgo, pq eu também tinha ciúmes das duas com os caras). Inclusive, ela tinha ido até o hospital me levar comida quando eu tive uma crise de enxaqueca. Ela acabou conhecendo meu pai, minha mãe e meu irmão naquele dia.
Já a Carls me levava para almoçar e talz, só que sempre às escondidas, super rápido, coisa de no máximo de 1h a gente se vendo. Ela ficava sempre bastante nervosa perto de mim, sempre olhando para os lados e analisando ao redor. Foi aí que eu descobri que o marido dela foi diagnosticado clinicamente como PSICOPATA. E, adivinhem: ela tem porte de arma. E ela tem uma arma em casa!
Passou 1 mês e a Larls me mandou mensagem dizendo que, para ela, já não dava mais. Só que eu fiquei desesperada, porque eu realmente gostava dela. Acabei tomando minha decisão: fui até a casa dela e a pedi em namoro.
Aí no meio daquela emoção de começar um namoro, minha irmã me liga pedindo para buscá-la no Outback. Ela tinha começado o namoro com uma menina no mesmo dia.
Chamei ela pra ir comigo. Enfim... Minha mãe era meio homofóbica naquela época, então quando chegamos na minha casa, foi uma situação meio tensa.
Passadas 2 semanas, a Larls ainda estava muito ciumenta da Carls (a gente ainda conversava, mas eu realmente não estava ficando com ela). Até que eu não aguentei mais e terminei o namoro.
A Carls falou que ia largar do marido e acabamos "namorando" por um mês (mas foi tudo virtual, pq ela estava em outro estado com o marido e a enteada).
Quando ela voltou, as coisas estavam estranhas entre a gente. Resultado: ELA VOLTOU COM O MARIDO!
Foi uma baixaria só... Ela começou a me mandar mensagens no Instagram. Bloqueei. Facebook, bloqueei. WhatsApp, bloqueei. BLOQUEEI EM TUDO QUE EU LEMBRAVA.
Até que um belíssimo dia ela me manda um e-mail me pedindo dicas de trabalho (eu trabalho com marketing digital) porque ela tinha arrumado um emprego como assistente jurídica em uma empresa com foco em atendimento digital.
Respondi e depois mais nada.
VEY, A GURIA COMEÇOU A FAZER SPAM NO MEU E-MAIL COM MENSAGENS. Eu respondi ela desabafando toda a minha revolta que estava entalada.
Eu tive que bloquear ela do meu FUCKING E-MAIL.
Passaram vários meses e, depois de ter me restabelecido emocionalmente, acabei procurando a Larls para pedir desculpas porque eu tinha sido babaca com ela (eu sei que eu não deveria te continuado a conversar com a Calrs depois que começamos a namorar).
Acabamos voltando a conversar e as coisas foram fluindo bem mais naturalmente. Até que um dia convidei ela para ir comigo no casamento de um amigo e, como meus pais e meus irmãos estavam viajando, a minha AVÓ me ligou pedindo para eu levar minha amiga para dormir lá em casa e eu não ficar sozinha.
Bom... Acabamos ficando.
E uma semana depois estávamos namorando. Isso foi em novembro de 2018. Quando foi no carnaval de 2020 fomos morar juntas.
Acabamos de completar 1,5 de namoro. A Larls esteve comigo quando perdi meu avô em abril e meu pai em julho. Hoje ela conversa mais com a minha mãe e a minha avó do que eu kkkkkk
É isso, turma.
Estou anexando alguns prints dos e-mails com a Carls pra vocês verem que não é fake:
https://imgur.com/a/QUoIxIF
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2020.05.17 03:27 LizianeS2 aprender novamente...

