Quantos anos tem a terra

Quantos anos tem a Terra segundo a Igreja Católica Vários ministérios cristãos promovem a ideia de que a Terra tem menos de 10.000 anos de antiguidade, que dizem que vem da Bíblia. Na verdade, a Bíblia não faz nenhuma afirmação quanto à idade da Terra, ainda que não estabeleça uma idade mínima. Queres descobrir quantos anos tem exatamente a Terra? Lê o artigo e descobre o maior mistério do nosso planeta. Número de anos do Planeta Terra. A história sobre um dos debates mais intensos do Planeta Terra é bastante longa. Falamos dos anos que tem a Terra, que atravessa algumas das sociedades mais importantes da nossa cultura. Quantos Anos Tem A Terra? por Pedro · Para se ter uma estimativa da idade da terra, os geólogos usam técnicas especializadas, uma dessas técnicas é a datação radiométrica, usada para determinar a idade das rochas, restos orgânicos e minerais. Esta descoberta permitiu que se confirmasse que o planeta terra tem no mínimo 4 mil milhões de anos. No entanto, devido à deslocação das placas tectónicas a superfície do nosso planeta está em constante renovação, o que significa que as rochas mais antigas podem já ter sido recicladas através desse mesmo movimento de placas. 4,543 mil milhões de anos a nossa terra tem Quantos são os anagramas da palavra ÂNGULO que: Começam e terminam por vogal?1224144620750mim ajuda é pra hj por fvr Determine a medida do ângulo 10x + 50 4x + 110 Considere a função f(x) = 3x – 12. Obtenha: a) D(f) e Im(f) b) o valor de ‘a’ c) o valor de ‘b’ d) a função é crescente ou decrescente? Quantos anos tem a terra?' Resposta: Dado o fato de que, de acordo com a Bíblia, Adão foi criado no sexto dia da existência de nosso planeta, podemos, com base na Bíblia, determinar uma idade aproximada para a terra, observando os detalhes cronológicos da raça humana. Isto, é claro, presume que o relato de Gênesis seja preciso, que os ...

Pisos emborrachados para cavalos – Tudo o que você precisa saber!

2020.09.25 17:42 Vedovati_Pisos Pisos emborrachados para cavalos – Tudo o que você precisa saber!

É inegável que as camas e os pisos emborrachados para cavalos oferecem mais conforto e contribuem muito para a saúde do seu cavalo. Ao optar por uma cama emborrachada, você está garantido o bem-estar do animal e prevenindo doenças que podem ser causadas por camas de maravalha, serragem e pisos por onde os cavalos normalmente andam feitos de cimento.
Quem possui cavalos sabe que uma das grandes preocupações é oferecer ao animal um ambiente confortável para que ele possa descansar, ser tratado e se locomover com segurança. E neste quesito, considerando também a manutenção das cocheiras, é imprescindível que os pisos dos corredores e baias sejam emborrachados.
Quando aplicados em corredores de passagem, no haras, baias ou outros locais, os pisos de borracha facilitam no cuidado do espaço e ajudam no conforto dos animais.
Benefícios dos pisos emborrachados para seu cavalo
Bastante conhecidos e utilizados na Europa e EUA há muitos tempo, os pisos emborrachados para cavalos foram introduzidos no Brasil pela Vedovati há mais de 20 anos.
A secura e a limpeza são essenciais para pisos equestres
Os pisos emborrachados para cavalos em baias possibilita a drenagem automática da urina devido aos “pés” na face inferior, por isso, oferece uma superfície que impede o acúmulo de umidade e minimiza os vapores de amônia, mantendo a superfície da cocheira seca.
Cavalos não gostam de ficar sobre pisos molhados. Além de ser uma preferência do animal, isso traz mais segurança. É por isso que a cama de borracha é a melhor opção para haras, hospitais veterinários, centros de treinamentos equestres e equoterapias.
A capacidade de manter a temperatura ambiente torna a cama e os pisos de borracha ótimo sistema de revestimento equestre
Como a cama de borracha não sofre variações de temperatura (como acontece com o concreto ou aço), ela oferece uma superfície mais agradável, assim, o EBV – Estrado de borracha em baias ajuda o cavalo a manter o corpo aquecido quando se deita, o que é imprescindível para o conforto do animal.
Maciez, flexibilidade e absorção de impacto são essenciais para pisos equestres
As patas e os cascos dos cavalos são as partes do corpo que primeiro recebem o impacto da corrida, de uma simples caminhada ou mesmo o suporte de seu peso. Por esse motivo, merecem cuidados especiais para evitar problemas futuros. Como os cavalos não usam tênis como você, forre com borracha os ambientes concretados por onde eles circulam.
Pensando nisso, o ideal é revestir baias com cama de borracha e corredores de baias com pisos de borracha (ou pisos emborrachados), pois eles são macios e absorvem o peso e o impacto dos cavalos, possuem design e tecnologia que garantem a maciez e flexibilidade por muitos anos. Além dos pisos, outra alternativa interessante é revestir as paredes das baias para absorver o impacto dos coices dos cavalos.
Os pisos emborrachados para cavalos são bons para você também
É importante lembrar que o EBV não oferece um piso limpo e confortável apenas para o seu cavalo, ele é bom para você também. Menos gastos com limpeza, menos reparos e manutenção são algumas das vantagens que você terá.
Pisos emborrachados nas baias de cavalos
Fazer a manutenção correta da baia do seu cavalo é a maneira mais eficaz e inteligente de reduzir seus custos e manter a boa saúde do animal.
Muito além de simples lavagem e troca de materiais, os cuidados com os detalhes na baia/cocheira podem prevenir inúmeras doenças, ampliam o bem-estar e conforto do cavalo e podem significar mais momentos de interação e afinidade com seu companheiro equino.
E um dos detalhes mais importantes da baia/cocheira é, sem dúvida, a cama do cavalo. Responsável por suportar o peso do animal, juntamente com urina e esterco, a cama da baia precisa ser ao mesmo tempo resistente, flexível e de fácil manutenção.
Baias/cocheiras com camas tradicionais de serragem/maravalha, feno, areia ou palha são muito mais difíceis de limpar do que as com o piso EBV – Estrado de Borracha Vedovati, que oferece mais conforto, higiene e ajuda a prevenir doenças.
Com os pisos de borracha Vedovati o ambiente fica mais seguro para os cavalos, além de facilitar a higienização do local.
As principais características que tornam os pisos de borracha indicados para o local em que seu cavalo fica são a flexibilidade e maciez, que absorve o impacto causado pelos cascos dos animais, principalmente quando ferrados; a proteção para o piso de cimento, o que leva a uma redução nos gastos com manutenção; facilidade de instalação, já que são práticos e simples.
Manutenção da cama tradicional
É recomendável examinar a cama do seu animal no mínimo duas vezes ao dia, (isso vai depender do tempo que fica estabulado) preferencialmente de manhã e à tarde. Use o garfo para retirar o esterco e todas as partes da cama molhada pela urina.
Coloque tudo em carriola, que posteriormente será levada para uma esterqueira onde devem ser jogados estes restos.
A esterqueira deve ser localizada longe das baias para não atrair moscas e evitar a transmissão de doenças. Isto também evita que o odor se propague e deixe as cocheiras com um aspecto ruim tanto para você quanto para o animal, considerando que o cheiro da urina misturada com a serragem é ácido e desagradável.
Gases tóxicos como a amônia e metano causam irritação das vias aéreas além de deprimir a motilidade ciliar e retardar o mecanismo de clearance mucociliar, diminuindo a eficácia deste mecanismo de defesa (RUSH; MAIR, 2004), já que, de acordo com o médico veterinário Rodrigo Rolim, o cheiro forte da amônia presente na unira pode afetar o trato respiratório do animal, causar crises de tosse e desencadear doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
A médica veterinária Karina Calciolari ressalta que as afecções do sistema respiratório são a segunda causa de queda de desempenho e afastamento dos equinos do esporte ou trabalho, ficando atrás somente das desordens musculoesqueléticas. A estabulação e alimentação a base de fenos predispõe os equinos a inalação de grande número de agentes irritantes as vias aéreas.
Quando alguma parte da cama for retirada, esta deve ser reposta com o mesmo material para evitar desníveis que comprometam sua qualidade e problemas locomotores. Por exemplo: quando a serragem fica umedecida pela urina e esta for retirada, complete com a mesma quantidade e deixe tudo nivelado usando o próprio garfo.
Manutenção com a cama de borracha “EBV”
A cama de borracha é o único material que pode ter uma higienização diária eficiente. Assim como na cama tradicional, baias com cama de borracha (EBV – Estrado de Borracha Vedovati) devem ser limpas no mínimo duas vezes por dia, preferencialmente de manhã e à tarde. Deve se adotar dois sistemas de limpeza, uma limpeza diária e uma semanal.
Na limpeza diária, inicialmente deve-se recolher as fezes com uma pá e depois lavar os estrados preferencialmente com água e detergente neutro, seguido de hipoclorito de sódio a 1% utilizando uma lavadora de alta pressão. Caso não possua essa lavadora, esfregue com uma vassoura, levante as placas e lave por baixo para escorrer bem a urina e resíduos de fezes para o ralo de drenagem, utilizando novamente água e detergente neutro.
Na limpeza semanal, após proceder o sistema de limpeza diária, retire os estrados da baia e lave bem o piso e as paredes com uma lavadora de alta pressão ou com uma vassoura. A borracha também pode ser higienizada com vassoura de fogo.
A grande vantagem é que o EBV, a cama de borracha para cocheira possibilita a drenagem automática da urina, além de sua enorme durabilidade, o que gera uma grande economia na manutenção da baia.
Limpeza do teto
Apesar das controvérsias a respeito das teias de aranha, que são úteis para prender os insetos, estas não apresentam um aspecto higiênico, por isso é sempre bom retirá-las.
Você pode utilizar um lança-chamas para eliminar por completo todas as teias, aranhas e outros insetos, porém cuidado: você deve contar com ajuda de pessoas experientes para evitar acidentes. Após este processo, utilize uma vassoura comprida para retirar o que sobrou, mantendo o teto da baia claro e livre de pó e sujeira.
Cuidado com cochos e bebedouros
Devem ser lavados diariamente utilizando água corrente.
Os cochos de ração devem ser limpos com uma escova a cada refeição, evitando que os resíduos da comida apodreçam e possam ser possivelmente ingeridos pelo cavalo.
Os bebedouros de cimento acumulam mais sujeira dos que os de ferro, sendo estes mais fáceis de limpar.
Dicas para manter a higiene
• Mantenhas as portas sempre limpas e as fechaduras lubrificadas.
• Retire os restos de ração do cocho sempre
• Aplique antisséptico para esterilizar a baia de seu cavalo a cada 20 dias, evitando a proliferação de fungos e bactérias e logo a transmissão de doenças. Nunca faça isto sem antes consultar um especialista, pois estes produtos podem ser altamente tóxicos.
• Outra alternativa para esterilizar a baia do seu cavalo é utilizando cal, quando o chão for de terra. Para isto, retire toda a cama da baia, aplique o lança-chamas e por último cubra com cal.
Pisos emborrachados para clínicas e hospitais veterinários
Além dos grandes benefícios que os pisos emborrachados oferecem para estábulos e baias, sua aplicação é altamente recomendada também para instalações completas de hospitais, clínicas e laboratórios veterinários, além das salas de indução almofadadas.
O ambiente de tratamento veterinário, especialmente quando falamos de equinos, precisa oferecer garantia e segurança tanto para o médico quanto para o animal, ao mesmo tempo em que concede ao dono ou criador uma tranquilidade ao saber que todos os cuidados estão sendo tomados.
Os pisos de borracha Vedovati são instalados em salas de indução (pré e pós operatório) com muito sucesso. Além de proporcionarem segurança e conforto aos animais, são práticos para realizar a assepsia, o que o torna o piso ideal para esse ambiente.
Entre as vantagens dos pisos de borracha Vedovati, você tem:
• Conforto e maciez,
• Grande capacidade de absorção de impacto dos animais,
• Facilidade de assepsia e higienização,
• O piso é antiderrapante, plano e seguro,
• Resistente e altamente durável.
Quais hospitais veterinários e clínicas já utilizam esses pisos?
Diversas universidades e hospitais veterinários optaram pelos pisos emborrachados por oferecem melhor assepsia e praticidade, como a UNOESTE, UNIP, UNIOESTE, UNIPLAC, USP, UNESP, PUC do Rio Grande do Sul, Escola de Veterinária da UFMG e muitas outras.
Os pisos de borracha Vedovati são indicados para ambientes que precisam ter controles rígidos de higiene e assepsia para animais de grande ou pequeno porte (caninos, equinos, bovinos, entre outros).
Preferência entre veterinários e criadores
É óbvio que você quer ouvir a opinião de outras pessoas que já utilizam nossos produtos para tomar sua decisão, certo? É por isso que uma das maiores provas da qualidade dos pisos Vedovati são sua preferência entre diversos criadores e veterinários. São pessoas que já utilizam nossos pisos emborrachados e tiveram ótimos resultados no conforto, segurança e saúde de seus cavalos.
É o caso de Fernando Rolim, médico veterinário, treinador de cavalos e proprietário da Global Equus, que optou pelas camas emborrachadas da Vedovati ao notar o alto custo para obtenção e descarte da maravalha, bem como lesões na região do jarrete dos seus cavalos. Com os pisos emborrachados da Vedovati ele conseguiu resolver esses dois problemas, obtendo uma redução de 70% no custo dos pisos e reduzindo em 100% as lesões nos equinos.
Outro grande fã dos pisos emborrachados Vedovati é o cantor Rio Negro, da dupla Rio Negro e Solimões. Ele diz que com o estrado emborrachado seus cavalos da raça quarto de milha ficam com os cascos mais saudáveis e não correm o risco de adquirirem doenças respiratórias, garantindo uma manutenção rápida, segura e eficiente, além da facilidade de não precisar sair correndo atrás das ultrapassadas camas de serragem.
Quer ver outros depoimentos? É só clicar aqui.
Como posso obter mais informações e detalhes técnicos antes de comprar os pisos Vedovati?
Se você ainda precisa de mais informações antes de efetuar sua compra dos nossos pisos emborrachados, teremos o maior prazer em ajudar a esclarecer todas as suas dúvidas.
Para isso, preencha o formulário abaixo e entre em contato conosco para que possamos orientá-lo a obter o melhor produto para seus cavalos!
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2020.09.24 07:15 altovaliriano Septão Barth está sempre correto?

Septão Barth foi Mão de Jaehaerys I por 41 anos. Ele era um simples septão, filho de um ferreiro, entregue à Fé ainda jovem, que trabalhava na biblioteca da Fortaleza Vermelha e acabou se tornando amigo do rei.
Suas especulações são tratadas com ceticismo na Cidadela, mas os leitores sabem que elas têm fundo de verdade, podendo até que todas sejam verdadeiras.
De todo modo, há citações demais a Septão Barth nos livros principais e secundários para que possamos simplesmente ignorar suas idéias.

Irregularidade das estações tem fundamento mágico

A principal especulação que sabemos ser verdade é aquela que diz qie a irregularidade das estações em Westeros são resultado de magia em vez de um fenômeno natural:
O Septão Barth parece argumentar, em um tratado fragmentado, que a inconsistência das estações é um assunto para as artes mágicas, em vez de conhecimento confiável.
(TWOIAF, A Longa Noite)
Sabemos que esta será a solução apresentada por GRRM no final da saga:
Ele [GRRM] nos garantiu que um dia descobriremos como as estações funcionam em seu mundo, e que não será uma explicação científica porque, hello!, é um romance de fantasia. Ele disse que alguns fãs lhe escreveram apresentando explicações fantásticas envolvendo dois sóis, um dos quais é uma estrela negra anã, mas eles ficarão desapontados.
(SSM, 21/07/2006)
:::
As estações são "completamente baseadas em fantasia". Não há nenhum elemento tipo ficção científica nisso.
(SSM, 06/05/2005)

A Perdição de Valíria foi causada pela ganância e negligência

Aqui já começamos a entrar em terreno pantanoso, mas esta especulação de Barth já é tomada como verdadeira entre os fãs.
O septão teria influenciado o surgimento da noção de que a destruição de Valíria teria ocorrido porque os valirianos não conseguiram manter o controle mágico de seus catorze vulcões:
Um punhado de meistres, influenciados por fragmentos do trabalho do Septão Barth, asseguram que Valíria usou feitiços para domar as Catorze Chamas por mil anos, que seu apetite incessante por escravos e riquezas era tanto para sustentar esses feitiços quanto para expandir seu poder e que, quando finalmente os feitiços falharam, o cataclismo se tornou inevitável.
(TWOIAF, A Perdição de Valíria)

Dragões não têm sexo

Outra afirmação de Barth que têm muita repercussão entre personagens e leitores é a de que os dragões seriam uma espécie de hemafroditas sequenciais.
A crença de que os dragões podiam mudar de sexo se necessário é errônea, segundo a obra Verdade, do Meistre Anson, enraizada em uma má interpretação de uma metáfora esotérica que Barth proferiu enquanto discutia os mistérios mais elevados.
(TWOIAF, O Norte: Winterfell)
Essa metáfora de Barth é explicada por meistre Aemon a Samwell:
Os dragões não são nem machos nem fêmeas, Barth viu aí a verdade, mas ora uma coisa, ora outra, tão mutáveis como chamas.
(AFFC, Samwell IV)

Os valirianos criaram dragões com magia de sangue

Essa é uma afirmação mais controversa, mas é necessário observar que Barth pode estar se referindo a dragões de valíria, e não a todos os dragões em geral.
Em Dragões, Wyrms e Serpes, o Septão Barth especula que magos de sangue de Valíria costumavam usar caldo de serpes para criar dragões. Embora seja alegado que os magos de sangue experimentavam fortemente suas artes não naturais, essa afirmação é considerada absurda pela maioria dos meistres. Entre eles, o Meistre Vanyon, em Contra o não Natural, apresenta certas provas de que dragões existiam em Westeros até mesmo nos dias mais distantes, antes que Valíria ascendesse ao poder.
(TWOIAF, Sothoros)

Corvos falavam as mensagens dos Filhos da Floresta

Esta é uma especulação de Barth que tem algum suporte em texto.
Embora considerado desonroso nos dias atuais, um fragmento de História Antinatural do Septão Barth provou ser uma fonte de controvérsia nos salões da Cidadela. Alegando ter consultado textos preservados no Castelo Negro, o Septão Barth diz que os filhos da floresta podiam falar com corvos e fazê-los repetir suas palavras. Segundo Barth, este alto mistério foi ensinado aos Primeiros Homens pelos filhos da floresta, para que os corvos pudessem levar mensagens a longas distâncias. Isso foi passado, de forma “degradada”, aos meistres de hoje, que não sabem mais como falar com as aves. [...] Alguns meistres, devotados ao elo de aço valiriano, argumentaram que Barth estava certo, mas nenhum foi capaz de provar suas afirmações conseguindo uma conversa entre homens e corvos.
(TWOIAF, A Era da Aurora)
Aparentemente, a capacidade se perdeu porque os Filhos falavam com os corvos na Língua Verdadeira, que os humanos atuais não sabem falar:
[…] aqueles que cantam a canção da terra era o nome que eles mesmos se davam, na Língua Verdadeira que nenhum humano podia falar. Mas os corvos podiam.
(ADWD, Bran III)
Segundo uma canção nortenha, os Filhos teriam ensinado sua língua a Brandon o Cosntrutor, que possivelmente foi quem ensinou a outros primeiros homens (e meistres):
Ele foi levado a um lugar secreto para se encontrar com eles, mas, no início, não entendeu seu idioma, descrito como algo parecido com a canção das pedras em um riacho, do vento através das folhas ou da chuva sobre a água. O modo como Brandon aprendeu a linguagem dos filhos é um relato à parte, e não vale a pena ser repetido aqui.
(TWOIAF, A Era da Aurora)

O ouro de Rochedo Casterly destruiria os valirianos

Outra especulação de Barth controvertida, mas que os leitores atribuem um significado metafórico a fim de tornar verdadeira:
A riqueza das terras ocidentais combinava, em tempos antigos, com a fome da Cidade Franca de Valíria por metais preciosos. Mesmo assim, parece não haver evidências de que os senhores de dragões chegaram a fazer contato com os senhores do Rochedo, Casterly ou Lannister. O Septão Barth especulou o assunto, referindo-se a um texto valiriano já perdido, sugerindo que os feiticeiros da Cidade Franca haviam previsto que o ouro de Rochedo Casterly os destruiria.
(TWOIAF, As Terras Ocidentais)
Os leitores geralmente alegam que esta profecia teria sido mal interpretada, pois na verdade se referia a derrocada da Casa Targaryen pelas mãos de Tywin e Jaime.

A Perdição do Homem viria de Westeros

Em O Mundo de Gelo e Fogo, meistre Yandel está explorando a suposição de que a fortaleza na base da Torralta era de origem valiriana, quando cita Barth sobre estes visitantes que ali apareceram em tempos longíquos:
A afirmação do Septão Barth, de que os valirianos vieram a Westeros por causa das profecias de seus sacerdotes de que a Perdição do Homem viria da terra além do mar estreito, pode ser deixada de lado com segurança, como muitas das estranhas crenças e suposições de Barth.
(TWOIAF, A Campina: Vilavelha)
Muitos leitores encaram estas profecias estudada por Barth como sendo uma referência aos Outros e à Longa Noite.

Algo mágico mata os animais em Asshai

Barth acredita que a razão por que todos os animais levados a Asshai morrem tem relação com magia e não a fenômenos naturais do rio Cinzas:
Não há cavalos em Asshai, nem elefantes, mulas, burros, zebralos, camelos ou cachorros. Tais animais, quando levados para lá por navios, logo morrem. A influência maligna do Cinzas e suas águas poluídas têm sido implicadas nisso, já que é bem compreendido em Sobre Miasmas, de Harmon, que animais são mais sensíveis à impureza que emana dessas águas, mesmo sem bebê-las. Os escritos do Septão Barth especulam de maneira mais descontrolada, referindo-se a mistérios superiores com poucas evidências.
(TWOIAF, Asshai da Sombra)
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Em quais destas especulações de Barth vocês acreditam?
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2020.09.24 05:06 DrackNael Capítulo 7 Conflito na floresta

Conflito na floresta

Na floresta do caçador, o grupo de índios da tribo Xavantes com aproximadamente 50 guerreiros, liderados pelo chefe Hachita está aguardando a chegada do chefe Nuvem Branca e seus guerreiros, em uma clareira na parte norte da floresta.
Quando o grupo de Nuvem Branca chega, chefe Hachita olha com confusão para os poucos homens que Nuvem Branca havia trazido.
-Meu coração voa alto ao ver o irmão navajo Nuvem branca! -, diz Hachita erguendo a mão em sinal de cumprimento.
-Whoa! Nuvem Branca fica feliz em ver que os valorosos guerreiros Xavantes se juntaram aos navajos no caminho da guerra -, diz Nuvem Branca erguendo também a mão em saudação.
-Eu achava que os valorosos Navajos eram mais numerosos! -, diz Hachita.
-Sim éramos, más infelizmente perdemos alguns bravos guerreiros que entraram em conflito com alguns dos homens brancos, a algumas luas atrás. -, diz Nuvem Branca.
-Hum, meu coração se enche de tristeza pelos guerreiros caídos dos navajos -, diz Hachita enquanto leva a mão no peito.
-Morreram lutando, não a glória maior para um navajo -, diz Raoni que estava ao lado de seu pai.
-Sim, disse bem meu filho -, diz Nuvem Branca.
-Enquanto aguardávamos mandei alguns batedores para dar uma olhada no acampamento dos homens brancos -, diz Hachita.
-E então? -, pergunta Raoni.
-Eles são um pouco mais de 30 guerreiros, todos armados, com armaduras e armas de ferro -, começa Hachita, - tem também cerca de 50 trabalhadores que escavam a terra, e cortam as árvores da volta -, termina ele.
-Os trabalhadores não serão problema, quando a confusão começar eles irão fugir e se esconder como os covardes que são -, brava Raoni.
-E o grande líder dos guerreiros? vocês o viram? -, pergunta Nuvem Branca.
-Hum! o homem que chamam de Murtagh nunca sai da sua tenda, só vejo alguns homens entrando e saindo dela, é uma tenda grande na parte norte do acampamento, não há como não ver, é a maior comparada as outras que estão colocas do lado leste do acampamento -, diz Hachita.
-Eles escavaram toda a terra onde era a aldeia de Buprewen e seus apaches -, comenta Hachita.
-Malditos, não tem respeito nenhum pelas terras de nossos antepassados -, comenta Raoni.
-Hum, os homens brancos são assim, a ganância é o que os move -, termina Nuvem Branca.
-Sim, mas isso irá acabar logo -, comenta Lobo Marrom.
-Se acomodem partiremos amanhã antes do nascer do sol para atacar o acampamento deles -, diz Hachita.
-Eu ja ia esquecendo me desculpem, esse é Cervo veloz -, diz Hachita apontando para um dos guerreiros a sua esquerda, um homem alto e forte, que tinha duas clavas em suas costas, e uma cicatriz enorme de três arranhões em seu peito.
-O famoso guerreiro Xavante que derrotou um urso, será uma honra lutar ao lado de um valoroso guerreiro -, diz Nuvem Branca enquanto aponta para Raoni e Lobo Marrom, -, esses são Raoni meu filho e Lobo Marrom o maior guerreiro navajo que já lutou contra nossos inimigos -, termina ele.
-Eles são poderosos Lobo Marrom ? -, pergunta Cervo Veloz que estava em silêncio até o momento.
-Sim -, responde ele, - dez dos seus homens foram capazes de derrotar eu e mais doze dos meus irmãos -, diz Lobo Marrom.
-Sim, foram, mas eles agora não têm nenhuma chance contra o valoroso povo Navajo e seus irmãos Xavantes -, Brava Raoni.
-Que assim seja, que o grande espírito nos acompanhe nessa batalha -, diz Hachita.
Drack havia acampado um pouco antes do acampamento dos índios, pois não queria chamar a atenção já que foi pedido por Nuvem Branca para não participar da batalha. Más ele não via hora de lutar novamente, havia aprendido muito com os índios e ficado mais forte desde sua luta na floresta, agora dominava mais habilidades, estava mais forte, havia também dominado o elemento do fogo, e suas conjurações de armas estavam mais resistente. Fora Murtaugh, Nuvem Branca havia dito que não havia um guerreiro capaz de poder derrota-lo, se Drack foi capaz de derrotar dez guerreiros, o que um homem que já tinha experiencia e era considerado por um grande chefe indígena como um poderoso guerreiro poderia fazer.
Naquela noite os índios não acenderam fogueiras, apenas acertavam os assuntos da batalha.
-Vamos atacar em três direções, pelo sul, oeste e leste do acampamento, se fugirem para o norte os caçamos depois, com três grupos separados para atacar o acampamento e um outro para se dirigir a tenda do líder dos brancos -, diz Hachita.
-O grupo para atacar a tenda do chefe, tem que ser feito pelos mais fortes, outros só irão atrapalhar -, diz Cervo Veloz.
-Sim, Será você Cervo Veloz, Lobo Marrom, Raoni, Pequeno Castor e Nantay -, afirma o chefe.
-Certo, os mais valorosos guerreiros entre os Navajos e os Xavantes, o cão branco não terá nenhuma chance -, diz Raoni.
Naquela noite antes do amanhecer, a horda de índios invade o acampamento dos mercenários da Black Marsh, abaixo de gritos e barulhos dos cascos dos cavalos, a confusão instalada no acampamento é colossal, homens que estavam dormindo saem de suas tendas sem intender o que estava acontecendo, muitos são mortos saindo de suas tendas pelas flechas dos índios, logo o pequeno grupo que estava de guarda se organiza e a batalha começa, o susto do ataque surpresa passa, e o combate chega no seu ápice, muitos índios caem depois da organização dos mercenários, mas eles ainda são mais numerosos que os soldados. Então o grupo para atacar a tenda de Murtaugh liderados pelo Cervo veloz se dirigem a sua tenda quando, Nantay e Pequeno Castor invadem primeiro, mas antes que os outros pudessem entrar logo atrás os dois homens voam de dentro da tenda pela entrada e acertando os outros três que vinham logo atrás, fazendo os cinco homens caírem bem no meio do pátio, quando se levantaram viram que Pequeno Castor e Nantay já estavam mortos, com uma enorme marca em seus peitos, como se tivessem sido acertados com algo bem pesado, então os três homens veem saindo lentamente de sua tenda, Murtaugh, um homem com uns dois metros, robusto, não tinha cabelo e suas veias na cabeça eram claramente visíveis o que dava um ar de monstruosidade no homem, ele usava uma apenas uma camisa preta com um lenço vermelho caindo no pescoço, uma faixa branca em sua cintura, luvas pretas de couro e calça preta. Diferente dos seus guerreiros que usavam armas e armaduras de ferro.
-Mas que gritaria dos diabos é essa aqui fora? -, diz o homem enquanto sai da sua tenda ajeitando suas luvas pelo pulso.
-O que esses galináceos estão fazendo no meu acampamento? -, diz o homem enquanto vê melhor a situação e começa a ficar vermelho de raiva.
-Viemos acabar com todos vocês, malditos cães brancos -, diz Raoni enquanto parte pra cima de seu oponente, portando duas machadinhas.
Mas quando Raoni pula pra atacá-lo, antes que pudesse finalizar o golpe, Murtaugh o acerta um soco bem no meio do rosto, fazendo o jovem voar de volta.
Lobo Marrom e Cervo Veloz se olham, eles nem haviam visto o golpe, mas não podiam recuar agora, então os dois homens partem junto para cima de Murtaugh, mas antes de terminem seus golpes, Murtagh agarra Lobo Marrom pelo pescoço com uma das mãos e com a outra acerta o pescoço de Cervo Veloz que imediatamente cai no chão, então Murtagh pisa em cima do homem o pressionando no chão. Do outro lado do campo, Nuvem Branca vê toda a cena e parte em direção a Murtagh, mas antes que tomasse terreno, Raoni já recuperado do primeiro soco parte pra cima de Murtagh, que lança Lobo Marrom para o lado e chuta Cervo Veloz pro outro, então o homem toma uma postura como se fosse dar um soco, então seu punho começa a brilhar como se muita energia fosse canalizada nele, então quando ele parte para socar e obviamente eliminar Raoni que olhava para ele sabendo que a sua morte seria certa caso aquele soco o atingi-se, mas antes que o soco pudesse acertar Raoni, Drack aparece em alta velocidade em baixo do soco do homem, com às duas mãos ele se apoia no chão enquanto com um movimento ele chuta o braço de Murtaugh, que voa para trás com o golpe.
-Ora ora, parece que vocês têm alguém que sabe se divertir -, diz Murtaugh enquanto se recompõe e limpa a poeira de seu corpo.
-Você esta bem Raoni? -, diz Drack enquanto toma postura para enfrentar seu oponente.
-Si,si,sim -, diz o jovem que havia sido salvo da morte certa pelo garoto que ele havia tanto desprezado.
-Se consegue se mover, tire os outros daqui -, diz Drack apontando para Cervo Veloz e Lobo Marrom que estavam inconscientes.
-Certo -, diz o jovem se levantando e indo em direção aos seus amigos.
-Quem disse que eu irei permitir? -, grita Murtaugh enquanto parte na direção de Raoni para desferi-lo um soco.
-Seu oponente sou eu -, grita Drack enquanto acerta o homem com um chute bem no estômago que voa para cima da sua tenda, a destruindo toda.
De repente uma energia monstruosa toma conta de onde o homem caiu, uma pressão gigantesca, uma luz azul como uma fumaça começava a sair do homem enquanto se levantava.
-Esta bem carneirinho, matarei você antes dos seus amigos, já que insisti tanto -, diz Murtaugh enquanto parte pra cima de Drack.
Os dois homens começam em um embate corpo a corpo, socos e chutes para todo lado, era o estilo de Murtaugh o combate mano a mano só com os punhos, mas Drack estava se adaptando bem a esse estilo de lutar, os socos e chutes de Murtaugh eram violentos e rápidos, muitos eram esquivados e outros bloqueados por Drack, que aparentava ser levemente mais rápido que seu oponente, em um soco Murtaugh lança Drack para trás, que está no ar quando o homem se aproxima e disfere outro soco, esse aparado pela sola do pé de Drack que é lançado alto no céu, então em um movimento Drack junta uma grande quantidade de ar e invoca " Grande Chama do Imperador " e lança pela boca uma enorme onda de fogo que cobre todo o céu e parte em direção a Murtaugh, Murtaugh toma novamente sua postura de soco, canalizando a energia em seus punhos e então o homem dispara "Demon First" disparando uma onda de energia pelo seu punho, indo na direção das chamas, as dissipando no ar. Enquanto Drack retorna ao chão.
-Nada mal, nada mal -, diz Murtaugh a Drack.
-Digo o mesmo -, diz Drack tomando uma postura mais séria.
-Então vamos ver o quanto você vai aguentar garoto -, diz Murtaugh partindo novamente para cima de Drack.
Mas seus golpes agora estavam mais rápidos e mais fortes, e Drack quase não conseguia lidar com eles, quando é acertado em cheio no rosto, e seu corpo lançado longe com extrema violência.
-Ora, ora, o que houve carneirinho? cansou de brincar? -, diz Murtaugh enquanto dá um sorriso sinistro.
Drack se levanta com certa dificuldade, aquele golpe havia doido, escorria sangue de sua testa.
-Drack, você esta bem? -, pergunta Dragoon em sua cabeça.
-Estou sim, isso ta ficando interessante -, responde o rapaz da mesma forma.
-Vamos ver até onde meu poder pode ir-, pensa Drack enquanto canaliza toda sua energia para liberá-la, de repente em sua mente vem uma palavra, - Dragon eyes - , diz o jovem enquanto começa a aumentar sua percepção das coisas a sua volta e seus olhos mudam, tomando uma forma mais animalesca.
-Isso é impossível -, berra Murtaugh , - esses olhos não aparecem a milhares de anos - , diz o homem partindo pra cima do rapaz.
Mas os golpes de Murtaugh agora não eram mais tão impactantes, eles haviam ficado lentos, ou a percepção e reflexo de Drack havia aumentado, golpe após golpe Drack esquiva de todos, golpeando Murtaugh de volta no processo, a batalha dos dois começa a tomar mais intensidade conforme Murtaugh vai recebendo golpe atrás de golpe de Drack, a raiva do homem começa a ficar cada vez mais forte, que começa a desferir golpes cada vez mais destrutivos, todos desviados por Drack , que agora estava sempre um passo a frente na luta, em um soco de direita dado por Murtaugh, Drack se agacha ficando bem perto da cintura do homem, onde ele carregada uma esfera de energia em sua mão e a acertando bem no estomago do homem, que voa para longe com a violência da habilidade, Murtaugh cai no chão cuspindo uma enorme quantidade de sangue. Sem dúvidas era uma habilidade poderosa. Murtaugh estava todo ensanguentado e machucado, a intensidade da luta e as sequências de golpe de Drack no homem o reduziram a uma pilha de musculos esfarrapados.
-Tenho que admitir, não esperava achar alguém assim aqui -, diz Murtaugh encurvado completamente exausto, o homem estava todo machucado, sangue escorria de quase todas as partes do seu rosto.
-Tá na hora de acabar com isso -, diz Drack enquanto conjura uma espada em sua cintura.
Murtaugh não diz nada, carrega novamente sua energia nos punhos e parte pra cima de Drack, então em uma habilidade ele se teleporta para a frente do jovem, desferindo um monstruoso soco de cima para baixo, mas o movimento não havia passado despercebido pelos novos olhos de Drack, que agora podia ver através das habilidades das pessoas, com um movimento o jovem se teleporta para cima de Murtaugh, ficando no ar, enquanto Murtaugh golpeia com violência o chão.
-Flash -, diz Drack enquanto realiza um golpe cortante na velocidade da luz no homem. Decepando a cabeça de Murtaugh.
Quando todos que estavam em combate ainda no acampamento param para ver a cena.
-Impossível -, diz um dos soldados.
-IAAHHIIIIIIIIII -, gritam todos os índios levantando suas armas para cima. Ao mesmo tempo que os soldados largam as deles em forma de rendição.
Mas antes que Drack pudesse comemorar o jovem cai desmaiado exausto, havia usado muito de seu poder, em habilidades que ele nem sabia ainda que tinha, e seu oponente era formidável.
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2020.09.24 05:05 DrackNael Capítulo 6 Traição no palácio

Traição no palácio

Quando Ulter Pendragon foi morto na batalha das planicies cinzentas, Camelot se viu em uma situação dificil, pois seu Rei havia morrido e o herdeiro recém havia nascido e não poderia governar até a maior idade, aos 16 anos, então só restou a Nero irmão mais novo de Ulter e também Lord de Praven, ficar como regente do reino até Artur assumir o trono, então com o reino sobre seu comando Nero decidiu dividir Camelot em duas, transformando Praven na capital de Camelot do leste, um ato que fora justificado para que pudesse governar melhor o reino da sua capital, e a cidade de Camelot pudesse governar melhor as terras do oeste, que ficaram então responsáveis por Merlin o tutor de Artur.
Mas agora que Artur havia feito 16 anos, Nero havia o convidado para se dirigir a Praven onde ia dar um banquete em comemoração ao futuro rei antes da sua coroação em Camelot no mês que vem, então Artur preparou uma comitiva real e se dirigiu a praven no litoral leste das terras de Camelot, uma viagem de 7 dias. A viagem ocorrerá bem todo o caminho e a comitiva chegou em segurança em Praven. Onde Nero os estava aguardando, com os preparativos do banquete sendo feitos.
Depois de todos instalados em seus aposentos, Artur é convidado por Nero a ir ao seu encontro em seu escritório.
-Então como está o futuro rei do mundo? -, Diz Nero abrindo os braços para dar um abraço no rapaz enquanto sai detrás da sua mesa.
-Estou bem tio, mas acho que rei do mundo é um pouco de exagero, não? -, diz o jovem terminando de abraçar seu tio, e se dirigindo para sentar em uma das cadeiras na frente da mesa.
-Exagero? Claro que não você sera o homem mais poderoso do mundo, todos irão temer você, quem sabe pode até mesmo guiar uma campanha contra os bárbaros do norte e usá-los de exemplo! -, diz o homem enquanto se dirigi para se servir uma bebida em uma mesinha junto da parede.
-Não quero governar pelo medo tio, já havíamos conversado sobre isso antes, quando pediu minhas tropas para guerras no norte, quero meu povo feliz e vivo! -, diz o príncipe.
-O mundo não é um grande arco-iris Artur um dia você vera isso, só espero que não seja tarde demais dai! -, diz o homem enquanto se ajeita na cadeira.
-Eu sei, o senhor já me disse isso antes, não sou ingênuo, e não estou sozinho, tenho grandes pessoas do meu lado! -, diz o jovem, não gostando do assunto da conversa.
-Assim espero meu sobrinho! -, diz o homem enquanto da um grande gole em sua bebida.
-Bom irei pros meus aposentos descansar, sabe quando os preparativos do banquete estarão prontos? -, pergunta o rapaz enquanto se levanta para se retirar.
-Não sei ao certo, um dia a mais outro a menos, quando estiver lhe aviso não se preocupe! -, diz o homem enquanto se levanta para se servir novamente.
Já em seus aposentos, Artur recebe a visita de Merlin.
-E então, tudo bem jovem príncipe? -, pergunta o mago.
-Sim! -, diz o jovem meio pensativo.
-O que o preocupa? -, pergunta o homem que havia reparado no olhar pensativo do rapaz.
-Porquê meu tio fez a gente viajar até aqui para um simples banquete? Sendo que eu ainda nem fui coroado, e era mais fácil ele ir até Camelot e ficar por lá, do que eu ter que vim até aqui, ter que voltar e depois ele ter que ir para lá para a minha coroação! -, diz o jovem meio inquieto.
-Hum, fazia tempo que vocês não se viam, quem sabe ele queria se aproximar de você antes de se tornar rei -, diz o mago começando a ficar pensativo também, pois conhecia Nero melhor que Artur, era um homem suspeito sempre foi, na batalha que resultou na morte de Ulter, Nero e seus homens eram para ser os reforços do rei na batalha, mas nunca chegaram la o que resultou da ida pessoalmente do rei no campo de batalha, que resultou a sua morte, Nero disse que a carta com os pedidos de reforços nunca chegou nele, mas ela havia sido enviada pelo próprio merlin e selada com a mais poderosa das magias e o mensageiro era o melhor cavaleiro do reino que nunca fui encontrado depois disso. Mas não era um assunto pra preocupar o futuro rei, afinal ele não tinha provas, e nem sabia exatamente do que acusar Nero.
-É talvez possa ser isso, da última vez que nos vimos foi quando eu tinha 9 anos e vocês foram pedir minha autorização para invadir as terras do norte, algo que eu recusei na ocasião por conselho seu Merlin, e algo que meu tio voltou a me pedir hoje a tarde! -, diz o jovem enquanto se deitava na cama para pensar e descansar um pouco.
-Eu sei alteza e fico grato por ter me ouvido na ocasião, Camelot não tem nada a ganhar invadindo o norte, nossas fronteiras são bem defendidas por Borus, Tristão e Percival, não ha motivos para uma invasão! -, diz o mago.
-É eu sei, mas por algum motivo meu tio insiste em querer varrer aquela gente do mundo, vai saber o motivo! -, diz o jovem se virando para o lado.
-Deixarei o senhor descansar agora alteza, com licença! -, diz o mago saindo do quarto.
Do lado de fora da porta do quarto do príncipe está parado em guarda um homem alto, forte, de cabelos longos, que se perdem boa parte em baixo do seu elmo prateado, segurando uma lança em uma das mãos.
-Se alguém vier ver o príncipe me avise por favor Lancelot, tenho que dar uma volta -, diz o mago para o homem.
-Sim senhor, posso saber aonde vai? -, pergunta o homem mantendo a postura.
-Irei ver se acho algum segredo nessa linda cidade -, diz ele se afastando.
Mas as palavras de Artur haviam colocado um pouco de dúvida na cabeça do mago, afinal estava certo não havia motivo pra eles terem viajado até ali para um simples banquete, sendo que no mês que vem Artur seria coroado e haveria um grande festival na capital. Então o mago foi para o seu quarto, onde começou a conjurar magias, primeiro começou colocando barreiras de proteção em seus mais valiosos aliados, o príncipe, ele mesmo e os 3 cavaleiros reais que os acompanhavam, Merlin era um mago poderoso podia conjurar poderosas magias a distância, as de proteção apenas bastava estar a uma distância razoável e se concentrar em quem gostaria de lança-las, ainda bem que todos os quartos dos membros do grupo eram um do lado do outro, então começou a concentrar sua energia através do castelo, procurando focos mágicos, quando percebeu que havia uma poderosa barreira em volta do palácio, mas era normal ja que abrigava um rei e um regente, más ainda assim era uma mágia bem poderosa, e ele não sabia de magos tão fortes assim na corte de Nero, foi quando ele viu um foco de energia poderoso no subsolo do palácio, protegido por uma barreira de ocultação, provavelmente seriam cristais de energia, somente eles poderiam ter um foco tão grande assim de energia sem estar ativo, cristais de energia eram poderosos, ele eram carregados com a energia de uma ou várias pessoas até um limite, e poderiam ser usados para criar enormes explosões quando estressados, que poderia ser facilmente ativado por alguém que estivesse focado neles. Era algo suspeito sem dúvidas, mas Merlin não podia fazer nada a não ser esperar para ver.
Dois dias depois Artur e seu pessoal recebem a notícia de que os preparativos do banquete estavam prontos e que o banquete seria realizado essa noite.
-Já estava na hora -, diz Artur se dirigindo a Merlin que estava com ele em seu quarto.
-Me pergunto porquê os preparativos de um banquete demorarem tanto, sendo que chegamos a 2 dias e nenhum outro convidado chegou depois, achei que Nero estivesses esperando mais pessoas! -, diz Merlin pensativo.
-Vai saber, meu tio é assim! -, diz o jovem não dando muita bola para as dúvidas de Merlin.
Naquela noite o jovem e seus quatro acompanhantes se dirigiram para o salão principal onde seria o banquete, duas mesas grandes e compridas foram colocadas uma em cada lado da sala, com um grande espaço no meio das duas, aparentemente parecia que haveria algum tipo de apresentação. Artur e seus amigos se sentaram em uma das mesas, havia pouco mais de vinte pessoas fora eles e o próprio Nero que se sentava em uma mesa sozinho que ficava na ponta das duas grandes e virada para frente. O banquete tem início, alguns homens tocam um pouco de música no canto do salão enquanto todos bebem, comem e se divertem, depois de um tempo Nero anuncia que haverá uma apresentação em homenagem ao seu sobrinho que agora era um homem e futuro rei de Camelot, então pouco tempo depois um grupo de 6 homens entra dançando no salão o que aparenta ser uma dança, mas com demonstração de batalha, pois todos usavam uma adaga e simulavam combate entre si, mais atrás vinha outro homem, usando uma túnica que cobria todo seu corpo e usava uma mascará negra, em uma das mãos vinha se apoiando em um cajado como se fosse manco, enquanto dizia algumas palavras em tom poético, a música fica mais animada e densa. Más então Merlin tem um pressentimento, e quase na mesma hora todos os membros do seu grupo também, pois afinal eram todos guerreiros experientes sabiam quando algo estava errada e seu sexto sentido era aguçado, todos os 4 homens resolveram se concentrar mais no que estava acontecendo a sua volta, Dagoneth já levou a mão no cabo da sua espada que estava na sua cintura, Simão foi largando o copo de bebida na mesa e colocando a mão em cima de uma das facas da mesa, Lancelot já foi se preparando para proteger Artur se algo acontecesse, Merlin já segurou firme seu cajado que estava sempre com ele, menos Artur que continuou da mesma forma prestando atenção no show aparentando não perceber nada de errado. Quando os homens que estavam fazendo o show de repente partem pra cima da mesa do príncipe, com um movimento do seu cajado Merlin lança todos pra longe com uma espécie de soprão de ar, de repente todos os outros convidados do banquete se transformam usando as mesmas roupas que os homens do show usavam, aparentemente eram todos do mesmo grupo, então o homem de túnica que estava citando seus versus conjura uma magia fazendo com que vinhas brotem do chão e agarrem Merlin, imobilizando o mago e retirando dele seu cajado e o lançando para longe, nisso Lancelot se levanta virando a grande mesa onde estavam, já conjurando sua lança em suas mãos.
-O que é isso tio? Ficou loco? -, diz Artur a Nero que estava rindo loucamente sentado na sua cadeira.
-Matem, matem eles, matem todos -, berra Nero em um estado de loucura.
Todos partem para cima do grupo, eram muitos para se enfrentar, com um movimento Lancelot salta por cima da mesa entrando em combate com vários homens, era um excelente guerreiro não se deixaria intimidar por simples assassinos, Dagoneth saca sua espada, também pulando a mesa para entrar em combate, Simão parte em direção ao mago que estava prendendo Merlin, no caminho nocauteia um dos assassinos com um gancho de direita, outro vem em sua direção e ele lança a faca que tinha pegado da mesa bem em sua garganta, e com um movimento das mãos ele faz a adaga do homem caído voar para sua mão, o mago tenta se proteger criando uma barreira de fogo bem na sua frente para ele não passar, mas o cavaleiro não teme e salta por dentro dela, apunhalando o mago bem no peito, mas detrás do mago surge um outro homem que empala os dois com um espinho gigante de gelo, quando o mago que Simão havia apunhalado começa a se rachar e quebra em pequenos fragmentos de gelo, era uma cópia de gelo do mago real, mas toda aquela confusão foi o suficiente para Merlin se soltar e agarrar seu bastão.
-Juntem-se rápido -, grita ele para os membros do grupo.
Então com um sorriso o mago que havia matado simão ativa todas as cargas de cristais de energia que estavam colocados em baixo da mesa onde o grupo estava, e uma grande explosão acontece varrendo metade da sala onde eles estavam, criando uma enorme destruição, metade da parede havia caído, fumaça e poeira para todo o lado.
-Você esta louco Mesmero? Quer me matar junto? -, grita Nero que se levanta coberto de poeira.
Mas conforme a poeira vai baixando vem a mostra que o grupo não foi morto, Merlin com seu enorme poder conjurou uma poderosa barreira em volta deles, mas a explosão foi violenta de mais e o mago usou muito da sua energia, só restando uma coisa a se fazer.
-Sinto muito Artur-, diz ele se dirigindo ao príncipe que se levantava tossindo por causa da poeira.
Então com um movimento o homem conjura uma magia de teletransporte, levando Artur, Lancelot e Dagoneth pro lado de fora da cidade.
-Hahaha -, começa a rir Mesmero, -então você percebeu que eu havia lançado uma magia de destruição em você -, continuou ele enquanto dava risada.
-Ligação de alma -, diz Merlin ajoelhado exausto, - um truque tipico de alguém da sua laia -, diz o mago enquanto é cercado.
-Mate-o, mate ele -, diz Nero aos homens.
-Não façam isso! -, diz Mesmero, -Ligação de alma é uma magia bem poderosa e destrutiva, quando o aprisionei com as vinhas, eu a usei, pois sabia da sua magia de teletransporte, sem dúvidas suas habilidades fazem jus a sua fama meu amigo -, diz o homem se aproximando de Merlin.
-E o que é essa ligação de alma? -, pergunta Nero enquanto procura naquela destruição toda algo para beber.
-Quando eu a uso em alguém, se essa pessoa se afasta muito de mim ela explode, se ela fica sem energia, ela explode, se eu morro, ela explode, no final tudo termina em uma explosão não é mesmo? -, diz Mesmero parando na frente de Merlin.
-Então por que não podemos mata-lo agora? -, pergunta Nero enquanto se serve de uma jarra de vinho quebrada que achou nos escombros.
-Por que meu adorável futuro rei, se essas coisas acontecem com ele, acontecem comigo também não é mesmo? -, diz ele olhando para Merlin.
-Então o que me impede de ti matar agora? -, diz Merlin olhando bem nos olhos de Mesmero.
-Um sacrifício?? owwn que nobre, mas nós dois sabemos que você esta com quase nada de energia meu amigo, poderia tentar uma última magia, mas com essa energia não seria uma boa o suficiente e você se sacrificaria em vão, gostaria de tentar a sorte? -, diz ele enquanto da uma gargalhada.
Mas o mago nada diz, apenas abaixa sua cabeça, havia subestimado seu oponente, colocou a vida do seu pupilo e príncipe em risco, Merlin estava sentindo uma tremenda humilhação.
-Levem-no para o calabouço -, diz Mesmero aos homens.
-Quanto tempo vai durar essa magia? -, questiona Nero.
-Algumas horas, não da pra desfaze-la é uma faca de dois gumes, vamos trancafia-lo, preparei uma sela com várias magias, ele não poderá sair de lá nem se teletransportar la de dentro, ficara la para sempre-, diz Mesmero com um tom confiante.
-Então podemos mata-lo quando terminar o efeito não? -, pergunta Nero.
-Se você quiser arriscar em entrar em uma cela com o maior mago do mundo com as energias já restauradas vá em frente, só me avise antes para eu estar bem longe! -, diz Mesmero enquanto se dirige para a saída.
-Bom trabalho Mesmero, agora vá preparar as tropas para a guerra civil, caso seus assassinos não consigam encontrar Artur -, diz Nero enquanto pega um pedaço de carne para comer.
-Irei preparar as tropas, dois dos maiores cavaleiros do reino estão com ele, tivemos sorte em conseguir matar um aqui, Lancelot vai estar em alerta agora, eu não confiaria que conseguiremos pegar o garoto -, fala Mesmero sumindo na porta.
-EU QUERO A CABEÇA DELE MESMERO, OU SERÁ A SUA!!! -, grita Nero enquanto joga a carne e sua taça na parede.
Do lado de fora da cidade.
-Merlin, Simão! -, diz Artur caindo ajoelhado, com os olhos lacrimejando, -, mas como? porquê?-, diz ele enquanto cai no choro, totalmente sem consolo.
-Temos que ir Alteza, seu tio provavelmente vai mandar gente atrás de você, se a intenção era assassiná-lo ele não vai parar agora, sinto muito -, diz Lancelot enquanto coloca a mão no ombro do rapaz.
-De um tempo para ele Lance! -, diz Dagoneth.
-Não há tempo a perder, sinto por Simão e Merlin-, Diz Lancelot,- mas eles morreram protegendo o senhor, não podemos deixar que tenha sido em vão, o senhor tem que ficar em segurança rápido -, diz ele se dirigindo a Artur, que começa a se levantar limpando as lágrimas.
-Sim, você tem razão, Nero pagará por isso, com sua vida -, diz Artur disparando um olhar furioso para a cidade.
-Temos que sair das estradas, e tomar um caminho diferente para Camelot -, diz Lancelot, -Vamos para o sul, depois para o Oeste, paramos na cidade de Heisemburg, la pedimos um contrato com a guilda de aventureiros, mais algumas pessoas podem disfarçar nosso grupo em uma caravana mercante -, termina Lancelot.
-Mas com que dinheiro criaremos um contrato na guilda? -, pergunta Artur.
-Nós temos nossas bolsas com capacidade ilimitada, temos muito dinheiro guardado dentro delas -, completa Dagoneth.
-Então vamos, não há tempo a perder, livrem-se de suas armaduras e itens brilhantes, teremos que nos misturar a pessoas comuns para não chamar atenção -, diz Lancelot.
Então logo após se organizarem o pequeno grupo parte para o sul.
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2020.09.23 20:59 Vedovati_Pisos Gestação Coletiva de Matrizes Suínas: tudo o que você precisa saber