hoje eu vi algo que eu apenas pensava que era coisa da minha cabeça. estou namorando a 4 anos e em 2 desses 4 anos eu e o meu namorado moramos juntos, somos apesar dos conflitos do dia a dia felizes juntos só que por me relacionar com 1 único homem desde os meus 14 anos eu tinha muito aprender, pois pelo meu namorado ser 6 anos mais velho que eu, eu o via como pessoa muito legl porem ele acabou me fazendo me afastar de todos os meus amigos inclusive mulheres, no começo achava tudo isso normal por isso nunca fiz nada para impedir isso. um erro meu é claro porem era jovem e eu realmente pensava que para ter um relacionamento feliz tinha que abrir mão de minhas amizades. Hoje vejo que isso é uma grande bobagem, que para ter um relacionamento feliz ele tem que ser saudavel. porem para que eu tenha chegado nesse tipo de pensamento tive que passar por um grande processo em minha vida. DEPRESSÃO, na época eu não via isso como depressão ate pq eu me via como uma pessoa que apenas estava com pequenos problemas na minha vida, não que eu nao acredite que depressão é uma doença seria, muito pelo contrario, porem eu nunca conseguia me ver como uma pessoa que tinha depressão, eu sempre via a depressão em outra pessoa menos em mim porem ela me prejudicou bastante abandonei a escola e cheguei ao ponto de simplesmente acorda e ficar olhando para o teto ate o sono chegar novamente. consegue acreditar que eu fiquei ate 15 dias sem tomar banho?! pois é, eu não consigo me imaginar assim porem aconteceu e eu só conseguir me "livrar" pois tive um pensamento que por mais estranho que foi, me ajudou a sair da depressão, eu pensei, " é liziane, vc quer morrer mas nem se matar vc consegue, é inutil até para isso então oque resta é voce torcer para que alguem te atropele ou te de um tiro, e para que isso aconteça vc tem que sair desta cama, é bom e aproveita e tenta nao ser um estorvo para ninguem, ninguem aguenta mais vc, entao fassa as coisas que vc tem que fazer." (ser dona de casa) e por mais triste que isso possa ser eu decidi que iria fingir assim todos parariam de pergunta qual era o problema, coisa que eu não sabia responder. e de tanto fingir hoje eu sou feliz de vdd, hj eu realmente me amo e não existe pessoa mais incrivel que eu tomei as rédias de minha vida, conversei com meu namorado e hoje ele vê o quanto errou comigo e por mais dificil de acreditar, ele mudou completamente, claro que não foi de um dia para o outro porem foi algo que foi trabalhado aos poucos, do homen machista, álcoolatra e traidor, ele se tornou um homem que não bebe mais álcool, bom pelo menos não como antes, e se tornou amoroso e dividimos tudo por igual nas tarefas de casa e fora dela tbm. meu único problema agora é aprender a me socializar novamente com as pessoas, esse dom eu perdi totalmente e por mais feliz que eu estou e por mais idiota que possa pareçer a unica coisa que sinto que falta em minha vida é uma amiga para quem eu ainda possa falar mal do marido (maus de casado) sinto que os amigos do meu marido são apenas amigos dele, claro que nos respeitamos e temos assuntos em comum mais eu gostaria muito de poder dizer que eu tenho uma amiga que cv comigo por gostar de minha pessoa, e não amigos que apenas sao meus amigos pq meu namorado é amigo deles.

desculpem os erros ortográficos. e desculpa por ser muito longo tenho o mal de querer sempre colocar contexto nas coisas. obg por ler até aqui.
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2020.05.01 03:25 biasann O caminho difícil pra chegar nos meus sonhos

Oi, sou nova aqui.. Não sei bem como mexe nesse app, mas vi esse grupo e muita gente desabafa aqui, então resolvi compartilhar com vocês o que eu ando passando. Para alguns pode ser algo idiota, (até porque existem pessoas que lidam com problemas reais, depressão, pobreza, doenças, etc) mas para mim anda sendo o que me aflige todos os dias.
Eu desde nova sempre fui muito criativa, fazia desenhos incríveis, aprendia qualquer matéria com muita facilidade, tudo o que eu fazia era bem feito. Você já estudou com alguma uma menina no fundamental que tinha toda cor de caneta colorida? Então essa era eu. Caderno sempre impecável. Aos 8 anos meus pais se separaram. Eu fui morar com minha mãe, somente eu e ela, via meu pai a cada 2, ou 3 anos mais ou menos.. Morava em Uberlandia-MG, mas como minha mãe achava muito perigosa a cidade para criar uma filha sozinha nos mudamos para uma cidade pequena de Goiás.
Me mudei aos 11 anos, isso em 2010, e comecei uma vida nova. Estava no 7° ano (era adiantada, pq já morei fora do país). E aconteceu que acabei repetindo de série. -Já não era mais adiantada! ☹️- Quando consegui passar para o 8° .... Repito.. Outra vez. E a mesma coisa se passou no 9°. Resumindo: Eu bombava uma vez, passava, bombava, passava. Bombei 3x.
A partir do momento em cheguei nessa cidade, perdi o interesse em estudar.Juntamente com o desinteresse vinha a loucura da puberdade..Aos 14 aprontei mais do que uma adolescente poderia aprontar. (Aprontar no sentido de: beijar muito, pular muro, ir em muitas festas, dar Pt, ser falsa, xingar a mãe, voltar de madrugada, usar drogas)
No final dos meus 16 anos conheci um homem, 10 anos mais velho que eu (inclusive era meu Sensei (prof de karatê) rsrs) e namoro com ele até hoje. Ele me fez mudar, evoluir, amadurecer e me ajudar a tornar a pessoa que sou hoje. Teve um ano ou outro que eu estava super focada em estudar e era uma das melhores da classe. 2018 terminei o 3° ano. Nesse ano fiz prova do Encceja (pra terminar estudos), bombei na redação então tinha que ir na escola para fazer as matérias de linguagens. Foi o melhor ano! Aprontei o ano todo, ficava atoa na sala de aula. (Aprontei no sentido de fazer muita bagunça e beber dentro da sala, lembrando que eu estava namorando).
Mas aí veio 2019. MEU DEUS! O QUE EU FAÇO AGORA???
Passei no vestibular para Letras-Português e Espanhol. (Faculdade 100% online)
-Gosto muito de Espanhol, como morei na Espanha quando era pequena sou fluente, então gostaria muito de trabalhar com algo que fez parte da minha vida. Meu sonho também é aprender inglês, japonês e coreano. Também escolhi essa faculdade porque na minha cidade, como é pequena, não possui muitos professores de Espanhol, sempre está em falta. -
Você deve pensar: ah, perfeito então, só estudar e já era! ✨😍
Só que não. Quem disse que consigo estudar? Disse mais cedo que meu namorado mudou minha vida, me fez ser uma pessoa melhor. Mas mesmo com ele não consegui recuperar a vontade de ser alguém que eu tinha quando criança. 2019 foi um ano desperdiçado, eu comecei a primeira matéria (Educação Inclusiva) muito empolgada, estudei, fiz a prova, passei, tirei nota super alta. Mas no final do semestre eu tinha que fazer um trabalho (super simples, com introdução, des e conclusão) e por não fazer acabei bombando no semestre inteiro.
No segundo semestre eu entrei em um app que contrata profissionais para fazerem trabalhos e paguei um para fazer. Porém, eu não tinha realizado as atividades online do segundo semestre, então não adiantou passar no semestre, né?
2020 chegou e estou no terceiro semestre. Matérias acumuladas, eu pago 230 por mês nessa faculdade que eu consigo desperdiçar todos os dias 😔 As matérias acumularam e estou pagando mais R$ 100 todo mês para repor. + Dinheiro desperdiçado né??
Todo dia é uma luta EU vs EUZINHA para eu colocar na minha cabeça que tenho que estudar. Eu entro no ambiente Virtual, olho, mas não tenho a CORAGEM de tirar algumas horas para estudar. Lembrando que: MINHA FACULDADE É SUPER FÁCIL! apenas um trabalho por semestre, 1 prova por mês e algumas atividades e vídeo aulas pra ver e realizar.