A gestação coletiva de matrizes suínas é um novo modelo que traz mais competitividade para a suinocultura nacional, proporciona qualidade de vida às porcas no período da prenhez e ainda faz vivê-las por mais tempo. É a gestação coletiva, que já tem sido adotada por produtores brasileiros, visando a atender os princípios de bem-estar animal e as tendências do mercado internacional.
Quando utilizada corretamente pelo criador de suínos, junto a outros elementos importantes como um pisos para baias suínas adequados, aumenta o conforto e bem-estar das matrizes. O que melhora a qualidade e eficiência da reprodução dos animais dentro da fazenda.

O que é bem-estar animal?

O bem-estar animal não é mais opcional, e sim uma exigência regulatória de mercado. Segundo Broom e Fraser (1986), o bem-estar (BEA) de um indivíduo é seu estado em relação às suas tentativas de adaptar-se ao seu ambiente.
Importante esclarecer e especificar o que é bem-estar, segundo Hanne Martine Strabursvik Bem estar é a “ciência que estuda o efeito do manejo e tratamento do animal e busca efetivas soluções para evitar sofrimento desnecessário, e também limitar perdas econômicas”.
Assim, podemos dizer que o Bem-Estar Animal (BEA) pode ser definido como:
O estado físico e mental de um animal em relação às condições em que vive e morre.
Um animal experimenta um bom grau de bem-estar se o animal estiver saudável, confortável, bem nutrido, seguro, não estiver sofrendo de estados desagradáveis, como dor, medo e angústia, e for capaz de expressar comportamentos que são importantes para seu estado físico e mental.
A gestação coletiva de suínos já é bastante conhecida em diversos países do mundo. E a eficiência de sua aplicação é validada por suinocultores de praticamente todos os cantos do mundo.
Neste conteúdo, você vai saber tudo sobre a gestação coletiva de suínos. O que ela é, como pode ser implementada, seu funcionamento e as vantagens e benefícios para os suinocultores que a praticam.

Gestação coletiva de suínos, o que ela é afinal de contas

A gestação coletiva de matrizes suínas é uma das mais novas adesões em boas práticas para melhorar a suinocultura.
Essa prática consiste na substituição da forma como as matrizes suínas são mantidas em confinamento durante o período de gestação. Ela se baseia na mudança de um modelo individual para um coletivo no confinamento das matrizes prenhas.
A prática dominante na suinocultura era que cada matriz suína em gestação fosse colocada em uma baia individual. Ela ficaria assim durante toda a gestação, até o nascimento dos leitões.
O sistema de celas de gestação para porcas ainda é o mais usado no Brasil, com fêmeas mantidas isoladas, privadas de interagir com o grupo, andar ou explorar o ambiente.
Desde cerca de 1970, essa foi a prática mais comum no setor, considerada praticamente uma unanimidade. E é bem verdade que o uso de baias individuais melhorou a produtividade das matrizes e a qualidade do ambiente em termos sanitários.
Porém, levar em conta o bem-estar animal é uma necessidade cada dia mais presente. E por isso, mais e mais criadores estão adotando a gestação coletiva. Que nada mais é que passar a colocar as matrizes suínas prenhas em baias coletivas.

Como funciona a gestação coletiva das matrizes suínas

No Brasil, a Embrapa, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e várias universidades pesquisaram esse novo sistema de produção e estão realizando vários seminários para disseminação da nova metodologia de produção de suínos.
Em sua base, trata-se de colocar os animais em período gestacional em um único alojamento coletivo. Não há uso de baias individuais previstos neste sistema uma vez que esteja completamente assimilado pelo criador de porcos.
O que significa, neste caso, que as matrizes ficam em alojamentos coletivos durante todo o seu período de gestação até o nascimento dos leitões.
Porém, também é possível fazer uso tanto das baias individuais como coletivas durante a gestação das matrizes. Por exemplo, as matrizes podem ser colocadas em baias individuais durante um período da gestação (geralmente 4 a 5 semanas iniciais), e no período restante elas podem ser colocadas em baias de gestação coletivas.
A principal finalidade do sistema de gestação coletiva é dar mais conforto e bem-estar as matrizes, melhorando a sua saúde. O que também estimula uma melhor qualidade da produção de leitões e, futuramente, da carne dos animais.

Como essa melhoria no conforto e bem-estar é alcançado por essa prática

As baias coletivas permitem que as matrizes suínas possam se expressar e se manifestar com naturalidade durante a gestação.
Esta prática visa permitir que as porcas possam caminhar, se espreguiçar, fuçar a terra e muito mais. Sem falar que os suínos são animais gregários, que gostam de formar grupos de convívio. O que é estimulado pela gestação coletiva em oposição a gestação em gaiolas ou baias individuais.
Enfim, nas baias coletivas é possível que as matrizes possam agir com mais naturalidade e liberdade. E isso gera menos estresse para o animal pois permite que elas caminhem (o que melhora a qualidade das articulações, músculos e ossos), permite que elas interajam com as companheiras. Isso torna o ambiente mais complexo e mais apropriado para elas.
Ou seja, o uso das baias coletivas dá as matrizes um ambiente mais livre e que — por permitir que o animal se mova livremente — gera mais conforto e bem-estar durante a gestação dos leitões.
Mas o aumento do conforto e bem-estar não é garantido apenas pelo uso das baias coletivas. E existem requisitos gerais para que essas baias promovam mais qualidade de vida as matrizes durante a gestação.

Requisitos de espaço nas baias coletivas

Ao colocar a gestação coletiva de matrizes suínas na prática é importante que o criador tome alguns cuidados com requisitos para as baias.
Um deles é a densidade por matriz suína dentro da cocheira de gestação coletiva. A densidade mínima necessária para garantir o espaço adequado para as matrizes é de 2,4m² por matriz.
Sem essa densidade de espaço por matriz, as porcas gestantes não conseguem se movimentar bem e se acomodar corretamente nas baias. E com isso, a gestação coletiva de matrizes suínas fica prejudicada, pois não há como gerar conforto e bem-estar para os animais em espaços apertados.
É preciso levar esse detalhe em conta sempre na hora de começar a trabalhar com a gestação coletiva.

A gestação coletiva aumenta a produtividade das matrizes

Quando se fala de gestação coletiva de matrizes suínas, existe um mito comum de que ela poderia causar aborto. A base para essa ideia é que as porcas poderiam se movimentar muito durante a gestação, bem como brigarem entre si.
E esses dois fatores, movimentação excessiva e brigas entre as porcas, podem prejudicar os fetos e levar a morte prematura dos leitões.
No entanto, estudos recentes feitos pela Embrapa, Mapa e a Associação Brasileira de Criadores comprovam que isso não é verdade.
A taxa de parição é maior entre porcas que passam boa parte ou toda sua gestação em baias coletivas. Em muitas das análises, os índices de nascimento foram superiores a 90%, o que é uma significativa melhora na produtividade da criação.
Vale ressaltar ainda que as brigas entre as matrizes geralmente ocorrem quando há problemas no manejo e observação do sistema. Por exemplo, quando a ração não é distribuída em quantidades suficientes para as matrizes, podem haver brigas pelo recurso entre os animais.
Outro fator que pode levar a brigas e ferimentos nos animais em gestação é uma densidade inadequada por animal nas baias coletivas.

Alguns dados importantes da gestação coletiva

Até 2026, JBS, BRF e Aurora devem adotar o uso de gestação coletiva em todo seu plantel
Segundo o médico veterinário Cleandro Pazinato, o sistema de alojamento de gêmeas de gestação coletiva é um modelo de produção que tem tido uma aderência cada vez maior.
Nos Estados Unidos praticamente 1/3 de suas matrizes já são alojadas em gestação coletiva, na Austrália chegando próximo de 100%, Nova Zelândia já com 100% e a União Europeia desde 2013 com 100% do seu plantel alojada em baias de gestação coletiva.
A JBS S.A. confirmou que irá trabalhar para que toda a sua cadeia de fornecimento de suínos seja adaptada ao sistema de gestação coletiva até 2025, abandonando totalmente o uso de celas de gestação

Desafios da gestação coletiva para suinocultores

A gestação coletiva de matrizes suínas é uma prática que está se popularizando no Brasil. E que vai continuar ganhando mais e mais espaço no cenário nacional da suinocultura por conta dos benefícios que trás a criação de porcas.
Mesmo assim, é bom salientar que a gestação coletiva também possui seus desafios. Tanto na implementação quanto no trabalho contínuo com este sistema em uma criação de matrizes.
Um desses desafios é que a gestação coletiva é um sistema que demanda maior atenção e qualidade de manejo e supervisão das matrizes. É o que aponta o pesquisador Osmar Dalla Costa, que faz parte da unidade de suínos e aves da Embrapa.

Custos e oportunidades da adoção do sistema

O sistema de gestão coletiva de matrizes suínas gera, em algumas vezes, certa apreensão dos suinocultores.
Essa apreensão não é relacionada a um possível medo sobre o resultado entregue. A mudança para a gestação coletiva tem respaldo internacional de países como os Estados Unidos e Europa. A preocupação dos suinocultores com estes sistemas recai sobre os custos iniciais de aplicação.
Dependendo do sistema, o suinocultor precisará alterar estruturalmente a granja. Aquisição de equipamentos, adoção de novas técnicas de manejo e mesmo o treinamento de colaboradores está previsto entre os custos de implementação da gestação coletiva.
Porém, o aumento de produtividade e a abertura a novos mercados consumidores (estes preocupados com a elevação na qualidade da carne que o bem-estar animal gera) tornam o investimento compensatório.

A importância de um piso de qualidade para as baias

O piso das baias é um dos elementos chave para a boa implementação de um sistema de gestação coletiva.
É importante que a baia das matrizes conte com pisos de qualidade e que sejam adequados para suínos. Afinal, pisos ruins para as baias podem ser um ponto que vai gerar estresse no animal, podendo assim prejudicar a prática da gestação coletiva.
Pisos de concreto são abrasivos, ou seja causa o desgaste dos cascos das matrizes, e isso, predispõe a porca a rachaduras e lesões nos cascos.
E não só isso, pisos inadequados também podem levar as porcas a sofrerem com a claudicação.
Ao colocar em prática a gestação em grupos de matrizes suínas, o criador deve garantir que as baias tenham um piso de borracha adequado.
Tanto para garantir que os animais possam se locomover com segurança, evitando escorregões, quanto diminuindo a ocorrência de problemas nos cascos.

A Vedovati Pisos é o lugar certo para os pisos das suas baias coletivas

A Vedovati Pisos é uma das principais referências nacionais quando o assunto é pisos de borracha para animais (bovinos, suínos e equinos). Com anos de experiência em diversos segmentos pisos e estrados de borracha, temos compromissos em garantir qualidade, eficiência e o melhor retorno para o suinocultor.
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2020.09.23 17:23 Vedovati_Pisos 11 Esportes com cavalos para conhecer e se encantar

Você conhece um ou mais esportes com cavalos?

O cavalo é uma espécie de animal amiga e companheira do homem desde os primeiros passos da humanidade e da civilização.

Sua docilidade, inteligência e versatilidade, permitiram que esses animais pudessem ser empregados em diversas atividades. Geralmente relacionadas ao trabalho, como o transporte de cargas e pessoas.

Afinal, estamos falando de animais fortes e com boa resistência para o trabalho.

No entanto, os cavalos também são empregados em atividades voltadas ao lazer e ao esporte. Neles, os cavalos são animais que costumam dar um verdadeiro show com sua inteligência e capacidade física.

Neste artigo, reunimos 11 esportes com cavalos que vale muito a pena conhecer, se encantar… E por que não, praticar algum desses esportes equestres, não é mesmo?

Sem mais delongas, vamos começar.

1# Doma Clássica: sutileza e elegância nos esportes com cavalos
Vamos começar a nossa lista de esportes equestres com a Doma Clássica.

Também conhecida por “adestramento” ou “dressage”, a doma clássica é um dos mais elegantes esportes com cavalos. Ela faz parte das modalidades de esportes de equitação que fazem parte dos Jogos Olímpicos.

Nas Olimpíadas, esta é uma das modalidades mais exigentes, tanto para cavalos quanto para seus domadores. E nas apresentações qualquer falha ou deslize é punido com a perda de pontos preciosos.

A doma clássica é o esporte equestre que tem como principal objetivo a exaltação da majestade do animal. O eixo principal deste esporte são a força, habilidade e a beleza do cavalo. E o objetivo principal do esporte é de que o cavalo consiga responder perfeitamente aos comandos do jóquei.

As provas presentes na modalidade da doma clássica devem ser executadas com estrita harmonia e equilíbrio. Que só podem ser alcançados quando existe uma grande sintonia entre o animal e seu jóquei.

Nas apresentações deste deste esporte equestre é esperado que o cavalo seja capaz de demonstrar serenidade e imponência.

O cavalo deve conseguir executar perfeitamente movimentos como piaffe, passage, pirueta e caprioli. Esses são os parâmetros introdutórios da prática de equitação formam a base para a prática e competição na doma clássica.

Essa modalidade é tida como uma das mais elegantes e nobres entre os esportes com cavalos. É extremamente charmosa e bonita de se ver, especialmente para qualquer um que ame cavalos.

2# Corrida a Galope: um dos mais tradicionais esportes equestres
A Corrida a Galope é um dos esportes com cavalos mais tradicionais que existe. Ele é intenso, e gera muita adrenalina para quem assiste uma corrida, e mais para quem participa de uma.

Também conhecida como turfe ou corrida hípica, a corrida a galope é um dos esportes equestres mais antigos que se tem registro. Ela é praticada desde a época da Grécia Antiga, o que dá uma dimensão do apreço que a civilização tem por esse esporte com cavalos.

Hoje em dia, a forma do esporte mais popular é o turfe, praticado conforme sua origem na Inglaterra durante o século XVII. Até mesmo o termo turfe vem de “Turf”, que era a palavra usada para designar as corridas de cavalo na Inglaterra.

Nesta modalidade de esporte equestre é comum que os espectadores das corridas possam apostar em seu cavalo favorito.

Na corrida a galope os competidores conjuntos formados por um cavalo e um cavaleiro ou “jóquei”. A competição se dá em pistas preparadas especialmente, em hipódromos.

Os competidores do turfe saem ao mesmo tempo de um único ponto da pista e vence quem completar o percurso em menos tempo. Os percursos variam entre provas de cancha reta com 400 metros, até 4000 metros.

E neste caso de provas com percursos maiores as corridas são denominadas de Grandes Prêmios.

No entanto, atualmente as distâncias mais frequentes nos percursos de corridas são 1000 metros, 1600 metros e 2400 metros.

Os cavalos das raças Puro Sangue e Quarto de Milha são os mais recomendados para a prática deste esporte equestre.

3# Polo com Cavalos: equinos e o seu “futebol”
O Polo é o único do esportes com cavalos que, em alguns aspectos, até lembra o futebol.

O esporte é praticado com duas equipes com quatro cavalos montados cada, dois atacantes, um meio-campo e um defensor. O objetivo é marcar gols por meio de guiar uma bola, feita de madeira ou plástico, até a baliza usando tacos de bambu da Índia.