Me pego pensando as vezes, porque é tão difícil pra mim, porque não consigo realizar meu sonho? Porque eu sou tão descrente? Porque sou tão inútil ao ponto de não conseguir fazer uma faculdade tão fácil?? Eu queria essa coragem que as pessoas tem para estudar o tempo todo. Eu tenho objetivos, planos, mas não consigo realizá-los. Queria voltar a ser aquela criança criativa. Não quero colocar a culpa em alguém, não é justo. Mas penso as vezes que nunca tive pessoas para me incentivar.
Você deve pensar: "Ah, mas vc viajou para fora do país, como ngm te incentivou? Viaja pra fora do país quem tem dinheiro, quem conquistou coisas" -é aií que se engana! Na verdade não sei de onde meu pai tirou dinheiro na época para viajar. Meu pai era apenas((não no sentido de menosprezar a profissão, ok?! No sentido de ganhar pouco!))um lanterneiro, foi comprando uns carros usados, reformando e juntando dinheiro. Com a ajuda da irmã dele fomos morar na Espanha durante 2 anos e meio.
Estou há meia hora escrevendo, não sei se alguém irá ler até aqui, mas enfim, agora mesmo preciso fazer o trabalho do 3° semestre, para o dia 16, mas quem disse que consigo? Compro cadernos, marca textos para me incentivar, porém não sai nada. Parece que meus sonhos estão cada dia mais longes, porque a pessoa aqui não consegue vencer um simples obstáculo.
Admiro você, que tem objetivos em mente e não desvia do caminho. Eu cada dia me sinto mais uma perdedora. Sem contar que minha memória é péssima, não sei se é por conta da maconha, das pingas ou de falta de treino de cérebro mesmo. Obrigada por ler até aqui, escrevi isso e desabafando me sinto melhor.
Irei tentar ser alguém melhor para mim. Aliás, "tentar" NÃO. Eu irei conseguir.
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2019.07.09 12:18 lipherus Íbis — Capítulo I

Bom dia, é a primeira vez que escrevo em primeira pessoa e gostaria de opiniões. =)
“A voz dos deuses e escolhida de Thot. No começo, era apenas uma Oráculo. Depois, uma bruxa queimada na fogueira do deus pagão. Espírito vagante sem salvação. E agora, protegida pelo crepúsculo Retorna aos braços d’Aquele que sempre a amou. Sob as asas d’Ele, ela se abrigou. E descansou.”
O pequeno e singelo poema cortou o silêncio do salão. Eu estava trêmula e ofegante, pois estava atrapalhando a palestra do meu professor e a grande oportunidade de sua carreira. Os estudiosos olhavam para Heru e depois para mim, à espera de alguma cena dramática que não aconteceu. Ele apenas desceu do palanque e me alcançou, sorrindo e igualmente trêmulo ao tomar o papel de minhas mãos. Murmurou agradecimentos e disse estar surpreso com a tradução, porque aquelas palavras deixavam explícitas que os antigos egípcios eram capazes de prever o futuro. Prometeu uma conversa sobre o papiro depois e pediu que eu me retirasse, mas não sem antes me agradecer de novo. Ao fechar a porta, explodo em lágrimas emocionadas e cansadas. Traduzir o poema foi um trabalho árduo de quase quatro anos, para no final descobrir que Thot havia se apaixonado por uma mortal e enterrou seu corpo em uma tumba sem glamour. Ele queria que sua amada permanecesse anônima, mas que ainda soubessem a quem pertencia. Ela não tinha um nome e sequer corpo, todavia sua existência estava cravada nas paredes de pedra do sarcófago. Levanto-me orgulhosa e volto para o laboratório, à procura de mais pistas sobre os amantes. Havia algo que ainda não tinha visto nas marcas e, mexendo em alguns pertences, um pingente em forma de meia lua cai no chão. Não sou perita em metais preciosos, mas sei que seguro algumas boas gramas de