As partidas de polo equestre duram, geralmente, menos de uma hora para terminar. Ela é dividida em períodos conhecidos como Chukkas, que duram cerca de 7 minutos e meio. A equipe vencedora num jogo de polo equestre é a que tiver marcado mais gols ao fim do último chukka.

Os jogadores precisam trocar de baliza a cada gol marcado, para evitar que condições geográficas possam favorecer um time em específico. Os cavalos precisam ser trocados a cada um dos chukkas, e cada cavalo só pode ser utilizado duas vezes por jogo.

Além disso, o polo equestre possui outras regras e requisitos, como a altura do cavalo por exemplo.

Existe certa dúvida quanto a origem deste esporte com cavalos. Muitos acreditam que o esporte surgiu na Índia, por meio de uma prática similar que tinha a finalidade de caçar pequenos roedores.

Outros já acreditam que o esporte como conhecemos hoje surgiu na China, séculos antes de Cristo.

Existem algumas raças de cavalos que são preferidas pelos praticantes de polo equestre. Entre essas raças estão o quarto de milha, mangalarga, sangue puro inglês e o cavalo crioulo.

O polo equestre é um dos esportes com cavalos mais divertidos. Se possível, vale muito a pena praticá-lo.

4# Volteio: elegância, equilíbrio e confiança entre cavalo e cavaleiro
O quarto da nossa lista de esportes equestres é o Volteio. Foi um esporte que surgiu durante os tempos de guerras, onde os cavaleiros precisavam subir e descer de seus cavalos com rapidez.

Com o tempo e a repetição destes movimentos, os cavaleiros ganhavam precisão e suavidade para descer e montar no cavalo. Muitos creditam as suas origens a Europa na Idade Média, pois atualmente o esporte é muito forte na França e Alemanha.

De acordo com a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), o volteio é uma modalidade esportiva equestre de técnica e equilíbrio. No volteio artístico, como também é conhecido, a estética e a harmonia entre animal e montador são características muito valorizadas.

Neste esporte, o volteador (quem monta o cavalo) precisa executar acrobacias em cima do lombo do animal. O que já seria uma tarefa complicada com o cavalo parado, mas neste esporte as acrobacias devem ser realizadas enquanto o cavalo galopa.

No Brasil, as categorias do volteio A, B, C e D seguem integralmente o regulamento internacional.

Porém, ainda existem mais duas categorias aceitas pela CBH, a categoria E e categoria F. Essas duas categorias extras contemplam, nas apresentações, exercícios e acrobacias mais simples de série obrigatória.

De acordo com a CBH, a razão para essas duas categorias serem aceitas é a de fomentar o esporte em todo o país com mais facilidade.

Não existe uma recomendação específica de raças de cavalos para a prática do volteio. No entanto, é recomendado que os cavalos escolhidos sejam altos, fortes e calmos.

Além dessas recomendações, também é importante que o cavalo e o volteador tenham um bom vínculo. É preciso que haja muita confiança e respeito entre o animal e a pessoa que vai montá-lo.

5# Enduro Equestre: velocidade, força e resistência
O quinto dos esportes com cavalos que trazemos hoje para você é o Enduro Equestre ou Raid.

O Enduro Equestre foi inspirado no serviço de correios dos Estados Unidos da segunda metade do século XIX, quando as entregas ainda eram feitas a cavalo.

No Brasil, a primeira competição de Enduro Equestre aconteceu em 1989, no município de Tremembé em São Paulo. No ano seguinte, o enduro foi oficializado como esporte equestre pela CBH.

De forma geral, o enduro consiste em uma corrida entre cavalos de média ou longa distância. O percurso dessa corrida pode variar entre 35 a 160 quilômetros, o que torna competições rápidas impossíveis.

As competições ocorrem entre conjuntos formados por um cavaleiro ou amazona e um cavalo ou égua. Nenhum dos membros de um conjunto podem ser trocados durante uma competição.

O enduro também é um dos esportes com cavalos que conta com modalidades diferentes. Essas modalidades são definidas segundo a velocidade praticada, que pode ser livre ou controlada.

Na modalidade livre do enduro, a luta dos competidores é contra o relógio sempre. Vence o conjunto de competidores que chegar na frente dos demais. No entanto, é importante pontuar que há pausas na competição (vet-checks) que devem ser respeitadas.

Essas pausas são usadas para descanso e verificação das condições físicas do cavalo.

Quando a corrida é controlada, estipula-se um tempo limite para a conclusão do percurso. E vence aquele que completá-lo primeiro, ou o que chegar mais perto de concluir ele ao fim do tempo.

Conforme o regulamento do FEI, cada conjunto competidor deve ter acesso ao mapa da trilha e da localização de todas as paradas obrigatórias.

Os cavalos mais indicados para a prática do enduro equestre são os da raça Puro Sangue Árabe (PSA).

6# Vaquejada: o mais brasileiro dos esportes com cavalos
A vaquejada é com certeza um dos esportes com cavalos que mais tem a cara do brasileiro. Ela é extremamente conhecida em todo o país, principalmente na região nordeste.

Este esporte movimenta o mercado onde os eventos ocorrem, gerando emprego e renda. Bem como movimenta o mercado de compra e venda de cavalos, suplementos e rações.

As vaquejadas são vistas como uma tradição cultural nordestina, o que de fato são. Afinal, elas surgiram a partir das conhecidas pegas de gado no meio do mato da região nordeste brasileira.

O gado era marcado e solto no mato, e então os vaqueiros perseguiam os animais a fim de reuni-los no meio do mato.

Muita gente a acreditar que elas só ocorrem na região, o que não é verdade. Atualmente, a vaquejada é um esporte equestre que já conta com todo um circuito nacional.

Para a prática do esporte atual é necessário dois vaqueiros, chamados de puxador e esteireiro. O boi é solto para correr na pista e ambos os vaqueiros devem acompanhar o animal.

O puxador é o vaqueiro que deve derrubar o boi no chão. Já o esteireiro fica responsável por encurralar o boi entre os dois cavalos e numa altura que ajude o puxador a derrubar o boi.

Depois de derrubarem o boi, ambos os vaqueiros precisam conduzir o animal e derrubá-lo novamente em um local indicado.

A vaquejada ainda é vítima de muitas críticas e preconceito, pois muitos acreditam ser um esporte que maltrata animais. No entanto, a ABVAQ (Associação Brasileira de Vaquejada) vigia a prática e estabelece regras para garantir o bem-estar e saúde dos animais envolvidos no esporte. Uma dessas regras é a proibição do uso de objetos cortantes na prática do esporte, como as esporas.

7# Jogo de Piquetas: velocidade, precisão e destreza com armas
O jogo de piquetas é um dos esportes equestres com origens muito antigas, medievais no mínimo. Ele é praticado em todo mundo com algumas diferenças pontuais, e é reconhecido pela Federação Equestre Internacional (FEI).

Esse é um dos esportes com cavalos que mais exige precisão e destreza de seus participantes.

O cavaleiro utiliza uma espada ou lança enquanto monta o cavalo. E com o objeto que estiver segurando ele deve conseguir recolher alguns objetos colocados no chão a certa distância.

Esses objetos são bem pequenos, como um anel ou uma fatia de limão por exemplo. O que exige uma boa visão e precisão do cavaleiro.

O jogo de piquetes costuma ser jogado em competições com dois conjuntos de cavaleiro ou amazona e seu cavalo. Eles disparam de um mesmo ponto munido de suas armas e ganha o que chegar primeiro no local do objeto e conseguir pegá-lo.

Em algumas variações do esporte, se colocam os objetos são colocados suspensos entre 1,5 a 2,5 metros.

8# Salto: um dos mais refinados e exigentes esportes com cavalos
O salto é dos esportes mais exigentes e ao mesmo tempo divertidos de todo o hipismo.

Nele, o conjunto formado entre cavaleiro ou amazona e cavalo devem percorrer todo o percurso no menor tempo possível. Ou pelo menos o mais próximo possível do tempo ideal estabelecido para a competição.

Mas isso não é tudo, o conjunto deve transpor uma série de obstáculos ao longo de uma pista feita de grama ou areia.

Ao todo, o conjunto deve transpor um total de 10 a 15 obstáculos. Esses obstáculos são:

• Cerca
• Quádruplo
• Tríplice
• Duplo
• Muro
• Oxer
• Triplo
• Cerca
• Fosso de Água
• Paralelas
Os obstáculos ficam ordenados em uma pista que varia entre 700 a 900 metros de percurso. Já a sua altura varia entre 0,40m até 1,65m dependendo da categoria da competição.

Para determinar o tempo ideal para a prova é feito um cálculo que usa a extensão do percurso em metros dividido pela velocidade da prova e multiplicado por 0,95.

O Salto faz parte dos esportes com cavalos presente nas Olímpiadas. Ele exige o máximo de perfeição possível do competidor, mas ao mesmo tempo é divertido.

9# Prova de Três Tambores: um esporte de precisão e explosão
A Prova de Três Tambores é outro dos esportes com cavalos mais emocionantes existentes. Ele requer animais fortes e rápidos e cavaleiros ou amazonas precisos e intensos.

Na Prova de Três Tambores o conjunto formado por cavalo e cavaleiro ou amazona devem realizar um percurso no menor tempo possível. Neste percurso estão dispostos três tambores de forma triangular.

O percurso começa com uma partida em alta velocidade, onde o tempo inicia quando o focinho do cavalo cruza a fotocélula. O conjunto percorre cerca 18 metros até chegar no primeiro tambor, onde devem contornar o tambor perfazendo um ângulo de 360°.

Então, o conjunto precisa contornar os outros dois tambores e encerrar a prova se dirigindo para o ponto de chegada.

A Prova de Três Tambores é uma competição de velocidade, mas que exige precisão. O conjunto não pode derrubar tambores ao contorná-los, pois são acrescidos ao tempo final 5 segundos para cada tambor derrubado.

10# Seis Balizas: agilidade e coordenação entre cavalo e cavaleiro
O próximo dos esportes com cavalos da nossa lista de hoje é a Prova de Seis Balizas. Uma modalidade onde agilidade, velocidade e coordenação entre cavalo e cavaleiro ou amazona são fundamentais.

Como a prova de três tambores, nas competições da prova de Seis Balizas vence quem completar o percurso em menos tempo.

O percurso da prova consiste em seis balizas sequencialmente colocadas, distantes 6,5 metros uma da outra.

Cavalo e cavaleiro (amazona) devem partir em linha reta até a primeira das seis balizas. Ao chegar nela, o conjunto deve contornar a primeira baliza e passar a costurar, em alta velocidade, cada uma delas.

Ao chegar na última baliza o conjunto deve voltar em alta velocidade costurando novamente entre as balizas até a primeira. Então, o conjunto finaliza a prova voltando para o ponto de chegada em uma linha reta paralela ao ponto de partida.

O tempo final é definido quando o focinho do cavalo cruza a fotocélula do ponto de chegada. Caso uma ou mais balizas sejam derrubadas, somam-se 5 segundos ao tempo final por cada baliza derrubada.

Esse é um esporte muito emocionante e que qualquer pessoa pode praticar, mesmo que apenas pela diversão.

11# Cavalgada: o mais simples e divertidos dos esportes com cavalos
Pra finalizar nossa lista com 11 esportes equestres temos a tradicional cavalgada. Considerada como um dos esportes com cavalos mais simples, divertidos e acessíveis a todos. Embora ela também possa ser realizada por razões cívicas, religiosas, lazer, etc.

A cavalga consiste no ato do cavaleiro ou amazona montar num equino e realizar um passeio. Esse passeio não possui qualquer medida de percurso obrigatória, e pode ser feito em marcha, trote ou galope.

A cavalgada é considerada o esporte com cavalo mais acessível pois qualquer pessoa pode praticar. Você não precisa ser um atleta, nem ter um cavalo altamente treinado, para participar de uma cavalgada.

Na verdade, você não precisa nem mesmo ter um cavalo no seu nome. Só precisa visitar um local onde possa montar em um e passear. O que é muito fácil, pois existem diversos Hotéis Fazenda e agências de esportes de aventura que oferecem passeios em todo o Brasil.

Os locais onde se pode cavalgar variam infinitamente. É possível fazer cavalgadas por estradas de terra, em fazendas, florestas, etc. Simplesmente não existem limitações dos locais e belas vistas que você pode apreciar em uma cavalgada.

As cavalgadas tem uma característica muito interessante que não é encontrada na maioria dos esportes com cavalos. Este esporte ajuda a promover a interação familiar, pois passeios com toda família não são apenas possíveis, como incentivados.

Na cavalgada temos as comitivas, passeios à cavalo que podem chegar a milhares de pessoas. Elas são marcadas por um espírito coletivo muito forte, e são muito divertidas para quem ama cavalos e exploração de novos lugares..

Origens da Cavalgada e qual o melhor cavalo para o esporte
As origens da cavalgada estão imediatamente ligadas a domesticação dos cavalos existentes. Ela ocorreu assim por toda a África, Europa e principalmente no Oriente Médio.

No Brasil, a cavalgada ganhou seus primeiros registros durante a época da ocupação de territórios nos séculos 17 e 18.

Este esporte não exige cavalos atléticos, extremamente preparados. No entanto, a raça Mangalarga Marchador é considerada a mais eficiente para a prática deste esporte. Outras raças que ganham a preferência de cavaleiros e amazonas para as cavalgadas são a Quarto de Milha e Marchadores.

Dentre todos os esportes com cavalos a cavalgada é o mais fácil e acessível, e é capaz de proporcionar experiências maravilhosas. Qualquer pessoa que considere praticar um esporte equestre deve ao menos experimentá-la.

Agora, independente de qual dos 11 esportes com cavalos você decida praticar, saiba que o seu cavalo precisa estar com a saúde em dia. Só assim ele poderá ter a melhor performance possível.

E você pode aprender 7 dicas para manter seu cavalo sempre saudável na nossa matéria abaixo.

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2020.09.21 04:57 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 9)

Vamos fechar A Tormenta de Espadas.
Assim como ocorreu com a tomada de Ponta Tempestade, Stannis tem muitas recompensas narcísicas ao ajudar a Patrulha da Noite. Ele se instala na Torre do Rei (que não é nenhum trono de ferro, mas já significa algo), consegue uma vitória esmagadora, captura centenas de prisioneiros, enxerga oportunidades nos castelos e terras abandonados da Patrulha e encontra Jon Snow.
Sim, Jon Snow é tratado pelo Rei de Pedra do Dragão como um sinal de R’hllor, pois seus planos inicias limitavam-se em chegar até a Muralha:
Pode ser que me engane com você, Jon Snow. Ambos sabemos o que se diz dos bastardos. Poderá faltar a você a honra de seu pai, ou a perícia de seu irmão com as armas. Mas é a arma que o Senhor me deu. Encontrei-o aqui, tal como você encontrou o esconderijo de vidro de dragão aos pés do Punho, e pretendo usá-lo. Nem Azor Ahai venceu sozinho a sua guerra.
(ASOS, Jon XI)
Stannis também está novamente em seu ambiente, se preparando para uma guerra. Em vez de estar sentado, isolado, derrotado e tendo que decidir se sacrifica uma criança para realizar uma antiga profecia, Stannis está ouvindo relatos de primeira mão de pessoas que viram o inimigo em carne (gelo) e osso. Até pelo Portão Negro o rei se interessa.
Diferentemente de estar apático e entregando o controle dos homens a outras pessoas (como estava fazendo em Pedra do Dragão), Stannis volta a seu papel de comandante com punho de ferro. Os homens da Patrulha notam facilmente a diferença entre os homens do Rei e os homens da Rainha:
Aqueles eram homens do rei, porém; Sam rapidamente tinha aprendido a diferença. Os homens do rei eram tão terrenos e ímpios como quaisquer outros soldados, mas os da rainha eram fervorosos na sua devoção a Melisandre de Asshai e ao seu Senhor da Luz.
(ASOS, Samwell IV)
O sabor da vitória na Muralha também reaviva o senso de justiça de Stannis.
O Rei Stannis mantém bem os seus homens na mão, isso é evidente. Deixa-os saquear um pouco, mas só ouvi falar de três selvagens estupradas, e os homens que o fizeram foram todos castrados.
(ASOS, Samwell IV)
Vestido como um homem comum da Patrulha da Noite, pode-se dizer que o rei está de volta a sua confortável simplicidade. Entretanto, ainda usa um broche com seu coração flamejante.
Estava vestido com os mesmos calções, túnica e botas negras que um homem da Patrulha da Noite usaria. Só o seu manto o distinguia: um pesado manto dourado forrado de peles negras, e preso comum broche coma forma de um coração flamejante.
(ASOS, Jon XI)
Eu não saberia afirmar com certeza, mas ao falar apenas do pequeno broche sem mencionar a coroa, GRRM nos dá a impressão de que Stannis estaria menos disposto a ostentar símbolos religiosos que causassem estranheza. De fato, Stannis chega a Castelo Negro portando dois estandartes, um da Casa Baratheon e outro com o coração flamejante.
Flutuando sobre eles vislumbravam-se os maiores estandartes vistos até então, estandartes reais grandes como lençóis; um amarelo com longas pontas, que exibia um coração flamejante, e outro que era como uma folha de ouro martelado, com um veado negro empinando-se e ondulando ao vento.
Robert, pensou Jon durante um momento louco [...]
(ASOS, Jon X)
Eu não duvidaria que a idéia de usar ambos os estandartes tenha vindo de Davos, pois ele já observara que o veado coroado poderia funcionar para elevar o moral dos aliados da Casa Baratheon e intimidar inimigos:
No topo das ameias da Fortaleza Vermelha flutuavam os estandartes do rei rapaz: o veado coroado de Baratheon no seu fundo dourado, o leão de Lannister sobre carmim. […] O coração flamejante estava por toda parte, embora o minúsculo veado negro aprisionado nas chamas fosse pequeno demais para se ver. Devíamos ter hasteado o veado coroado, pensou. O veado era o símbolo do Rei Robert, a cidade rejubilaria ao vê-lo. Esse estandarte de um estranho só serve para colocar os homens contra nós.
(ACOK, Davos III)
Entretanto, convém observar que, aparentemente, o estandarte Baratheon clássico é maior do que o Coração Flamenjante:
O grande, o dourado com o veado preto, é o estandarte real da Casa Baratheon – disse Sam para Goiva, que nunca antes tinha visto bandeiras. – A raposa comas flores são da Casa Florent. A tartaruga é de Estermont, o peixe-espada é de Bar Emmon e as trombetas cruzadas pertencem aos Wensington.
São todos brilhantes como flores. – Goiva apontou. – Gosto daqueles amarelos, como fogo. Olhe, e alguns dos guerreiros têm a mesma coisa nas blusas.
Um coração flamejante. Não sei de quem é esse símbolo.
Descobriu bastante depressa.
(ASOS, Samwell IV)
O que isso quer dizer? Provavelmente nada, afinal Stannis ainda está firme me sua aliança com Melisandre.
Homens da rainha – disse-lhe Pyp […] -– mas é melhor que não ande por aí perguntando onde está a rainha. Stannis deixou-a em Atalaialeste, coma filha e a frota. Não trouxe mulher nenhuma além da vermelha.
(ASOS, Samwell IV)