ouro puro. Procuro por escritos no verso da peça, e nada encontro, salvo os hieróglifos que remetiam a Osíris e Thot. Um presente para o deus do submundo? Depois de catalogar o colar, volto minha atenção aos textos até sentir dor de cabeça e sentar na cadeira. — Nailah, o professor Heru te chama no salão de convenção. Engulo em seco e vou até ele, esperando uma bronca por ter interrompido a palestra. Porém, ao entrar, fui recebida por salvas de palmas fervorosas. Ele me abraça e pede que explique aos demais sobre a descoberta, já que o mérito da tradução é todo meu. Sinto um misto de vergonha e emoção, porque Heru não tomou os créditos para si e deixou que eu, uma mera assistente, falasse aos melhores profissionais do mundo por horas a fio. Ele ficou ao meu lado para explicar alguns termos que não conheço, simplificar perguntas e traduzir algum outro idioma que não entendo. Ao terminar, pude respirar. Estou tão cansada que é difícil manter os olhos abertos e pensar, mas eu ainda preciso falar com ele. Despeço dos outros por alguns minutos e Heru me abraça de novo, sugerindo um jantar antes de irmos para casa e dormir. Aceito e nós fechamos o laboratório depois de pegar algumas coisas. "Sob as asas d’Ele, ela se abrigou.” É engraçado como essa frase ecoa na minha cabeça quando estou andando lado a lado com Heru. Eu o conheço há quase dez anos e nunca deixei de me sentir protegida e iluminada por sua presença. Ele é alto e imponente, com a pele tão preta que é quase avermelhada, e olhos espertos e pretos. Mas, basicamente, Heru Monterrey é um cachorro grande e bonachão que ladra e não morde. É muito fácil deixá-lo magoado e à beira de lágrimas, se quer saber. E eu amo ver esse lado sensível e frágil do meu professor, pois o torna humano e acessível. Ninguém imagina que um pesquisador de renome como ele é coração mole. — Eu encontrei isso. — entrego o colar em suas mãos. — Estava perdido no meio dos papéis. Parece que é uma oferenda a Osíris e Thot. — Ou uma oferenda de Thot para Osíris? Coço a cabeça e suspiro. — Não tinha pensado nisso. — confesso. — Nailah, você está esgotada e eu acho que deva tirar umas férias. — ele toca no meu rosto. — Eu estou pensando em dar um tempo também, podemos viajar juntos. — Quem convida é quem paga, viu? — empurro ele com meu ombro e sorrio. — Seria uma bênção poder dormir até tarde. — Pode ficar com a lua. Pego o colar e olho pra ele, chocada. Sabe-se lá de quando é a oferenda e Heru estava entregando casualmente pra mim, como um pingente comprado numa loja qualquer. Abro a boca inúmeras vezes, mas nenhuma palavra decente sai dela e só me limito a levantar as tranças pra facilitar o trabalho dele. Heru me julga por um tempo, ajeita e mexe no colar até deixá-lo bem em cima do meu coração e ficar satisfeito. — Tem certeza? — murmuro. — Isso é da sacerdotisa e não quero que Thot venha me assombrar. — Se Ele deu pra amada d’Ele, acho que não ficará bravo se eu der pra minha, não acha? Abaixo os olhos, subitamente tímida. Nós sempre brincamos com nossos colegas, que consideravam-nos namorados, mas ele nunca falou tão sério quanto aquele momento. Mordo meus lábios e seguro sua mão, sem dar resposta, mas deixando claro que se aquele é o sentimento dele, então é recíproco. Às vezes palavras não ditas fazem mais efeito do que aquelas expressadas aos quatro ventos. — Comida japonesa? — Heru pergunta para quebrar o gelo. — Depois umas doses de anti-histamínico pra não morrer de alergia? — Combinado. Saber que ele é apaixonado por mim tanto quanto sou por ele fez um bem danado pra minha auto-estima. Se antes