É como dizem. Esta é que é a sua verdadeira rainha, e não aquela que deixou em Atalaialeste.
(ASOS, Jon XI)
O rei ainda fala em entregar prisioneiros às chamas como método de execução:
– Enquanto seus irmãos tentam decidir quem deve liderá-los, eu tenho falado com este Mance Rayder. – Rangeu os dentes. – Um homem teimoso, esse, e orgulhoso. Não vai me deixar outra escolha a não ser entregá-lo às chamas.
(Jon XI)
Inclusive, quando Jon Snow aponta que seus votos o impedem de aceitar a oferta de Stannis, Melisandre apresenta argumentos inteiramente baseados em sua fé e ainda fala em queimar represeiros, em um gesto explícito de intolerância religiosa, sem que Stannis lhe faça qualquer reprimenda.
R’hllor é o único deus verdadeiro. Um juramento prestado a uma árvore não tem mais poder do que um juramento prestado aos seus sapatos. Abra o coração e deixe que a luz do Senhor entre nele. Queime esses represeiros e aceite Winterfell como presente do Senhor da Luz.
(ASOS, Jon XI)
Então por que Stannis fica desconfortável quando Melisandre declama diante dos homens da Patrulha que ele é Azor Ahai renascido?
[...] todos pareceram surpreendidos ao ouvir Meistre Aemon murmurar:
A guerra de que fala é a guerra pela alvorada, senhora. Mas onde está o príncipe que foi profetizado?
Ele está na sua frente – declarou Melisandre –, embora não tenha olhos para ver. Stannis Baratheon é Azor Ahai regressado, o guerreiro do fogo. Nele, as profecias cumprem-se. O cometa vermelho ardeu no céu para anunciar a sua vinda, e ele traz a Luminífera, a espada vermelha dos heróis.
Sam viu que as palavras dela pareceram deixar o rei desesperadamente desconfortável. Stannis rangeu os dentes e disse:
Chamaram, e eu vim, senhores. Agora têm de sobreviver comigo, ou morrer comigo. É melhor que se habituem a isso.
(ASOS, Samwell V)
A resposta mais óbvia é a de que ser a reencarnação de um herói mítico o lembra dos problemas que ele enfrentou aproximadamente 1 mês antes em Pedra do Dragão, envolvendo o sacrifício de Edric Storm.
Como dito acima, Stannis parece estar confortável em seu antigo papel de comandante militar e rei. Nós vimos a mesma coisa acontecer após a morte de Renly. O que trouxe Stannis à Muralha foi mais o senso do dever do que as previsões de Melisandre.
Sim, devia ter vindo mais cedo. Se não fosse o meu Mão, poderia nem sequer ter vindo. Lorde Seaworth é um homem de nascimento humilde, mas recordou-me de meu dever, quando tudo aquilo em que eu conseguia pensar era nos meus direitos.
(ASOS, Jon XI)
Aparentemente, Davos foi muito competente em conciliar os deveres de Stannis como herói com suas obrigações como rei sem envolver de maneira alguma a profecia de Azor Ahai:
Tinha posto a carroça antes dos bois, disse Davos. Estava tentando conquistar o trono para salvar o reino, quando devia estar tentando salvar o reino para conquistar o trono. – Stannis apontou para o norte. – É ali que encontrarei o inimigo que nasci para enfrentar.
(ASOS, Jon XI)
Esta versão agnóstica de seu propósito de vida parece ter agradado bastante Stannis e se projeta para o futuro da história, como veremos em A Dança dos Dragões. Por isso os discursos de Melisandre sobre profecias orientais parecem um pouco fora do contexto quando ele fala aos irmãos negros.
É interessante notar também que pode ser simplesmente que Stannis continue cético quanto a ser Azor Ahai. Principalmente depois que Melisandre deixou ser enganada por Davos, bem de baixo de seu nariz. Aliás, se o cavaleiro das cebolas refletisse sobre o que a própria Melisandre lhe disse sobre o dom para ver as chamas, poderia até alegar para Stannis que a visão que ele viu no fogo deveria ser uma farsa. A sacerdotisa diz que a leitura das chamas requerem anos de prática e zomba de sor Axell por ter-se dito capaz (talvez porque tenha sido ela quem forjou imagens nas chamas enquanto mostrava a ele):
– O fogo é uma coisa viva – a mulher vermelha tinha dito, quando lhe pediu que o ensinasse a ver o futuro nas chamas. – Está sempre em movimento, sempre em mudança... como um livro cujas letras dança me se movimentam mesmo enquanto se está tentando lê-las. São precisos anos de treino para ver as silhuetas por trás das chamas, e mais anos ainda para aprender a distinguir as silhuetas daquilo que irá acontecer das que mostram o que poderá acontecer ou o que já aconteceu. Mesmo então, é difícil, difícil. Vocês, os homens das terras do poente, não compreendem. – Davos perguntou-lhe então como Sor Axell tinha aprendido tão depressa o truque, mas ao ouvir isso ela limitou-se a dar um sorriso enigmático e dizer: – Qualquer gato pode fitar uma fogueira e ver ratos vermelhos brincando.
(ASOS, Davos VI)
Porém, eu não acredito que seja o caso. Davos não deve ter feito esta conexão. Caso contrário, o comportamento de Stannis seria outro. O Baratheon do meio tem uma tolerância pequena a ser feito de bobo.
Os homens da Patrulha aprendem isso rapidamente com a eleição do novo Lorde Comandante. A demora na escolha deixa o rei furioso a ponto de Stannis fazer diversas ameaças e gestos tolos de vingança, como quando ele deixa os homens da Patrulha ajoelhados por muito tempo sem dar licença para que eles levantem da saudação.
O rei estava zangado. Sam viu-o de imediato. Enquanto os irmãos negros entravam, um a um, e ajoelhavam na sua frente, Stannis afastou o café da manhã de pão duro, charque e ovos cozidos, e olhou-os friamente. A seu lado, a mulher vermelha, Melisandre, parecia achar a cena divertida.
O Rei Stannis manteve os irmãos negros de joelhos durante um tempo extraordinariamente longo.
(ASOS, Samwell V)
O rei também já havia confidenciado a Jon Snow que iria sovar o novo Lorde Comandante a fim de instalar os selvagens na Dádiva:
Vou instalá-los na Dádiva, depois de arrancá-la de seu novo Senhor Comandante.
(Jon XI)
E completa:
Não sou um homem paciente, como os seus irmãos negros estão prestes a descobrir.
(Jon XI)
Mais tarde, Samwell usa estes posicionamento de Stanis para criar um boato de que o rei pretende ele mesmo nomear o próximo Lorde Comandante. Mas não só ele. Os rumores também estão sendo utilizados pelos apoiadores de Janos Slynt.
Se permitirmos que Stannis escolha nosso Senhor Comandante, transformamo-nos em seus vassalos em tudo menos no nome. Não é provável que Tywin Lannister se esqueça disso, e você sabe que será Lorde Tywin quem vai ganhar no fim. Já derrotou Stannis uma vez, na Água Negra.
(ASOS, Jon XII)
Porém, Stannis realmente planejava interferir na eleição da Patrulha?
O rei de Pedra do Dragão fez algumas ameaças contundentes aos irmãos negros que parecem indicar que ele está realmente disposto a interferir nas escolhas da Patrulha.
[...] Seus irmãos escolherão um Senhor Comandante esta noite, caso contrário eu farei desejarem que tivessem escolhido.
(ASOS, Samwell V)
Até mesmo depois de que o processo estava acabado, Stannis continuava ameaçando remover Jon do cargo caso fosse contrariado.
[…] Disseram-me que você é o nonocentésimo nonagésimo oitavo homem a comandar a Patrulha da Noite, Lorde Snow. O que você acha que o nonocentésimo nonagésimo nono diria sobre esses castelos? A imagem de sua cabeça em uma lança poderia inspirá-lo a ser mais prestativo. – O rei pousou sua brilhante espada sobre o mapa, ao longo da Muralha, o aço brilhava como a luz do sol na água. – Você só é Senhor Comandante com meu consentimento. É bom que se lembre disso.
(ADWD, Jon I)
O clima de interferência é tão intenso que isso torna verossímil os boatos que tanto Samwell quanto Alliser Thorne inventaram. Porém, também é forte entre os irmãos a noção de que a interferência é ilegal, como afirma Denys Mallister.
Concordo que seria um dia negro na nossa história se um rei nomeasse o nosso Senhor Comandante.
(ASOS, Samwell V)
Então como explicar que uma pessoa reta como Stannis estaria tentando fazer manobras ilegais para obter um homem que lhe fosse favorável no comando da Patrulha? A resposta é bastante óbvia: ele não está.
Stannis sabe que, se quisesse, poderia facilmente dobrar a Patrulha.
Eu tenho três vezes mais homens do que vocês. Posso ocupar as terras, se quiser, mas preferiria fazer isso legalmente, como seu consentimento.
(ASOS, Samwell V)
Todo este som e fúria de ameaças e protestos são o modo que Baratheon encontrou de fazer com que a burocracia dos irmãos negros não atrapalhe a campanha que ele mal iniciou.
A Senhora Melisandre disse-me que ainda não escolheram um Senhor Comandante. Estou descontente. Quando tempo mais esta loucura vai durar? […] Tenho cativos cujo destino deve ser decidido, um reino que precisa ser posto em ordem, uma guerra a travar. Escolhas têm de ser feitas, decisões que envolverão a Muralha e a Patrulha da Noite. Por direito, o seu Senhor Comandante deveria ter algo a dizer nessas decisões. [...] Se por acaso Lorde Janos aqui for o melhor que a Patrulha da Noite tema oferecer, rangerei os dentes e engolirei esse fato. Não me importa nada quem de seus homens será escolhido, desde que façam uma escolha.
(ASOS, Samwell V)
O rei fala isso mais de uma vez.
Poupe-me de sua bajulação, Janos, que não lhe servirá de nada. […] – Não é meu desejo imiscuir-me em seus direitos e tradições.
(ASOS, Samwell V)
Quanto a Stannis ter mostrado inclinação a retirar seu consentimento com a escolha de Jon, literalmente ameaçando matá-lo, deve ser observado que Stannis poderia ter cumprido suas ameaças naquela oportunidade, mas não o fez. Baratheon provavelmente estava querendo descontar a rasteira sofrida Jon ter sido eleito antes mesmo de aceitar ou negar a oferta de se tornar Senhor de Winterfell. Por isso, todas as ameaças que fez foram vazias, assim como são quase todas, segundo Melisandre:
A mulher vermelha desceu a escada ao lado deJon. – Sua Graça está gostando cada vez mais de você.
Percebi. Ele só ameaçou cortar minha cabeça duas vezes.
Melisandre riu.
São seus silêncios que você deve temer, não suas palavras.
(ADWD, Jon I)
Antes de encerrar as análises de A Tormenta de Espadas, eu gostaria de lhes deixar com um pequena questão que eu não soube responder:
Por que Stannis lembra Catelyn a Jon?
Mas não foi o rosto de Lorde Eddard que viu flutuando na sua frente; foi o da Senhora Catelyn. Com os seus profundos olhos azuis e a boca dura e fria, parecia-se um pouco com Stannis. Ferro, pensou, mas quebradiço. Ela o olhava daquela maneira como costumava olhá-lo em Winterfell, sempre que ele se sobrepunha a Robb nas espadas, nas somas, ou em qualquer outra coisa. Quem é você?, sempre lhe parecia que aquele olhar dizia. Este não é o seu lugar. Por que está aqui?
(ASOS, Jon XII)
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2020.09.15 17:23 anicerandomusername Quem perdoa é Deus

Ultimamente ando pensando bastante sobre o quanto eu me doei e deixei de fazer coisas que eu queria fazer ou que seriam boas pra mim por pensar mais nos outros, isto é, colocar outras pessoas em 1o lugar na minha vida.
Saí de um relacionamento abusivo pouco mais de dois anos e já até estou com outra pessoa, pessoa maravilhosa, diga-se de passagem. Apesar disso, vez ou outra me pego pensando em como fui idiota em perder tanto tempo da minha vida, deixando de fazer coisas que eu gostaria por uma pessoa que pouco deu valor. Já cheguei a chorar no colo do meu atual companheiro pensando sobre essas coisas. Enfim. Além de todas essas questões, vez ou outra esse ex é lembrado pela minha família e eles sempre dizem ''tomara que ele esteja bem''. A pessoa não tinha uma condição financeira das melhores e não fazia a mínima questão de prosperar tampouco plantar um contato legal com a família para que pudessem o ajudar. Eu fiz tudo que eu pude. Tudo. Eu e minha família. E não, ele não tinha motivos relevantes pra não tentar fazer essas coisas. No fim, recebemos apenas ingratidão.
Pois todas as vezes que minha família faz comentários sobre ele, eu... Ahn, digamos que não sentiria a mínima falta se a pessoa viesse a desaparecer do mundo, por exemplo. Passei por coisas inimagináveis, abusos, agressões, enfim, um apanhado de situações por quase 5 anos e quando você se vê nessa situação, você na verdade não vê. E não adianta ninguém te pegar pelo braço e sacudir e dizer ''acorda!'' você mesmo precisa fazer isso.
Bom, tudo bem se eu pensar assim? Eu sei que existe toda aquela coisa de ''ah, a gente tem que perdoar pra poder seguir a vida'' mas eu passei a vida toda perdoando e só tomei no meu cu. Essa pessoa é a única no mundo pela qual eu tenho esse sentimento. Não tenho contato com ele há anos e não me faria mal nenhum se ele por ventura viesse a ser engolido pela terra. Sei lá. Quem perdoa é Deus, né? Eu não sou obrigado a nada.
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2020.09.15 06:37 Hike16 A destruição do tecido industrial brasileiro

Olá, camaradas, quero contribuir para esse sub com um texto que eu e uns camaradas escrevemos, pois acreditamos que os comunistas precisam ter mais acúmulo sobre o desenvolvimento das forças produtivas mas sem que isso se confunda com um desenvolvimentismo cretino. Estamo abertos ao debate, com críticas e apontamentos. Abraços!
Parte I – a importância da indústria
Modos de produção (e reprodução) da vida social são uma unidade de dois aspectos: relações de produção e forças produtivas. A esquerda brasileira em geral costuma com toda a justeza denunciar e almejar uma mudança quase que exclusivamente no primeiro. Cabe perceber que da mesma forma que as relações sociais capitalistas jamais teriam se generalizado se não houvesse o advento histórico da grande indústria de transformação, não pode haver relações de produção plenamente socialistas sem uma correspondente base material muito avançada.
Nesse sentido, quando olhamos o Brasil, vemos vários problemas na produção econômica em solo nacional. No que se relaciona mais diretamente com as relações de produção, vemos uma péssima distribuição da renda nacional, com um índice GINI – que busca esboçar a desigualdade em uma escala de 0 a 1, sendo 1 o mais desigual – de aproximadamente 0,53. Cabe ressaltar que, em países vizinhos, apesar da pobreza, o índice é menor, como é o caso da Colômbia (0,50), Uruguai (0,39), Bolívia (0,42) e Cuba (0,38). No tocante às forças produtivas, estas não são nem um pouco abundantes em termos relativos à população. Hoje, nosso PIB per capita fica na faixa dos 9 mil dólares anuais por pessoa, tendo tido o pico de 13 mil, em 2011. Não é um valor pequeno, de forma alguma, como se verifica em outros países muito mais assolados pelo rapinagem imperialista. Mas está muito longe de estar perto dos países de capitalismo autônomo e avançado, que figuram cifras acima dos 30 mil dólares anuais por pessoa.
É verdade que a produtividade nacional não se impõe como uma barreira imediata e intransponível para o início de uma nova ordem social, como, por exemplo, atesta a valente e forte experiência cubana, ou mesmo a revolução bolchevique partindo da Rússia semi-feudal. Talvez justamente por isso que a esquerda costume focar suas preocupações estratégicas (isto é, quando tem alguma) nos aspectos relativos às relações de produção, além de uma compreensível precaução de não voltar a incidir nas concepções etapistas da revolução brasileira. Trata-se de uma ressalva plenamente justificada: defender a ampliação das condições industriais e produtivas para poder socializá-las com qualidade à maioria da população. Não pode se confundir com ilusões no desenvolvimento da ordem capitalista ou ainda com pretensões nacionais da burguesia nativa, que hoje no Brasil é associada e profundamente dependente do imperialismo.
Ainda que o atraso nas bases econômicas não seja essa barreira intransponível para o início do processo socialista, certamente o é para o seu pleno desenvolvimento. Não pode haver florescimento das capacidades humanas para o/a trabalhadoa, seu ativo envolvimento na vida política e nos rumos do país, sem que haja uma base material arrojada que os libere do trabalho extenuante. Para um país se desenvolver plenamente rumo ao socialismo é condição necessária (mas não suficiente) que ele atinja grau de sofisticação bastante elevado em suas forças produtivas, como se verifica na história da União Soviética e também na China, onde o povo e a força dirigente tiveram que empenhar esforços colossais para superar o atraso tecnológico dessas sociedades. O avanço da revolução socialista nesses países fica tanto mais penoso e dificultado conforme menos desenvolvidas são essas forças produtivas e as relações de produção fruto de sua história.
Nesse sentido, cabe então colocar na ordem do dia o debate sobre os rumos que um país deve adotar para o desenvolvimento de suas capacidades produtivas e da geração de renda, serviços e produtos. A experiência histórica indica que uma indústria manufatureira desenvolvida é condição imprescindível para a geração de riqueza. Ainda que o estágio atual de desenvolvimento do capitalismo possa fazer parecer que o grosso da riqueza está se deslocando cada vez mais para o setor de serviços, sua base material ainda reside na manufatura, pois é na manufatura em que a maior parte do valor é agregada às mercadorias.
Além disso, os serviços sofisticados estão umbilicalmente conectados à indústria. Por exemplo, todos os serviços de informática estão assentados sobre o fato de existir um objeto físico, a saber um computador ou qualquer outro dispositivo, que possibilita a existência desse serviços. Além do mais, o domínio sobre tais serviços sofisticados necessita de um grande desenvolvimento e aprendizado tecnológico, e os países que têm tais domínios são justamente os que têm sua forças produtivas em um grau de maturidade mais avançado. A importância da indústria reside no fato de ser por meio dela que o trabalho humano pode desabrochar muitas de suas potencialidades, como a soma coordenada do trabalho de muitos operários, que é mais produtivo do que a soma simples das partes. Na produção manufatureira, diferentemente dos serviços, a finalidade é um produto, não uma atividade, e portanto a possibilidade de ampliar a produtividade possui menos restrições. Na indústria, temos por excelência a possibilidade de economia de escala e de escopo, que otimizam o potencial produtivo. Assim, sem uma indústria manufatureira desenvolvida, o caminho para a riqueza é impossível.
Entretanto, é comum nos depararmos com objeções postas pelos economistas ortodoxos (neoclássicos, e maiores apologistas da ordem). Para se contrapor à ideia de que uma base manufatureira fecunda é necessária para poder ter desenvolvimento econômico, eles remetem a uma noção desenvolvida por David Ricardo – as chamadas vantagens comparativas. Isto é, um país deveria se concentrar e se especializar em produzir o que ele sabe fazer melhor e com mais produtividade. Por exemplo: se um país tem vastas extensões de terras agricultáveis e recursos minerais abundantes, ele deveria se concentrar nesses setores. Sendo assim, seria capaz de aprimorar cada vez mais tais setores, e isso possibilitaria conseguir trocar suas mercadorias no mercado mundial com tamanha produtividade e eficiência com relação aos demais competidores, que de tal sorte ele conseguiria gerar excedentes e assim adquirir os demais bens que não é capaz de produzir, e se desenvolver – dizem tais mistificadores. Na prática, a vantagem comparativa dos países de capitalismo dependente é produzir bens primários enquanto que as vantagens dos países centrais são a produção de bens industriais de alta tecnologia. Para os defensores dessa visão, o Brasil deveria se focar em aumentar sua produtividade agropecuária e no setor de mineração, e assim as ditas “forças de mercado” conduziriam o país rumo a um crescimento econômico sustentado.
Essa visão é ingênua. De fato, nenhum país (exceto a Inglaterra, de onde tal ideia partiu) se desenvolveu apenas apostando nas suas vantagens comparativas, pois, inicialmente, ninguém dispõe como vantagem de ter forças produtivas avançadas: essas forças tiveram de ser desenvolvidas. Também podemos olhar para os países ricos e constataremos que são – adivinhe, sim! – os países mais industrializados. Se hoje alguns países com altos índices de riqueza per capita não possuem grande participação relativa da indústria, costuma ser porque nestes já houve um pico de industrialização, e agora eles têm grande participação de serviços industriais sofisticados, como a Austrália.
Por outro lado, não podemos cair em uma espécie de “industrialismo ingênuo”, como se tudo se resumisse a um desenvolvimento mais ou menos intrínseco das forças produtivas, ignorando as relações de produção, de propriedade e de trabalho que condicionam, ou em última instância determinam, a alocação do excedente econômico da sociedade. Não menos importante, há que se lembrar da geopolítica do imperialismo, que alavanca os países de capitalismo avançado através da rapina e exploração do restante do mundo, relegando a ele o atraso econômico e a miséria de sua população. Isto é, como via de regra, há sim grande correlação entre países ricos e desenvolvidos com o desenvolvimento de sua indústria, mas rejeitamos um argumento que tome a existência da indústria como explicação simples da riqueza destas nações, algo que simplifique essa questão numa resposta de causalidade unidirecional. Em linhas gerais, simplificadamente, podemos ver que o desenvolvimento industrial de países europeus e dos EUA ao longo do século XIX permitiu que estes gestassem em seu solo grandes monopólios e associações capitalistas que viriam a usar seus respectivos Estados nacionais para seus desígnios comerciais. Com a crescente exportação de capital e a consequente partilha do mundo entre as nações, criou-se uma ordem mundial muito hábil em sufocar os esforços de desenvolvimento autônomo dos demais países. Essa é a situação colocada no cenário internacional a partir do final do século XIX, mas que, mudando o que tem que ser mudado, vigora até os dias atuais com novas determinações. Portanto, ainda que ela tenha cumprido papel indispensável, não é pura e simplesmente pela industrialização que os países capitalistas ficaram ricos, e, nesse sentido, não será pela simples (que de simples não tem nada, na verdade) industrialização que o Brasil superará sua condição de penúria econômica e social – é preciso confrontar a dominação imperialista e seus agentes internos.
Parte II – a tragédia brasileira
Uma coisa importante nem sempre percebida sobre a industrialização de um país é que não basta termos uma boa participação quantitativa industrial na economia nacional para podermos usufruir de todo o potencial qualitativo da indústria. Há uma significativa diferença entre ter indústria e ter um complexo industrial. Isto é, o importante não é apenas ter várias indústrias, mas tê-las em setores que estejam ligados entre si, fornecendo e absorvendo a produção umas das outras. A importância de ter toda a cadeia produtiva em solo nacional é evidente: cada parcela de excedente fica aqui, movimentando a nossa economia. Mais que isso, num momento de instabilidade, de alta demanda por algum produto – como são os ventiladores pulmonares durante a pandemia atual -, vemos que não basta ter dinheiro para querer comprar – quem produz é quem tem vantagem. Se hoje parece “comum” a situação de atraso industrial do Brasil em relação ao mundo, cabe dizer que nem sempre foi assim. A situação atual é produto direto do processo de aprofundamento da dependência e associação das classes dirigentes nacionais ao imperialismo.
Enquanto é verdade que no ano de 1930 o Brasil não viveu uma revolução, o deslocamento das frações de classe no poder alçou a industrialização no país, até então dominado pelas elites rurais. O governo de Getúlio criou importantes bases para que o capitalismo pudesse se desenvolver com força nas cidades, promovendo a industrialização do país. Ao longo das décadas de 1950 até 1970, o Brasil passou por um intenso processo de industrialização, passando de um país essencialmente agrário para uma economia com forças produtivas bastante desenvolvidas, no final da década de 70. O Brasil foi um dos países que mais rápido se industrializou no mundo, tendo atingido taxas volumosas de crescimento. Esse projeto desenvolvimentista teve sua origem nos governos Getúlio Vargas e JK, com a criação de empresas como a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN, financiada pelos EUA em troca da participação do Brasil na II Guerra Mundial) e a Petrobras, que tiveram seu caráter estatal garantido por intensa campanha popular.
Mesmo durante o regime civil-militar, esse projeto desenvolvimentista não foi abandonado – estando presente através do I PND e II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento). Apesar de estar umbilicalmente ligado ao capital internacional, esse projeto não era tão subserviente ao modo que vemos no governo atual. De fato, durante a ditadura civil-militar, o imperialismo ampliou sua dominação sobre o Brasil, mas isso não impediu tais projetos de terem pontualmente desacordos com os interesses imperialistas, como o programa nuclear brasileiro, por exemplo. O combustível para esse desenvolvimento era crédito internacional barato e de longo prazo, e grandes obras de infraestrutura. No ano de 1979, em virtude das crises do petróleo, houve um choque internacional nas taxas de juros, elevando substancialmente o preço do crédito, o que foi um golpe fatal nesse modelo desenvolvimentista. Como consequência disso, ao longo da década de 1980, a economia brasileira sofreu com crise na balança de pagamentos e calote na dívida externa, que havia aumentado massivamente no período anterior e hiperinflação. A estagnação da década de 80 marca o fim do modelo nacional desenvolvimentista.
Ao início da década de 80, a indústria representava algo em torno de 40% da produção nacional, enquanto que, ao longo dos anos 2000, foi para a casa dos 23%, e hoje, com a crise continuada, estamos estacionados nos 18%. Em muitos países, é comum ver uma diminuição relativa da participação industrial em favor do setor de serviços; trata-se de uma tendência geral. Entretanto, os países de capitalismo desenvolvido o fazem após terem obtido um grau de sofisticação industrial que permitiu o desenvolvimento de serviços de alto valor agregado (o chamado de arco da industrialização) – caminho esse que o Brasil definitivamente não seguiu, pois nossa economia apenas diminuiu sua complexidade. Vejamos o que aconteceu que nos conduziu nesse descaminho:
Ao longo de década de 1990, a economia brasileira passa por uma série de transformações importantes com a adoção das políticas econômicas do “Consenso de Washington”. Ou seja, houve uma brusca abertura comercial, uma série de privatizações, além de medidas para a estabilização monetária (Plano Real) – como uma sobrevalorização cambial e altíssima taxa de juros, tendo a SELIC chegado a 40% ao ano. As medidas do Consenso são excessivamente rigorosas, e verdadeiramente implacáveis contra a indústria. A manufatura brasileira, que se desenvolveu com um amplo protecionismo, era posta desnuda para disputar no mercado mundial. Medidas como sobrevalorização cambial e alta taxa de juros, que eram para ser passageiras para a estabilização monetária, se tornaram o padrão, mas são péssimas para a indústria, e contribuíram significativamente para a manufatura brasileira estar nesse atoleiro.
De toda forma, durante os anos 2000, o Brasil pôde finalmente desenvolver sua economia, com uma moeda estável e inflação controlada. Nesse período, o mundo viu a ascensão de um novo gigante econômico: a China, com sua produção manufatureira abundante e barata, e sua colossal demanda por gêneros agropecuários e minerais, que contribuiu para a alta do preço das commodities, experienciada no período. Assim, conjunturalmente, foi vantajoso para o Brasil aumentar sua produção agropecuária e extrativista para a exportação, enquanto que o câmbio, muito valorizado no período, tornava a importação de manufaturas muito mais em conta do que o estímulo à produção interna. O interesse governamental imediato de segurar a inflação se contrapôs no médio prazo à vitalidade de nossa indústria. Assim, com uma melhoria conjuntural, o Brasil acabou por diminuir a complexidade de sua economia, e aprofundou sua dependência econômica de forma estrutural.
Em 2011, era claro para o governo e para os industriais que o cenário macroeconômico precisava mudar para dar chance à nossa indústria. Foi então que este começou a abandonar a gestão super-ortodoxa da economia e passou a adotar a chamada “Nova Matriz Econômica”, vulgo “Agenda FIESP” – grande proponente e articuladora da mudança. Tratava-se de uma diminuição dos investimentos públicos e ampliação das desonerações fiscais, além de uma baixa nos juros e alguma desvalorização cambial, visando a dar mais espaço e competitividade ao nosso setor industrial. Ocorre que não bastavam condições macroeconômicas para que nossa tecnologicamente atrasada indústria nacional pudesse alcançar o desempenho de suas congêneres mundiais. Mais ainda: nesse período, o mundo começou a testemunhar a diminuição do preço das commodities, que, junto da mudança que a economia brasileira vinha operando, diminuiu radicalmente nossa balança comercial e a arrecadação do governo. As desonerações, ao invés de induzirem os investimentos industriais, serviram apenas para os empresários aumentarem suas margens de lucro.
Em 2015, o segundo mandato de Dilma inicia com um verdadeiro estelionato eleitoral, praticando uma agenda econômica exatamente ao contrário do que dizia nas eleições de 2014. A forma de buscar ajustar a situação fiscal do Brasil foi pela agenda ultra reacionária e anti-povo comandada pelo banqueiro Joaquim Levy, que promoveu inúmeros cortes no orçamento na área de bem-estar social e subiu a taxa SELIC para 14,25% ao ano. Desde então, com o decorrer do golpe de 2016, o debate econômico no Brasil parece ter se reduzido somente ao controle fiscal, com a visão ortodoxa hegemônica condenando por princípio os gastos públicos. O câmbio de fato começou a tornar-se mais favorável à indústria, mas faltava o ambiente político e a coordenação institucional para incentivar os industriais a retomar os investimentos. A verdade é que esse setor, como o restante da burguesia, tem muito pouco compromisso com o país para além de sua rentabilidade pessoal. É preferível para estes girar seu capital para a especulação do que tomar os riscos do investimento produtivo, que poderia induzir um crescimento geral.
Para coroar esse processo, tivemos ainda a contribuição da Lava-Jato, operação articulada a partir dos EUA com o intuito de promover um completo massacre no cenário político e econômico brasileiro, nos tornando presas fáceis para o recrudescimento da dominação imperialista. Os efeitos sobre a política todos já conhecem, mas é importante ressaltar que a vilania lava-jatista também recaiu sobre setores-chave de nossa economia. Dentre as várias “inovações jurídicas” da Lava-Jato, a que mais tocou a indústria foi a pena imposta às empresas cujos dirigentes se envolveram em escândalos de corrupção, de impedi-las de participar de licitações por alguns anos. Trata-se de um tremendo absurdo, uma vez que quem fez o ilícito foram pessoas físicas, ainda que dirigentes das empresas. Impedir as empresas de acessarem projetos públicos, na verdade, é impedir o governo de executar suas obras com o melhor da engenharia nacional – que, importante dizer, infelizmente está concentrada em poucos monopólios, tão suscetíveis a esses escândalos. A promiscuidade entre poder público e poder econômico privado é algo imanente no capitalismo; portanto, não se trata aqui de uma defesa moralista de separar o joio do trigo para defender os “empresários honestos”. Trata-se tão somente de denunciar uma medida da justiça destinada a essa finalidade, que não contribui em nada para o combate à corrupção, e somente cria auto-entraves ao desenvolvimento de nossas forças produtivas.
Com isso, vimos pararem as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) e da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco, que acrescentariam enormemente nossa capacidade de refino; podemos citar ainda a Linha 6 do metrô de São Paulo, a Usina Angra 3 da Estação Nuclear Almirante Álvaro Alberto, e outros 90 bilhões de reais em obras paradas que de alguma forma foram afetadas pela Lava-Jato. Mais ainda, a longa saga do submarino nuclear brasileiro (tecnologia que fornece um salto de qualidade operacional à embarcação, essencial para uma marinha contemporânea) também foi interrompida. Nesse caso, não apenas pelo fato de somente a Odebrecht ter capacidade de engenharia para tal empreendimento, como pela vagamente motivada prisão do Almirante Othon, engenheiro-militar brasileiro articulador da tecnologia nuclear no país. Soma-se a isso também a série de operações como a “Carne Fraca” de 2017, que visaram a alcançar frigoríficos do país, afetando duramente sua capacidade de exportação e competição com os monopólios norte-americanos. Ainda que saibamos bem o que significam essas empresas no Brasil, desde a exploração e falta de qualidade de trabalho de seus funcionários até a compra de políticos, não devemos ter dúvidas de que, ainda que não seja essa sua razão de ser, sua participação no mercado mundial é antagônica aos interesses estadunidenses, principalmente neste período de crise mundial continuada. Evidência disso é que, mesmo com a divisão internacional do trabalho empurrando o Brasil para a produção de commodities, os EUA se beneficiaram em 2019 com a política externa imbecil de Bolsonaro, e ampliaram sua exportação de soja para a China no vácuo por nós deixado.
Ao fim e ao cabo, temos o cenário atual, em que a participação da indústria é diminuta (e cada vez menos complexa), os serviços são cada vez menos sofisticados e o setor primário é o salvador da balança comercial. Entretanto, seja no setor da indústria, seja nos serviços, na agropecuária, no mundo financeiro, é imprescindível não perder de vista o caráter dependente e simultaneamente associado de nossa burguesia nativa em relação ao imperialismo. Ela se desenvolveu como “sócia-menor” dos empreendimentos do capitalismo central em nosso país, e desde o golpe de 64 o imperialismo é o setor hegemônico do bloco de forças dominantes no Brasil. Sendo dependente, nossa burguesia articula internamente sua dominação de modo a sufocar as classes subalternas, tanto econômica quanto politicamente, em patamares muito mais intensos do que é necessário no “centro”. Sendo associada, a burguesia nativa brasileira está confortável com essa situação de subordinação, e não possui qualquer projeto como classe para alçar o Brasil a uma condição de capitalismo autônomo, tecnologicamente avançado. Assim, o desenvolvimento tecnológico e em escala de nossa indústria deve ser visto como mais um dos momentos internos ao processo de revolução socialista no Brasil. Trata-se de mais uma das “tarefas nacional-populares”, junto às reformas agrária, urbana, educacional, tributária etc. que a burguesia nativa, diferentemente de suas congêneres europeias, não precisou realizar para instalar sua dominação. Ao contrário de interditá-las por definitivo, a burguesia na verdade joga tais tarefas para as classes subalternas, que deverão cumprí-las no percurso do processo radical de transformação social – como momento interno, e, portanto, não como etapas precedentes – que irá destruir a dominação burguesa (interna e externa) em nossas terras e construir um Brasil livre, soberano, popular e socialista!
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2020.09.15 02:44 josianemoreira Israel e seus Inimigos

Tudo começou na época de Abraão, quando ele e Sara tiveram seu filho Isaque, o filho da promessa, que deu origem ao povo judeu pp.dito. Porém, antes Abraão havia tido um filho com sua escrava Hagar, Ismael, que casando-se com uma egípcia deu origem a doze príncipes que povoaram aquela região. Descendentes de Abraão, Ló e o filho rebelde de Isaque, Esaú, se misturam com os ismaelitas, dando origem aos povos vizinhos (adonitas, amonitas, amalequitas, moabitas, hagarenos, ismaelitas) que juntaram-se aos filisteus, cananeus e outros povos com um único objetivo: – destruir a linhagem da promessa, Israel. Depois vieram os babilônios, os persas, os gregos, os romanos, os turcos, os árabes, e mesmo vários segmentos do cristianismo, como ocorrido na época dos cruzados, a inquisição, os pogroms, o holocausto, as intifadas e agora os terroristas do Hamás, Hisbolah, Isis, e outras facções do Islam, sempre com o mesmo objetivo, a aniquilação de Israel.
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Se o judeu é o povo da Bíblia, então o maior legado de Israel para a humanidade é seu livro divino e inspirado por D´us. O que diz então este livro sobre esta hereditária perseguição e desejo de aniquilar Israel, varrendo-o do mapa?
Foi então que me concentrei nas passagens bíblicas que pudessem trazer luz ou pelo menos uma explicação razoável no sentido de entender a importância de Israel para as nações através do tempo e do plano divino. Portanto, não há como entender a inimizade dos países vizinhos e mesmo a maioria das nações que se posiciona contra Israel sem levarmos em consideração os aspectos espirituais deste conflito milenar.
Meu amigo, apresento a seguir, um contexto bíblico-espiritual na tentativa de explicar o porquê deste conflito. Evidentemente, mesmo os que não crêem na Bíblia poderão conhecer um pouco da história.
Antes de começar, eu gostaria de apresentar neste momento a minha conclusão final: A razão de toda guerra e conflito com Israel está relacionado ao Tikkun Olam (A redenção universal) que virá em breve sobre o planeta Terra e sobre todo o universo. Israel foi comissionado divinamente como nação coorporativa para esta nobre missão. Entretanto, esta missão não o coloca melhor do que nenhuma outra nação, mas faz recair sobre ele uma grande responsabilidade pela qual Israel tem pago um altíssimo preço ao longo de sua existência. A grande verdade é que as forças opositoras do mal ou das trevas, que tanto a Bíblia menciona, sabem que pouco tempo lhes resta para agir (Ap 12:12).
Israel como povo muitas vezes tem se esquecido, ao longo de sua própria história, dessa nobre missão, desse chamado divino e irrevogável. Mas, se recorrermos ao Tanhuma Kdoshim, 10 (um antigo Midrash), escrito antes do Tamuld da Babilônia, veremos que os rabinos da época já entendiam a importância de Israel no contexto universal. Ou seja, Israel é o centro da terra na perspectiva messiânica. Assim, o centro do mundo seria Israel, do mesmo modo que o centro de Israel seria Jerusalém. O centro de Jerusalém seria o Templo; o centro do Templo seria o Aron Hakodesh (a Arca) e o Centro da Arca seria a Torá.
Representação do Midrash Tanhuna Kdoshim: A Palavra do Eterno como centro do universo

Mas, o que é a Torá? No profundo sentido espiritual seria a Palavra de D´us, Sua “davar”ou “logos”. Para mim, a Torá é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, segundo João (1:14), apóstolo e seguidor de Yeshua, o Messias, em sua primeira vinda. Na sua primeira vinda, Yeshua veio para trazer as Boas Novas de redenção para a humanidade; veio como profeta, como Filho do homem (Ben Adam), como gostava de ser chamado. Mas, em sua segunda vinda, virá como Rei (Ben David) e Sacerdote para implantar o Seu Reino Messiânico de Justiça, Paz e Alegria (Rm 14:17), reinando sobre as nações de Jerusalém, exatamente do Templo de Salomão que será reconstruído no Monte Moriá, segundo o profeta Ezequiel.
O profeta Ezequiel, em exílio na Babilônia no ano 598, A.C, entendeu claramente o porquê de Israel estar em exílio por 70 anos. Israel vivia como as demais nações na tríade da idolatria, adultério e apostasia. Ezequiel vê Israel saindo dos propósitos divinos e em luta constante com seus vizinhos. Depois, num outro tempo, Ezequiel vê as nações da terra marchando contra Israel. Sobre isto, gostaria, para efeitos didáticos, fazer uma “midrash” de vários textos bíblicos, resumindo no seguinte:
Os três tipos de inimigos de Israel em três tempos:
I. Primeiro Tempo – Os vizinhos inimigos de Israel.
Os capítulos 25 a 32 de Ezequiel mencionam os vizinhos de Israel como seus inimigos. Todos tem em comum um único propósito: destruir Israel! Quem são eles?
Amon, Moabe, Edom, Filístia, Tiro, Sidon e Egito. Asafe, salmista contemporâneo do Rei David, escreveu no Salmo 83 que os vizinhos inimigos de Israel são: Edom (descendentes de Esaú), Ismaelitas (descendentes de Ismael), Moabe (descendentes de Ló com sua filha mais velha), Hagarenos descendentes de Hagar), Gebal (fenícios e parte do Líbano), Amom (filhos de Ló com a filha mais nova), Amaleque (descendentes de Esaú), Filisteus (habitavam em Jope e Gaza), Tiro e Assíria (parte da Síria e Iraque). No Salmo 83, é dito que esses povos formaram uma liga, um conselho (federação) com um único objetivo: Riscar Israel do Mapa! (Vinde, e apaguemo-los para que não sejam nação, nem seja lembrado mais o nome de Israel – verso 4). Ou seja, podemos fazer uma correlação entre os textos de Ezequiel (25-32) com o Salmo 83 e chegar à conclusão que todos esses povos foram inimigos ferrenhos de Israel e tentaram destruí-lo, impedindo que o povo hebreu conquistasse e tomasse posse da Terra prometida a Abraão, a terra de Canaã. Interessante notar que nenhum desses povos prevaleceu na terra. Todos esses povos possuem vestígios no atual povo árabe, hoje os vizinhos de Israel. E o mais interessante é que o mesmo espírito e desejo de destruir Israel continua vivo. Portanto, Israel deverá estar atento sempre aos seus novos “antigos” vizinhos.
Resumindo:
a) Esses antigos vizinhos foram e serão ainda derrotados no futuro segundo o salmista. Isto nos mostra que existirão países vizinhos de Israel que tentarão alcançar seus antigos objetivos: Apagar Israel do Mapa. Podemos então dizer que esses vizinhos tentarão impedir a existência de Israel, isto é, do povo e da terra de Israel ainda nos dias de hoje.
b) Motivo espiritual: impedir que as profecias messiânicas se cumpram quanto à terra de Israel e seu povo para a chegada do Messias e de seu Reino universal (Tikkun Olam).
II) Segundo Tempo – A coligação das nações, inimigos de Israel.
Representada em Apocalipse como a Grande Babilônia (Ap 17 a 20) constituída por dez reis ou nações ou coligações das nações, onde aparecem figuras como o Dragão (satanás), a Besta e o Falso Profeta (Ap19). A tríade do espírito da Babilônia é a idolatria, a prostituição e a apostasia. Podemos dizer que idolatria é tudo aquilo que afasta o homem do verdadeiro D´us; a prostituição é tudo aquilo que corrompe relacionamentos e valores morais, e apostasia é a conseqüência natural de afastar o homem do Seu Criador, da fé, das bênçãos e promessas. Hoje, vemos claramente que as nações estão se alinhando para a formação desta liga babilônica, onde Israel é o centro dessa oposição. É interessante notar que a Europa tem sido invadida por mulçumanos oriundos dos países árabes e da África, principalmente. Nota-se também que os países europeus tornam-se cada vez mais antagonistas ao Estado judeu. Facções da ideologia nazista tem crescido no mundo todo, bem como o antissemitismo. O espírito do mal que nos tempos bíblicos tentava impedir Israel de se estabelecer e existir, aparece ao longo da história na destruição do primeiro Templo por Nabucodonosor, do segundo Templo por Tito de Roma, seguido depois pelos Cruzados, Inquisição, Pogroms, Holocausto, intifadas, e no momento, a coligação de terroristas islâmicos.
Objetivo final: Tentar impedir a vinda (retorno) do Messias e de Seu Reino Milenar, o Tikkun Olam. Pois segundo as profecias, o Messias Yeshua volta para Israel, não para outro país. Porém, essa “babilônia” será destruída na batalha no Vale do Armagedon, ou Megido, ou Vale de Jesreel, o vale do juízo, onde o Messias adentrará com seus eleitos e vitoriosos, destruindo a besta e o falso profeta, lançando-os no abismo, no lago de fogo e enxofre. O Dragão, satanás, será preso por mil anos (Ap19:20 e 20:2). Quase todos os profetas bíblicos desde Isaías até Malaquias fizeram menção quanto ao “Iom há Din” o grande e temível dia do Senhor, o dia do juízo das nações.
III) Terceiro Tempo – Coligação das nações com Gogue e Magogue contra Israel no final da era milenar
Mesmo após o Reino de D´us ser implantado nesta terra pelo Messias Yeshua (para aqueles que Nele crêem), aparecerão no final da era milenar povos e nações que se rebelarão contra todo o propósito deste Reino messiânico. Inacreditável, mas isto acontecerá segundo as profecias. O profeta Zacarias (Zc 14:16) menciona que neste período de 1000 anos de paz na terra, as nações subirão de ano a ano a Jerusalém para adorarem o grande Rei Messias e para celebrarem a festa de Sucot (Tabernáculos), mostrando a paz no mundo e a alegria por termos um Rei soberano sobre todas as nações. Nesta época haverá três tipos de pessoas vivendo na terra. O primeiro será constituído por aqueles crentes em Yeshua que morreram no Messias, mas que ressuscitaram por ocasião que antecedeu a Sua vinda, no arrebatamento da Igreja, judeus e gentios juntos no Messias (I Te 4:13:16). O segundo tipo foram aqueles crentes que não passaram pela morte, mas também tiveram seus corpos glorificados na vinda de Yeshua (ITe13:15) e o terceiro tipo serão pessoas que nascerão durante a era milenar. Eles levarão uma vida normal no período milenar, mas no final do milênio satanás será solto e levará grande parte desses a uma rebelião contra D´us e o Messias. Porém, serão destruídos pelo fogo que cairá dos céus (Ap20:7-10). Quem serão esses povos que se rebelarão contra D´us no Reino milenar de Yeshua? Ezequiel, nos capítulos 38 e 39, e também Ap 20:8, mencionam Gogue, chefe de Meseque e Tubal, Pérsia, Cuche, Pute, Gomer e Togarma. Quem são esses povos?
Gogue representa uma entidade de satanás. Meseque (filho de Jafé, deu origem aos europeus); Tubal (assírios); Persa (Irã); Cuxe (descendentes de Cão, os Líbios, p. ex.); Gomer (descendentes do filho mais velho de Jafé, os Cimérios, arianos que vieram da Ucrânia e Rússia) e finalmente Togarma (povo de Carmequis, Turquia). Muito interessante analisar que esses povos serão os arqui-inimigos de Israel e do reino messiânico.
Objetivo final: no final do milênio, segundo a Bíblia, haverá o juízo final e a ressurreição de todos aqueles que não passaram pela primeira ressurreição (dos salvos em Yeshua). Portanto, o objetivo de Gogue e Magogue com suas nações coligadas será impedir o Juízo final, por isso, tentarão pela última vez destruir a sede do Reino Milenar, Jerusalém – Israel. Em outras palavras, satanás tentará anular o juízo final e a condenação que virá para seus seguidores (Ap 20:7-15).
Indicação das nações da coligação “Gogue” e “Magogue”
PORÉM, HÁ UM GRANDE MISTÉRIO QUE NÃO PODEMOS ENTENDER, não nos sendo revelado: – Como sendo o D´us de Abraão, Isaque e Jacó, o D´us de Israel, um Deus definido pela Bíblia como AMOR , pode ser chamado pela própria Bíblia de D´us dos Exércitos de Israel (ICr 11:9;ICr17:24; I Sm17:45) ou o D´us das batalhas (Sl24:8; ISm25:28) ou o D´us que adestra as mãos de Israel para a guerra (Sl144:1)?
Lembremo-nos que D´us não muda (Ml 3:6). Ele é o mesmo D´us de ontem, de hoje e de sempre. Portanto, concluímos que Ele continua sendo o D´us dos Exércitos de Israel nos dias de hoje.
Eu não posso entender como um D´us definido como amor, paz, justiça, alegria e tantos outros atributos, pode se posicionar ainda hoje como o D´us dos Exércitos de Israel! Isto é difícil de entender, mas é verdade.
Poucos conseguem ver que D´us trabalha em tempos e propósitos consecutivos: Adão perde pelo livre arbítrio o Reino terreno sob o comando celestial e toda a humanidade tem sofrido grandemente as consequências deste pecado da separação: guerras, fome, miséria, corrupção, perda dos valores morais, deterioração da família, etc. Portanto, D´us dá inicio ao processo de Redenção, escolhendo primeiro um povo e uma terra para se manifestar, mostrando seu propósito, dando a este povo a Sua Torá. Este povo precisaria de aprendizado, de disciplina e de temor a D’us. Assim, D´us o coloca por 430 anos para ser escravo no Egito. Depois, D´us através de Moisés o leva para a terra de Canaã, a terra prometida para que jamais deixassem aquele local. Logo a seguir, D´us levanta seus profetas que preconizam e ensinam sobre a era messiânica e o papel de Israel, em específico, da Tribo de Judá, da qual sairia o Messias em sua primeira vinda. Um grande feito divino que marcou o mundo antes e depois dele foi a redenção individual do Messias há dois mil anos, permitindo às nações, através do Mashiach, usufruir das alianças, das promessas e das bênçãos de Israel. O muro de separação foi quebrado entre Israel e as nações. D´us queria que Seu Reino começasse em cada coração, ainda no interior, na alma, tanto para os judeus como para os gentios que crêem em Seu Filho, o Mashiach!(Ef 2:11-22).
Dois mil anos se passaram. D´us permite que Israel subsistisse entre os povos, ajuntando-os dos cantos da terra e levando-os para a terra de seus pais. Israel floresce como povo e nação, preparando-se para o grande dia em que seus olhos serão abertos e receberão o messias Yeshua como Seu Rei (Rm11:26). Este tempo se aproxima e aqui faremos um parêntese, uma pausa, para que as profecias messiânicas continuem a se cumprir em Israel e no mundo.
Se realmente cremos que Ele é amor, então, só entenderemos no final e no tempo messiânico o porquê de todo este conflito com Israel através da história humana. Lá saberemos e comprovaremos que realmente a humanidade receberá o melhor Dele, o Seu amor! Ele só ama Israel porque ama todas as nações. Ele quer o melhor para as nações e, por isso, escolheu Israel e seu povo para ser a luz para as nações (Isaias 42:6) através Daquele (O Mashiach) que vêm Dele para reinar sobre toda a terra, estabelecendo o Seu shalom, a Paz!
Yeshua, em sua primeira vinda, falou muito deste Reino de D´us que começa primeiro em nosso coração. Mas em breve ele será real! A terra viverá em paz, Israel florescerá e dará frutos ao mundo. As nações da terra subirão a Jerusalém para adorar o grande Rei. O próprio Yeshua, quando se despediu de seus discípulos num Seder de Pesach (Ceia de Páscoa), disse que desde aquele momento não beberia mais do fruto da videira (vinho, kidush de Pesach) até aquele dia em que conosco beberá de novo, no Reino do Pai (Mt 26:29). Ele mesmo declarou à Jerusalém: “Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: “Baruch há Ba BeShem Adonai” – Bendito o que vem em nome do Senhor! (Mt 23:39)
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2020.09.11 23:28 Dannzsche David Graeber sobre a 'Vitória'