e em algum momento da minha vida achei que não era bonita ou capaz, estava completamente enganada. Ouvir dos lábios dele que minha inteligência e devoção foram fatores cruciais para que ele se interessasse, tornou-me tão inchada quanto um balão. Depois, Heru começou a enumerar minhas qualidades físicas e só parou quando eu estava com a cara quente e prestes a surtar. Eu sou brasileira e me orgulho disso. Meu país tem os problemas dele, assim como os Estados Unidos também têm, mas nunca pensei que estudar na Unesp ia me levar até onde estou. Lembrei das noites acordada estudando infindáveis textos, das vezes que quis desistir e da minha felicidade por ter sido aprovada na faculdade que ele dá aula. E passei a amar meu corpo em forma de pera, os cabelos trançados e coloridos e, acima de tudo, a cor da minha pele. Antes tinha um grande tabu comigo mesma, por ser preta e ter uma posição de destaque, mas conforme fui aprendendo na faculdade e com a vida, percebi que estar ali é um mérito do meu esforço triplicado. No final da noite, eu e Heru transamos e dormimos juntos. Foi o momento em que eu o vi mais vulnerável, conheci cada cicatriz de seu corpo, os problemas que tinha, as marcas... Tudo. Ele se entregou completamente e assim também fiz, mostrando-lhe as feridas que tenho da época em que me afundei em depressão e cortei meus braços e pernas. — Bom dia. — ouço seu preguiçoso resmungo enquanto ele aperta minha barriga. — Agora posso morrer em paz. — Quer parar com isso? — começo a rir e abro meus olhos. — Bom dia. — Eu sempre quis apertar sua, como é que você chama? Pança. — seu português falho é particularmente adorável. — Eu amo essas dobras, sabia? — Heru! Para, sua mão tá gelada! — Tá bom, tá bom. Permissão pro abraço? — Concedida, senhor Monterrey. Enquanto ele toma banho, vou preparando o café da manhã. É inconsciente, mas eu checo minha barriga e conto as dobrinhas, três no total, pensando em como Heru pode achar aquilo interessante. Ouço seus passos ecoando pelo corredor e me viro para olhá-lo, namorando a cena do homem enrolado na toalha e molhado ainda. Ele se aproxima e ajeita a lua, jogando as tranças sobre meus peitos para tapá-los e evitar que eu pegue mais friagem. Seguro sua mão em meu rosto e fecho os olhos, sorrindo como a trouxa que sou. — Vai querer viajar? — Onde pretende ir? — roubo um selinho dele antes de servir a mesa. — Não vai entregar o artigo científico sobre a tradução? — Não está escrito em lugar algum que sou obrigado a trabalhar durante minhas férias. — ele dispara. — Pensei em alguma praia, sei lá. — Negão desaforado. — acerto a colher de pau na cabeça dele. — Praia é muito clichê e eu não sou muito fã do frio. — Patroa difícil de agradar, viu? Sento ao seu lado e começo a rir. Ele está tão à vontade que até parecemos casados há eras, e eu só sinto que vou desmanchar de felicidade. Nós conversamos um pouco mais sobre a tradução e Heru corrige o inglês, reclamando do quanto sou ruim para escrever. Tal afirmação me ofendeu um pouco, já que escrevo fanfics durante minhas folgas e nem formado nisso ele é. Começo a julgá-lo em silêncio e ele percebeu que tinha me magoado, em seguida pediu desculpas atrapalhadas e disse que ama minha escrita. — Como você imagina Thot de personalidade, Nailah? — Meio parecido com você, mas muito mais apaixonado pelo trabalho. Ele foi um carinha muito ocupado, até ajudar Osíris no submundo ajudou. — acendo meu baseado e deito no sofá enquanto Heru escreve no computador. — Curou o olho de Hórus quando Seth arrancou, depois ensinou magia para Ísis poder reviver o marido, luta contra Apófis quando Amon-Rá traz o sol... Tudo isso e ele ainda fez o calendário e desenvolveu os hieróglifos. — Você tem uma admiração enorme pelos deuses, hum? — A mitologia egípcia é linda, se me permite dizer. Tudo é tão conectado e diferente ao mesmo tempo... A gente não sabe nem um terço do que eles acreditavam e criavam. — E a sacerdotisa? — Não tenho uma imagem dela. — ofereço o cigarro pra ele. — Mas deve ser alguém de personalidade parecida com a de Thot, porque ela pegou o cara pelo colarinho mesmo. Uma pena que não seu nome em lugar nenhum, ia ser muito interessante conhecê-la melhor para entender como funciona esse lance de deuses e amores mortais. — Você viu isso? Sento no colo dele para ler o artigo de um colega nosso, o qual afirmava que Sekhmet e Anúbis tinha um relacionamento secreto. Para mim e meu conhecimento, a afirmação é errada pois eles eram deuses sem sintonia alguma. Ela é a deusa da guerra, tão furiosa que Rá precisou enganá-la com vinho para acalmar seu frenesi sangrento. Já ele parece ser mais pacato e melancólico, servindo fielmente ao propósito do julgamento da pena e à proteção da mumificação. Parecia impossível imaginá-los juntos. Ao terminar de ler, porém, comecei a ter minhas dúvidas sobre o que conhecia até então. — Será que existe algum documento que prova essa teoria? — Antes de Osíris ser quem é, Anúbis tinha o mesmo papel que ele. — Heru contestou ao soprar a fumaça na minha nuca. — Se Sekhmet matou os homens através de sua ira, é bem provável que tenha o encontrado durante a caminhada. — Mas tem uma teoria que diz que Sekhmet é uma face de Hathor e Bastet... Será? — Em Mênfis, ela foi esposa de Ptah e mãe de Nefertun até Mut e sua Tríade tomar lugar e ela passar a considerada como a própria Mut. Nossas informações são bem escassas e temos várias ideias do que pode ou não ser. Cada região tinha seu próprio mito, quem sabe o Richard esteja certo e apenas olhando para outro lugar que não vemos? Deixamos a discussão pra lá quando pegamos fogo levados pela maconha. Quando paro pra pensar nisso, me sinto um pouco culpada por levá-lo ao mau caminho, apesar dele ser bem mais velho que eu. Mas a erva funciona como uma válvula de escape para nós e não é algo que fazemos sempre, resumindo nossas brisas às escavações e trabalho. Pela primeira vez desde que fazemos isso, é que nos preocupamos em elevar a coisa para um nível mais pessoal e físico. Eu namoro o rosto distraído dele e lembro de tratar os arranhões que deixei em suas costas, ouvindo-o dizer coisas em árabe que não fazia nem questão de traduzir. Heru levanta-se num supetão e vira o meu colar, anotando os hieróglifos em um papel improvisado e resmunga ao voltar a deitar. Já sei que tenta entender a oferenda e pronuncia as palavras em sequências variadas, até fazer sentido. Toco em seu lábio para fazê-lo se calar e me aninho em seu abraço. Só hoje, querido, não falemos em trabalho. Roço meu nariz por seu rosto quadrado e reclamo da barba áspera, mas sinto-me protegida por seus braços e mãos sempre geladas. Heru beija a minha testa e desenha com os dedos na minha bunda, me fazendo rir. Ele se lembra de me agradecer pela tradução de novo e mais outras vezes, reforçando o quão honrado se sentiu por me ter como sua assistente, amiga e agora parceira. Confessa que estava a um passo de desistir do texto e eu, novamente, rogo-lhe que não falemos de trabalho. Mas meu amado professor não está contente e me implora para que façamos um artigo sobre Thot e sua amante ao voltarmos de férias.
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