Vou só compartilhar um trecho aqui de um ensaio do David Graeber - O Choque da Vitória - É um exercício imaginativo valioso sobre o significado da revolução ou simplesmente da 'vitória' enquanto um processo histórico de ruptura:
"Isto nos leva a uma questão interessante. O que significaria conquis­tar não apenas nossos objetivos de médio prazo, mas também os de lon­go prazo? No momento não está muito claro para ninguém como isso poderia acontecer, pela simples razão de que nenhum de nós tem muita fé remanescente “na” revolução, no antigo sentido dado ao termo nos sé­culos XIX e XX. Afinal, a visão total de uma revolução, de que haverá uma única insurreição em massa ou greve geral e então todos os muros ruirão, é inteiramente baseada na velha fantasia de dominar o Estado. Esta seria a única maneira possível de a vitória ser tão absoluta e com­pleta — pelo menos se estivermos falando de um país inteiro ou de um território significativo.
Para ilustrar, consideremos: o que haveria realmente signi­ficado para os anarquistas espanhóis ter “vencido” em 1937? É impressi­onante quão raro nos fazemos perguntas como essa. Apenas imaginamos que teria sido algo como a Revolução Russa, que começou de modo se­melhante, com a dissolução do antigo exército, a criação espontânea de sovietes. Mas isso foi nas grandes cidades. A Revolução foi seguida de anos de guerra civil na qual o Exército Vermelho gradualmente impôs o controle do novo Estado a cada parte do Império Russo, quisessem ou não as comunidades em questão. Imaginemos que as milícias anarquistas na Espanha tivessem derrotado o exército fascista, e então desfeito com­pletamente e expulsado o Governo Republicano socialista de seus gabi­netes em Barcelona e Madri. Decerto teria sido uma vitória aos olhos de qualquer um. Porém, o que teria acontecido em seguida? Haveriam eles transformado a Espanha em uma não república, um anti­estado estabe­lecido exatamente dentro das mesmas fronteiras internacionais? Haveri­am imposto um regime de conselhos populares em cada vila e município no território do que outrora fora a Espanha? Como, exatamente?
Preci­samos ter em mente que em muitas vilas, povoados e até regiões do país os anarquistas eram quase inexistentes. Em alguns, praticamente toda a população era formada por católicos ou monarquistas conservadores; em outros (digamos, no País Basco), havia uma classe trabalhadora militan­te e bem ­organizada, porém esmagadoramente socialista ou comunista. Mesmo no auge do fervor revolucionário, a maioria deles continuaria fiel a seus antigos valores e ideias. Se a FAI vitoriosa tentasse exterminar a todos — uma tarefa que teria exigido matar milhões de pessoas —, ex­pulsá-­los do país, realocá-los à força em comunidades anarquistas ou mandá-­los para campos de reeducação, seria não só culpada de atroci­dades de nível mundial, mas também teria de deixar de ser anarquista.
Temos que ter em mente aqui que havia muitas vilas, cidades e até mesmo regiões inteiras da Espanha onde anarquistas eram quase inexistentes. Em alguns, quase toda a população era composta de católicos conservadores ou monarquistas; em outros (digamos, o País Basco), havia uma classe trabalhadora militante e bem organizada, mas uma classe predominantemente socialista ou comunista. Mesmo no auge do fervor revolucionário, a maioria deles permaneceria fiel a seus antigos valores e ideias. Se a FAI vitoriosa tentasse exterminar todos eles – uma tarefa que exigiria a morte de milhões de pessoas – ou expulsá-los do país, ou realojá-los à força em comunidades anarquistas, ou enviá-los para campos de reeducação – eles não seriam apenas culpados de atrocidades a nível mundial, mas teriam que desistir de ser anarquistas. Organizações democráticas simplesmente não podem cometer atrocida­des nessa escala sistemática: para isso, seria necessária uma entidade verticalizada de inspiração comunista ou fascista, já que não se pode fa­zer com que milhares de seres humanos massacrem de forma sistemática mulheres, crianças e idosos indefesos, destruam comunidades ou expul­sem famílias de seus lares ancestrais a menos que eles possam alegar es­tar apenas cumprindo ordens. Parece que haveria somente duas soluções possíveis para o problema:
1. Deixar a República continuar como governo de fato, controlado por socialistas, deixar que imponham o controle do governo nas áreas de maioria de direita, enquanto obtêm algum tipo de acordo com eles para que deixem as cidades, vilas e aldeias de maioria anarquista em paz para se organizarem como desejam… e espero que o governo mantenha o acordo.
2. Declarar que todos deveriam formar suas próprias assembleias populares locais e permitir-lhes decidir seu próprio modo de auto-organização.
A segunda parece a mais ajustada aos princípios anarquistas, mas os resultados provavelmente não teriam sido muito diferentes. Afinal, se os habitantes de Bilbao, digamos, tivessem um ardente desejo de criar um governo local, como exatamente alguém os teria impedido? Municípios onde a Igreja ou proprietários de terras ainda tivessem apoio popular presumivelmente colocariam as mesmas velhas autoridades direitistas no poder; municípios socialistas ou comunistas poriam burocratas de seus partidos; estadistas de direita e de esquerda formariam então confederações rivais que, embora eles controlassem apenas uma fração do antigo território espanhol, se declarariam o legítimo governo da Espanha. Os governos estrangeiros reconheceriam uma ou a outra — já que ninguém estaria disposto a trocar embaixadores com um não governo como a FAI, mesmo supondo que esta o desejasse, o que não seria o caso.
Em outras palavras, a guerra armada poderia terminar, mas a luta política continuaria, e grandes partes da Espanha presumivelmente acabariam parecendo-se com a Chiapas contemporânea, com cada distrito ou comunidade dividido em facções anarquista e antianarquista. A vitória final teria de ser um processo longo e árduo. A única maneira de realmente persuadir os enclaves estadistas seria persuadir suas crianças, o que poderia ser alcançado com a criação de uma vida obviamente mais livre, mais prazerosa, mais bonita, segura, relaxada e satisfatória nos setores sem Estado. Os poderes capitalistas estrangeiros, por outro lado, mesmo que não interviessem militarmente, fariam todo o possível para evitar a notória “ameaça do bom exemplo”, por meio de boicotes econômicos e subversão e despejando recursos nas zonas estatizadas. No fim, tudo provavelmente dependeria do grau em que as vitórias anarquistas na Espanha inspirassem insurreições em outros lugares.
A verdadeira razão do exercício imaginativo é apenas mostrar que não existem rupturas totais na História. O outro lado da velha ideia da ruptura total, aquele momento em que o Estado cai e o capitalismo é derrotado, é que nada além disso representa uma vitória real. Se o capitalismo permanecer de pé, se começar a mercantilizar nossas ideias outrora subversivas, é a prova de que eles venceram. Nós perdemos, nós fomos cooptados. Para mim isso é absurdo. Podemos dizer que o feminismo perdeu, que não conquistou nada, só porque a cultura corporativa se sentiu obrigada a demonstrar apoio à condenação do sexismo e firmas capitalistas começaram a comercializar livros, filmes e outros produtos feministas? É claro que não: a menos que tenhamos conseguido destruir o o capitalismo e o patriarcado com um golpe mortal, esse é um dos mais claros sinais de que chegamos a algum. É de se presumir que qualquer estrada efetiva para a revolução envolverá infinitos momentos de cooptação, infinitas campanhas vitoriosas, infinitos pequenos momentos de insurreição ou momentos de autonomia fugaz e encoberta. Hesito mesmo em especular como realmente seria. No entanto, para começarmos a caminhar nessa direção, a primeira coisa que precisamos fazer é reconhecer que, de fato, vencemos algumas.
Na verdade, ultimamente, temos vencido um bocado. A questão é como romper o ciclo de exaltação e desespero e gerar algumas visões estratégicas (quanto mais, melhor)dessas vitórias construídas uma sobre a outra, para criar um movimento cumulativo rumo a uma nova sociedade."
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2020.09.10 15:46 henrylore Najiyu Ep 1 - A cachoeira

*Cenário todo pegando fogo
*cenário todo destruido
*explode um pedaço de um castelo ¿¿¹(pessoa de olhos vermelhos): acabou. eu destruí o líder em alguns segundos.
¿¿²(uma moça de cabelo rosa): você nem sabe o que você pode causar se fizer isso! VOCÊ NÃO PODE DESTRUIR TUDO
¿¿¹: é uma pena que todos vocês só conseguem dizer isso...
¿¿²: eu não vou deixar! *puxa espada ¿¿¹: *ataca rapidamente e acerta com a espada na ¿¿² é uma pena né... que nem esses poderes sagrados que você tem... são suficientes pra parar uma guerra ¿¿³(um velho com uma manta e um tridente): VOCE NÃO VAI CONSEGUIR *corre em direção ao ¿¿¹
**explode tudo
**você consegue ver uma criança caída no chão dentro do castelo em um lugar mais no cantinho dos escombros depois de tudo destruído
**da zoom na testa da criança e você consegue ver uma espiral
*muda pra um tempo depois e tudo volta ao normal
**numa casa
[o cenário é um quarto, com uma cama e uma mesa de cabeceira]
**debaixo do cobertor:
*sai uma cauda (de raposa)
??: *levanta e sai da cama (você consegue ver o símbolo na testa dele tbm)
hmmmmm
*abre a porta e sai do quarto
tem alguém aí?
**literalmente ninguém responde
*vai na cozinha
DOKE!
Doke?
Dooookeee....
...
Doke?
é, ele sumiu
*sobe na mesa possibilitando nossos queridos espectadores de ver o character design do nosso querido Henry
Henry
Idade: 12 anos (vai fazer 13) Altura: 1,59 Cabelo: loiro e cacheado Coisas adicionais: ele é uma raposa mas ele mesmo não …
Do: Henry? acordastes
H: *corre em direção ao doke
SIM!
como vc ta, conseguiu o telescópio q vc queria?
Do: nah, ainda não
H: mas já se fazem alguns meses...
Do: você sabe, não é todo dia que se vendem telescópios por ai
H: mas e a chuva de meteoros daqui a uma semana?
*faz carinha de choro :(
Do: relaxa a gente vai conseguir *abraça o henry
H: ... ei doke, já faz um tempo que eu quero te perguntar isso....
olha, eu nunca vi bodinhos andando com duas orelhas laranja e uma cauda laranja... então?
Do: você é um bode diferenciado
H: igual você que tem um chifre enorme?
Do: ainda bem que você não é um peixe, porque se fosse um, eu já teria pescado-
H: '-'
fiquei com medo
Do: imaginei. enfim, eu vou pescar
H: tabom, vê se não traz um baiacu dessa vez
Do: vou trazer dois, serve?
H:
*sobe na mesa possibilitando nossos queridos espectadores de ver o character design do nosso querido Henry
H: VE SE NAO DEMORA TA BOM?
Do: PODE DEIXAR...
H: ainda me da calafrios de pensar de onde eu vim...
**cai um livro de capa azul lá da estante
H: ... as pesquisas do doke... H: *abre o livro
Raposas são vistas normalmente na parte mais floresta de Naji, normalmente encontradas nas partes mas frias, e nas partes mais quentes no inverno.
Raposas são reconhecidas em Naji pela sua capacidade de controlar o fogo e de sua velocidade.
Raposas se adequam a novas experiências muito rápido
Raposas costumam ser mais sensíveis na cauda, tornando-a um alvo dos inimigos quando se trata de derrotar uma raposa.
Raposas da neve costumam ser brancas por se adaptarem a se camuflar na neve
Raposas da neve se adequam melhor a climas mais frios, e costumam ser mais experientes em áreas de caça.
Raposas vermelhas Possuem coloração laranja na cauda e nas orelhas E podem estar em qualquer região, menos a de calor extremo H: *olha pra própria cauda
^
e preferem ambientes mais aconchegantes
H: *tem um flashback do passado
{DOKE EU NAO VOU DORMIR SEM COBERTA!!}
to começando a perceber um padrão aqui...
^
Têm dificuldade de controlar mais de 1 elemento
H: *olha pro proprio dedo
eu quero... FOGO!
.
.
.
FOGO!
.
.
.
...fogo?
é, ninguém me ensinou isso afinal né...
vamo continuar
^
Raposas do deserto ou Feneco
**ouve a porta
Do: tô em casa
H: !!!!!!!! *fecha os olhos e aponta o braço na direção do livro *teleporta o livro pra estante *da um sorrisinho
*sai correndo
Do: tá em casa??? ah oi Henry
H: oi Doke tudo bom quanto tempo
Do: eu tô morrendo de cansaço...
H: mas são 12h...
Do: você fica cansado todas as 23h e 6 minutos do dia, Henry
H: não se compare comigo.
Do: você parece assustado, o que houve?
H: ... eu tava conversando com os coelhos ontem... e... já ouviu falar de raposas?
elas parecem bem parecidas comigo pelo oq falaram
Do: parecem bem parecidas é o auge do que tu ja me falou...
hmmmmm....
não, elas não tem nada a ver com você
H: MAS EU TENHO CERTEZA QUE-
Do: vamo lá Henry voce deve tá com fome, pega alguma coisa na cozinha e vai comer.
H: doke, EU sei que eu sou uma.
Do: *olha pro livro e ve ele meio caído Você olhou minhas coisas né?
H: sim.
Do: hmph...
H: *vira pro lado e pega o livro da estante
Do: *lendo
eai, o que vai fazer com essa informação?
é Henry você é uma raposa.
H: o que aconteceu com a minha família
Do: eu ainda não posso te contar *joga o livro no chao
o reino não deixa-
H: dês de quando a gente tem um reino?
vocês nunca me contaram nada mano
Do: Henry, isso é coisa de 10 anos atrás, você não vai querer sbar
H: QUANDO EU TINHA 2 ANOS?
Doke, a minha infância foi só apagada e eu não posso saber de nada....
Do: sua infância foi comigo, e você deve lembrar disso
H: E ANTES DISSO?
eu não vejo duas cabras parirem uma raposa
você nem lembra quando eu nasci né?
Daqui a 2 semanas é meu aniversário, você lembra? Do: ... ffff Henry o importante é que somos felizes ago-
H: é tudo sempre a mesma coisa eu queria sair e fazer aventuras mas você sempre fala que se eu me distanciar eu posso ser sequestrado ou sei lá eu sou um fugitivo por acaso? *sai pela porta da cozinha
Do: ...
[eles moram no topo de uma cachoeira, inclusive]
H: *na ponta da cachoeira pensando
...
*pega um ukulele de um lugar ali perto
Dó Ré Mi Fa...
Do: HENRY
H: que foi agora
Do: você ainda quer conversar sobre...
raposas?
H: não, quero conversar sobre o que houve 10 anos atrás
Do: Henry SE VOCÊ FUGIR TUDO VAI-
H: TUDO VAI? ? ? ? ? ? ?---
uh-
*escorrega da pedra e cai da cachoeira de 1km de altura
Do: HENRY
...
H: AAAAAAAAAAA
**
H: .........
*levanta
aaaah
??: *olhando pra ele
Ih ala, macaco novo na área...
H: AAAH
quem é tu
??: quem é tu né eu so te vi caindo igual a maçã na cabeça do isaac newton e tu vem me perguntar quem sou eu?
H: é o que?
L: vai, levanta dai da agua que ficar com a bunda molhada em pleno inverno não vai ser muito legal. Meu nome é Lusk. mas pode me chamar de...
*faz umas pose mt aleatória
LUSK!
H: .-. ok confesso que estou indeciso sobre qual dos dois te chamar
L: HÁ AGORA QUE NAO TEM DUVIDAS SOBRE QUEM EU SOU.... quem é você
H: meu nome é henry, eu caí porque eu tropecei e eu venho de uma família de cabras
L: hmmmmm. *coloca a mão no queixo em posição de análise
olha eu não sou nenhum profissional em biologia mas... suas orelhas e cauda não condizem com as de uma cabra...
H: valeu aí médico do SUS
L: nada
mas aí não seja por isso, venha conhecer a vila a menos que queira ficar andando na cachoeira até a conta de agua da terra chegar
---um tempo depois---
**os 2 andando na vila
L: então quer dizer que você é uma raposa?
H: uhum
L: e você caiu do ceu?
H: uhum
L: e você...
H: sim.
L: ok. tendo em vista tudo isso eu vou me apresentar
EU SOU LUSK O GRANDE
**passa uma bola de feno
H: ah sim....
L: MAS EU NÃO TE MOSTREI A MELHOR PARTE
*junta as mãos e levanta uma grande ventania pra cima do henry
H: *coloca a mão na cara
é assim que vocês cumprimentam as pessoas por aqui?
L: na maioria das vezes
H: entendi
**corta pros 2 andando pela vila
L: olha só eu tenho que dizer pra você tomar cuidado quando anda comigo, muitas pessoas me conhecem e eu sou muito famoso ok? **os 2 tão passando numa vendinha
L: OLA MEUS FÃS
Mta gnt: FÃ O CACETE! OU SAI DAI! PARA DE GRITAR EU QUERO DORMIR!
H: realmente eles te amam
L: viu? *cai um tomate na cabeça do henry
Pessoa que jogou: *fecha a janela
L: EI NÃO ENCHE OU EU ARRANCO A SUA CARA FORA!
caham, onde a gente tava? falando nisso? Tu é uma raposa?
H: uuuh, sim?
L: ah legal, é que eu nunca vi raposas por aqui
H: e você já viu raposas?
L: quando eu morava no reino e não aqui na vila
H: hmmm, e como é lá
L: olha, cara, confia em mim, é melhor a gnt não conversar sobre aqui.
H: ?
L: depois te conto. ENFIM, não é todo dia que se cai de uma cachoeira, conta mais sobre a sua cara H: ele parece nunca ter visto um ser humano antes Hmmmmmmm... eu... eu tava conversando com o Doke
L: e quem é o brother
H: ele é tipo meu pai só que não é meu pai saca
L: Não.
mas enfim pelo visto você me entende bem
mas e agora, o que pretende fazer agora que caiu aqui em baixo?
H: ... eu acabei de acordar então eu tô com fome
L: COMO ASSIM VOCE ACORDA 17H MANÉ
H: ue *vira a cabeça e olha pro lusk
L: VOCE DORME MAIS QUE UM HOMEM ANIMADOR DE FÉRIAS
CACETES
mas confesso que não comi nada até agora também...
*bota a mão no bolso e puxa umas moedas
mas eu acho que dá pra comprsr um ramen pra você
H: seriao? não precisa cara
L: mas eu quero.
H: ah então eu não posso fazer nada
então onde q a gnr compra
L: na loja do seu Imura claro
H: Imura?
L: ele é um cara elegante, relaxe
H: :0
**um tempo depois
L: *abre a porta do lugar
(o cenário é um lugar pequeninho onde tem um teto transparente com folhas por cima [o tamanho é tipo do ichiraku mas maior])
*da um socão na mesa
AE TIO O QUE TEMOS PRA HOJE
**vem do além um hashi voador
L: *segura ele com os dedos
??: *poe uma tigela na mesa
E O QHE TEMOS PRA HOJE
L: TIO IMURAAAAAA
Im: Olá.
o que comerás hoje caro MENINO!
L: uuuh o de sempre mas não vou ser eu quem vou comer
eu trouxe um cara
H: oi
Im: ... MENINO! OLA PRAZER
*aperta a mão do Henry
H: uuuh
Im: SEJA MUITO BEM VINDO AO IMURA CAFÉ ONDE VOXE PODE COMPRAR QUALQUER COISQ QUE QUEIRA COMER
L: até pedra
Im: XIM MENINO!
*olha direito pro henry
...
Uma rapoja por aqui... estranho... onde é que o luxk axou exe menino...?
TOME
*coloca ramen na mesa e da os hashis pro Henry
H: valeu, velhote
Im: Ei Luxk precisamos convexar
L: *desce da cadeira e vai pra trás do balcão
*vai lá pra trás
H: *consegue ouvir um pouco abafado
Im: voxe nao xoube que o guarda real malhuco vira hoje?
L: guarda?
Im: nós xomos rivais então elex prometeram mandar uma menxagem hoje..
E XE VIREM UMA RAPOJA O QUE FARAO?
L: tem razão velhote
H: ...
*mini flashback
Do: Henry o reino ele pode ser muito perigoso para raposas nós não podemos nos arriscar assim...
...
L: voltei Henry
H: terminei de comer, muito obrigado cara
L: *barriga ronca
*da o dinheiro pro cara
Im: ... o que voxe vai querer?
L: mas eu não tenho mais dinheiro
Im: o do MENINO é de graxa voxe é o único que paga aqui
L: OOOOOOOO
**um tempo depois um pouco de noite
L: estou cheio cara
H: to vendo
L: mas nós temos que conversar mano
H: hm?
L: acontece que um cara sinistro vai aparecer aí daqui a pouco então nós temos que...
*lembra doq o Imura disse
Im: eu irei abrigar vocês. então venham para cá amanha
L: nos refugiaremos na casa do Imura
H: tranquilo então
L: espero sair vivo dessa...
H: mas aí você não me mostrou sua casa você tem casa não é?
L: Nao, EU sou um mendigo.
H: que bosta hein
L: É OBVIO Q EU TENHO CASA MANE
H: la você me explica direito tudo
**chegando na casa do lusk
[é uma quitinete meio desarrumada com um banheiro e um sofá e uma mesa]
L: *mexe debaixo do sofá e pega um mapa enrolado
*vai em direção a mesa e estende ele lá
aqui é o reino de Valdehalle
*aponta um pouco do lado
aqui é Heartville, onde a gente tá
H: e essa neblina aqui?
L: sei lá eles chamam isso aí de reino da neblina oculta
dizem que são uns caras que vão contra o reino
H: ...
L: vai entender né
H: *levanta
a gente tem que acordar cedo amanhã pra poder ir pra casa do Imura se der tudo certo a gente sai dessa tranquilo
L: o que vc planeja fazer você só caiu aqui você não consegue voltar?
H: eu caí aqui em busca de informações sobre mim mesmo
e pra descobrir coisas que meu pai não pôde me contar
L: ...
H: vai que a gente muda algo né?
L: *da um leve sorrindo
olha, amanhã eu irei te acordar SE VOCÊ NAO ACORDAR EU TE CHUTAREI
H: tá bom pedro cara feia
**no dia seguinte
.. L: ACORDA MARILENE QUEM GANHA DINHEIRO NA CAMA É
H: ja acordei... o que você ia falar
L: hm? testador de colchão claro todo mundo sabe que quem ganha dinheiro na cama é testador de colchão
H: ah sim...
L: *pega o mapa
VENHA
**os 2 saem na direção do Imura Café
L: *ve os moradores com armas andando por aí
..... hoje não é um dia bom
H: ....
**vão andando na espreita
H: pq a gnt tá se escondendo
L: pq se nos virem vão mandar a gente ficar com alguém que a gente nao quer então trate de se esconder
H: *entram num beco
??¹: *vê cauda do Henry
*vai em direção ao beco e olha
hmph, deve ter sido impressão
H e L: *chegam no Imura Café
H: *bate na porta
Im: MENINOS! Ah que bom que extao aqui
entreis
**os 2 entram
**ouvem algo explodindo
Im: elex ja devem ter chegado
oh não
H: isso é um problema
L: ugh
H e L: *se escondem na cozinha
??²(um guarda aleatório do reino): PROCUREM EM TODAS AS CASAS eles devem estar por aqui
eles não pagaram o que deviam
e tem uma raposa aqui você diz?
??³: é-é sim senhor!
....
??²: hmph...
PROCUREM EM TODAS AS CASAS!
H: °°
??⁴: *bate na porta da casa do Imura
TRM ALGUÉM AÍ
SE TIVE DIGA AGORA!
Im: .... isso é um problema
??⁴: ABRA EU SEI QUE TEM ALGUÉM AÍ
*bate mais forte
Im: me dexculpe meninos já volto
uuh sim?
??⁴: TENS UMA RAPOSA AI QUE EU SEI
Im: nao tem nada aqui
??⁴: EU ESTOU SENTINDO MANA E NÃO É A SUA
Im: uuh relaxa, não faz sentido querer procurar num restaurante
EU SO ESTAVA AQUI QUANDO COMECOU ESSA INVASÃO
H: voce notou isso?
L: o que
H: o Imura nao tá falando errado...
L: isso é alarmante...
??⁴: *quebra a porta do restaurante
me mostre.
Im: me desculpem
*junta as mãos
*levanta umas pedras do chão
??⁴: *defende com as mãos
... me deixe passar
*explode tudo
H e L: °°
*se escondem um em cada armário do restaurante
??⁴: não devem estar aqui
DEVEM ESTAR AQUI PERTO PROCUREM!
L: vem, Henry temos QUE-
*congela na saída
....
H: o que fo-
L: i-i
**veem Imura no chão e tudo destruído
L: ........
H: ah não...
....
continua no próximo episódio :D ep 2 Rivais de Reinos diferentes, o mais forte prevalece...
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2020.09.08 03:55 LAGOOLIVEIRA A Consumação da Obra Únicana restauração do Senhor - a Nova Jerusalém

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A Consumação da Obra Únicana restauração do Senhor - a Nova Jerusalém

📷
Página 1O TRABALHO ÚNICO NA RECUPERAÇÃO DO SENHOR (Sábado - Sessão da Tarde) Mensagem Nove A Consumação da Obra Únicana restauração do Senhor - a Nova Jerusalém Leitura da Escritura: Apocalipse 3:12; 21: 2, 9-23 I. A única obra na restauração do Senhor é elaborar a Nova Jerusa-lem - o objetivo final da economia de Deus - Apoc. 21: 10-11: A. A degradação da igreja é principalmente devido ao fato de que quase todos os cristãosostrabalhadores americanos estão distraídos para tomar algo diferente de Nova Jerusalémcomo seu objetivo.B. Devemos fazer apenas uma obra, que é tornar o povo escolhido de Deus seres ema Nova Jerusalém - 3: 12.II. A Nova Jerusalém é a consumação final da construção deos crentes, que foram feitos Deus em vida, na natureza, na constituição, e em expressão, mas não na Divindade; assim, há uma relação intrínsecarelação entre os crentes tornarem-se Deus em vida e na natureza e oprodução de Nova Jerusalém - 21: 2; 3: 12: A. A Nova Jerusalém envolve Deus se tornando homem, e o homem se transformando Deus emvida e na natureza, mas não na divindade, e Deus e o homem sendo mesclados para-juntos como uma entidade - João 1: 12-14; 14:20; 15: 5a; Rev. 21: 3, 10-11.B. Em Cristo, Deus se tornou o homem para fazer o homem Deus em sua vida e em sua naturezazapara que o Deus redentor e o homem redimido podem ser mesclados, constituídos, juntos para serem uma entidade - a Nova Jerusalém - vv. 3, 22.C. A Nova Jerusalém é uma composição dos escolhidos, redimidos, regenerados de Deus, santificado, renovado, transformado, conformado e glorificado pessoas que têmfoi deificado - João 3: 6; Heb. 2:11; ROM. 12: 2; 8: 29-30: 1. Para nós, sermos deificados significa que estamos sendo constituídos com ou processado e consumando o Deus Triúno para que possamos ser feitos Deus em vida e emnatureza para sua expressão corporativa para a eternidade - Ap. 21: 11.2. A deificação dos crentes é um processo na salvação orgânica de Deus queserá consumada em Nova Jerusalém; esta é a verdade mais elevada e oevangelho mais elevado - Rom. 5:10; Rev. 3:12; 21: 10-11.D. No início da Bíblia, há o único Deus, e no final há umgrande Deus corporativo, a Nova Jerusalém, um Deus-homem corporativo - o ampliado, incorporação universal divino-humana do processado e consumadoDeus Triúno com os crentes regenerados, transformados e glorificados - Gên.1: 1; Rev. 21: 3, 22; 22: 17a.III. Hoje nossa obra para o Senhor com sua questão deve ser governada edirigido pela visão da Nova Jerusalém; o que é revelado noa descrição desta cidade única deve ser o modelo do que somos ecomo trabalhamos - 3:12; 21: 2, 9-23: 63Página 2A. A Nova Jerusalém é uma consumação da construção orgânica doCorpo de Cristo nas igrejas locais; as igrejas locais são o procedimento paraDeus realizará a edificação do Corpo de Cristo para a edificação doNova Jerusalém - 1 Coríntios. 1: 2; 12: 12-13,27; Rev. 21: 2: 1. O Corpo de Cristo precisa das igrejas locais para sua existência e funcionamento - Atos 8: 1; 13: 1.2. As igrejas locais são as muitas expressões em muitas localidades de umCorpo de Cristo - Apoc. 1: 4, 11,3. No primeiro capítulo do Apocalipse vemos as igrejas locais, mas nos últimosimodois capítulos, vemos apenas uma cidade - v. 11; 21: 2.4. O desejo do Senhor é ganhar uma Nova Jerusalém por meio do precursor doCorpo orgânico de Cristo edificado nas igrejas locais - Ef. 4:16; Rev. 21: 2.B. A Nova Jerusalém é o candelabro universal de ouro - vv. 18b, 23: 1. A Nova Jerusalém é a consumação final dos candeeiros noEscrituras - Exo. 25: 31-37; 1 Reis 7:49; Zech. 4: 2; Rev. 1:20; 21: 18b, 23,2. As igrejas como candeeiros de ouro serão consumadas em Nova Jerusalémsalem, o agregado de todos os candeeiros - 1:20; 21: 18b, 23: uma. No livro do Apocalipse, há dois grandes sinais - o sinal do ourocandeeiros e o sinal da Nova Jerusalém - 1: 1, 12, 20; 21: 2, 10-11.b. A revelação começa com os candeeiros e termina com o candelabro -1: 20; 21: 18b, 23.c. Os candeeiros são sinais das igrejas, enquanto a Nova Jerusalémé um sinal da morada eterna de Deus - vv. 2-3, 22,3. A Nova Jerusalém, uma montanha de ouro, é o candelabro universal de ourosegurando o Cordeiro como a lâmpada que resplandece Deus como a luz - vv. 18b, 23; 22: 1, 5.C. A Nova Jerusalém é a eterna Betel - Gên. 28: 10-22; Rev. 21: 3, 22: 1. O sonho de Jacó era um sonho da meta de Deus, um sonho de Betel, um sonho docasa de Deus (Gen. 28: 10-22), que é a igreja hoje (1 Tim. 3:15) eque se consumará na Nova Jerusalém como a morada eternalugar de Deus e Seus eleitos redimidos (Ap 21: 3, 22): uma. Deus teve um sonho, e esse sonho era ter a Nova Jerusalém, umcidade construída, como a consumação de Sua economia - v. 2b. Nosso sonho é nos tornar a Nova Jerusalém como a consumação deA economia de Deus - vv. 9-10,2. Cristo, sendo a escada celestial em Betel, fala-nos como Deusdeseja ter uma casa na terra localizada com Seus remidos eeleitos transformados, para que ele possa trazer o céu à terra e unir a terra paracéu, para tornar os dois um por toda a eternidade - Jo 1:51; Gênesis 28: 10-22.3. A construção de Deus, a casa de Deus, é a morada mútua de Deus e do homem; A casa de Deus é o homem, e a casa do homem é Deus - Isa. 66: 1-2; 1 Cor. 3:16; Psa.90: 1; João 15: 5a; 14: 23,4. Sem futuro da eternidade, a Nova Jerusalém estará em toda a unidadeverso como algo elevado em direção aos céus sobre o qual o anjofamília vai subir e descer para trazer o céu para a terra e unir a terra para64Página 3céu para o tráfego divino, uma comunhão divina, entre Deus e o homem -2 Cor. 13: 14.D. A Nova Jerusalém é o eterno Monte Sião, o Santo dos Santos, o lugaronde Deus está - Apoc. 14: 1-5; 21: 1-3, 16; Heb. 12h22: 1. Na era da igreja, os homens-Deus que foram aperfeiçoados e amadurecidos sãoSião, os vencedores - Rev. 14: 1: uma. A igreja é a Jerusalém celestial, e os vencedores de são Sião comoo pico alto e o destaque - Heb. 12:22; Rev. 14: 1.b. Os vencedores são para a edificação do Corpo de Cristo para consumiracasalar a Nova Jerusalém - Rom. 12: 4-5; Eph. 4:16; Rev. 3: 12.2. No novo céu e nova terra, toda a Nova Jerusalém se tornaráSião; a Nova Jerusalém, a eterna Sião, será o Santo dos Santos, olugar onde Deus está - 21: 1-3, 16, 22.E. A Nova Jerusalém é a Sulamita real e consumada - uma corporaçãoSulamita, incluindo todo o povo escolhido e redimido de Deus - SS 6:13; Rev.21: 2, 9-10; 22: 17: 1. A maravilhosa Sulamita, a duplicação de Salomão, é a maior efigura final de Nova Jerusalém - SS 6:13; Rev. 21: 2.2. Como contrapartida de Salomão, a Sulamita se tornou a mesma que Salomão emvida, natureza e imagem, como Eva era para Adão - Gên. 2: 20-23: uma. Isso significa que o amante de Cristo se torna o mesmo que em vida, natureza e imagem para combinar com Ele em seu casamento - 2Co 3:18; ROM 8: 29; Rev. 19: 7; 21: 2.b. Os muitos amantes de Cristo eventualmente se tornarão duplicações de Deus emvida e na natureza, mas não na divindade; este é o cumprimento de Deustornar-se homem para que o homem se torne Deus, que é o ponto alto daa revelação divina.IV. “O Deus Triúno processado e consumado, de acordo com o bemprazer de Seu desejo e pela intenção mais elevada em Sua economia, é construir a Si mesmo em Seu povo escolhido e Seu povo escolhido emEle mesmo, para que tenha uma constituição em Cristo como uma mistura de divindadecom a humanidade de ser Seu organismo e Corpo de Cristo, como Seuexpressão eterna e a morada mútua para o Deus redentor e ohomem redimido. Uma consumação final desta estrutura milagrosade tesouro será a Nova Jerusalém para a eternidade ”- inscrever-se emTumba de Witness Lee.Trechos do Ministério: DEIFICAÇÃO - TORNANDO-SE DEUSNA VIDA E NA NATUREZA, MAS NÃO NA TRINDADEIsso nos leva à questão da deificação - a intenção de Deus de tornar os crentes Deus emvida e na natureza, mas não na divindade. Atanásio referiu-se à deificação quando noConselho de Nicea em A. D. 325, ele disse: "Ele [Cristo] foi feito homem para que pudéssemos ser feitos Deus." Embora o termodeificação seja familiar a muitos teólogos e professores cristãos, durantenos últimos dezesseis séculos, apenas um pequeno número ousou usar sobre a deificaçãodos crentes em Cristo.65Página 4Não fui influenciado por nenhum ensino sobre deificação, mas aprendi com meuestudo da Bíblia que Deus pretende tornar os crentes Deus na vida e na natureza, mas nãona Divindade. Por exemplo, 1 João 3: 2 diz: “Amados, agora somos filhos de Deus eainda não foi manifestado o que seremos. Sabemos que se Ele se manifestar, seremoscomo Ele porque nós O veremos assim como Ele é. ”Este versículo revelador claramente que seremos comoDeus.Deus nos torna semelhantes a Ele ao transmitir Sua vida e natureza a nós. 2 Pedro 1: 4 dizque nos tornamos "participantes da natureza divina". João 1: 12-13 diz que nascemos, regenerado, por Deus com Sua vida. Como filhos de Deus, somos "deuses bebês", tendo a vida de Deus enatureza, mas não Sua Divindade. A Divindade é única; Ele é o único que deveria estar trabalhandoenviado.Nós nascemos de Deus e hoje, tendo a vida e a natureza de Deus, somos parcialmente comoEle. Um dia, quando Ele vier, seremos total e inteiramente como Ele.Foi maravilhoso para Davi ser um homem segundo o coração de Deus, mas não foi o suficiente.Deus quer aqueles que podem dizer: “Não sou apenas uma pessoa segundo o coração de Deus. Eu sou deus emvida e na natureza, mas não em Sua Divindade. ”Por um lado, o Novo Testamento revela quea Divindade é única e que somente Deus, o único que possui uma Divindade, deve ser adorado.Por outro lado, o Novo Testamento revela que nós, os crentes em Cristo, temosvida e natureza e que estamos nos tornando Deus em vida e na natureza, mas nunca teremos SuaDivindade. ( Foi maravilhoso para Davi ser um homem segundo o coração de Deus, mas não foi o suficiente.Deus quer aqueles que podem dizer: “Não sou apenas uma pessoa segundo o coração de Deus. Eu sou deus emvida e na natureza, mas não em Sua Divindade. ”Por um lado, o Novo Testamento revela quea Divindade é única e que somente Deus, o único que possui uma Divindade, deve ser adorado.Por outro lado, o Novo Testamento revela que nós, os crentes em Cristo, temosvida e natureza e que estamos nos tornando Deus em vida e na natureza, mas nunca teremos SuaDivindade. ( Foi maravilhoso para Davi ser um homem segundo o coração de Deus, mas não foi o suficiente.Deus quer aqueles que podem dizer: “Não sou apenas uma pessoa segundo o coração de Deus. Eu sou deus emvida e na natureza, mas não em Sua Divindade. ”Por um lado, o Novo Testamento revela quea Divindade é única e que somente Deus, o único que possui uma Divindade, deve ser adorado.Por outro lado, o Novo Testamento revela que nós, os crentes em Cristo, temosvida e natureza e que estamos nos tornando Deus em vida e na natureza, mas nunca teremos SuaDivindade. ( deve ser adorado.Por outro lado, o Novo Testamento revela que nós, os crentes em Cristo, temosvida e natureza e que estamos nos tornando Deus em vida e na natureza, mas nunca teremos SuaDivindade. ( deve ser adorado.Por outro lado, o Novo Testamento revela que nós, os crentes em Cristo, temosvida e natureza e que estamos nos tornando Deus em vida e na natureza, mas nunca teremos SuaDivindade. (Estudo-vida de 1 e 2 Samuel, pp. 166-167) A NOVA JERUSALÉM - UMA COMPOSIÇÃO DE DIVINDADE E HUMANIDADEMISTURADO E MISTURADO JUNTOS COMO UMA ENTIDADEA conclusão da revelação divina na Bíblia é um edifício, a Nova Jerusalém.Este edifício é uma fusão e mesclagem da divindade com a humanidade. Isso é provado pelodescrição da Nova Jerusalém em Apocalipse 21. O versículo 3 refer-se à Nova Jerusalém como “O tabernáculo de Deus” e o versículo 22 diz: “Não vi templo nele, pois o Senhor Deus, o Todo-Poderosoe o Cordeiro é o seu templo. ”A Nova Jerusalém como tabernáculo de Deus é para Deus habitarem, e Deus e o Cordeiro como o templo são para os santos redimidos habitarem. Isso indicaque a Nova Jerusalém será uma morada mútua para Deus e o homem. Além disso, esteedifício é uma composição de seres humanos. Os portões são pérolas inscritas com os nomes deas doze tribos dos filhos de Israel (v. 12), e nas doze fundações estão como dozenomes dos doze apóstolos do Cordeiro (v. 14). Isso indica claramente que a Nova Jerusalémé uma composição do Deus Triúno, que é a essência, centro e universalidade, e Deuspessoas redimidas.A Nova Jerusalém é uma composição da divindade e humanidade mescladas e mescladasjuntos como uma entidade. Todos os componentes têm a mesma vida, natureza e constituição eportanto, são uma pessoa corporativa. É uma questão de Deus se tornar o homem e o homem se tornar Deus emvida e na natureza, mas não na divindade. Esses dois, Deus e homem, homem e Deus, são construídosjuntos sendo misturados e mesclados. Esta é uma conclusão, uma consumação, do edifício de Deus. Todos nós precisamos ter essa visão. ( A Nova Jerusalém é uma composição de divindade e humanidade mescladas e mescladasjuntos como uma entidade. Todos os componentes têm a mesma vida, natureza e constituição eportanto, são uma pessoa corporativa. É uma questão de Deus se tornar o homem e o homem se tornar Deus emvida e na natureza, mas não na divindade. Esses dois, Deus e homem, homem e Deus, são construídosjuntos sendo misturados e mesclados. Esta é uma conclusão, uma consumação, do edifício de Deus. Todos nós precisamos ter essa visão. ( A Nova Jerusalém é uma composição de divindade e humanidade mescladas e mescladasjuntos como uma entidade. Todos os componentes têm a mesma vida, natureza e constituição eportanto, são uma pessoa corporativa. É uma questão de Deus se tornar o homem e o homem se tornar Deus emvida e na natureza, mas não na divindade. Esses dois, Deus e homem, homem e Deus, são construídosjuntos sendo misturados e mesclados. Esta é uma conclusão, uma consumação, do edifício de Deus. Todos nós precisamos ter essa visão. ( do edifício de Deus. Todos nós precisamos ter essa visão. ( do edifício de Deus. Todos nós precisamos ter essa visão. (Estudo-vida de 1 e 2 Samuel, pp. 198-199) O diamante na caixa Se lermos a Bíblia sem prestar atenção a este ponto crucial, então, de uma forma muito realsentido, a Bíblia é para nós um livro vazio. Isso significa que embora a Bíblia seja real em si mesma, emnosso entendimento dela é a Bíblia vazia. Como ilustração, vamos supor que um certoA caixa, bastante atraente, contém um grande diamante. Uma criança pode estar interessada na caixamas não no diamante. Um adulto, no entanto, focaria sua atenção no diamante contidona caixa. Hoje, muitos cristãos estão preocupados com a Bíblia como a "caixa", mas eles não viram e66 Página 5não apreciam o “diamante” que é o conteúdo desta caixa, e podem até condenaraqueles que têm uma apreciação adequada do "diamante" na "caixa". O “diamante” no “Caixa” da Bíblia é a revelação de que em Cristo Deus fez o homem para que o homempode se tornasse Deus em vida e na natureza, mas não na Divindade.A grande maioria dos cristãos de hoje negligencia o ponto crucial na Bíblia que emCristo Deus tornou-se homem para fazer do homem Deus na vida e na natureza, mas não naGodhead e que Deus deseja se mesclar com o homem para ser uma entidade. Alguns não sónegligencie isso; eles acusam falsamente como heréticos que o ensinam. Hoje muitos acreditam em umaspecto deste ponto crucial - que Deus se tornou um homem chamado Jesus - mas eles não acreditamo outro aspecto - que o homem está se tornando Deus em vida e na natureza,Estudo-vida de 1 e 2 Samuel, p. 204) A LUZ EA LÂMPADAA cidade que não tem necessidade do sol nem da lua Apocalipse 21:23 diz: “A cidade não precisa do sol nem da lua parabrilhe nele, pois a glória de Deus o iluminou, e sua lâmpada é o Cordeiro” . No milênio oa luz do sol e da lua será intensificada (Is 30:26). Mas na Nova Jerusalémno novo céu e nova terra, não haverá necessidade do sol nem da lua. O único a lua estará no novo céu e nova terra, mas não estará disponível noNova Jerusalém; pois ali Deus, a luz divina, brilhará com muito mais intensidade. Não Havendo NoiteNa Nova Jerusalém não haverá noite, pois “não haverá mais noite” (Ap 22: 5a). “Não haverá noite” (21: 25b). No novo céu e nova terra, ainda haverá odistinção entre dia e noite, mas na Nova Jerusalém não haverá tal distinçãoção. Fora da cidade haverá noite, mas dentro da cidade não haverá noite porque oa cidade terá uma luz eterna e divina, o próprio Deus. A Glória de Deus iluminando a cidade como a luz da vida divina, e o Cordeiro sendo a lâmpada que irradia a luz divinapela Cidade Transparente como a GlóriaApocalipse 21:11 e 23 nos dizem que a Nova Jerusalém tem a glória de Deus e que elaa luz é como uma pedra preciosíssima, como uma pedra de jaspe, clara como o cristal. Na nova JerusalémCristo, como a lâmpada da cidade sagrada, brilhará com Deus como a luz para iluminar a cidadecom a glória de Deus, uma expressão da luz divina. “A cidade não precisa de sol nem dea lua para que nela brilhassem, pois a glória de Deus a iluminou, e sua lâmpada é aCordeiro” (v. 23). A glória de Deus, que é Deus expresso, ilumina a Nova Jerusalém.Portanto, a glória de Deus, com Deus como sua substância, essência e elemento, é a luz doNova Jerusalém que brilha no Cordeiro como sua lâmpada. A glória expressa de Deus, ou o Deusda glória expressa, é a luz brilhando em Cristo como a lâmpada através da parede de jaspe deA Nova Jerusalém como o jaspe mais precioso, que traz a aparência de Deus rica em vida (v. 11) .A aparência de Deus rico em vida acompanhada o brilho para uma expressão de Deus em Sua emanifestação final consumada.Em 21:23, vemos que Deus é a luz e Cristo é uma lâmpada. Isso indica que Deus e o Cordeiro é uma luz. Deus é o conteúdo, e o Cordeiro, Cristo, é o portador da luz, oexpressão. Isso significa que Deus, que é a luz, brilhará em Cristo como a lâmpada em toda a cidade. Esta é uma questão de dispensar divino, pois o brilho da luz divina é realmenteo dispensar de Deus Triúno processado aos crentes.67 é o portador da luz, oexpressão. Isso significa que Deus, que é a luz, brilhará em Cristo como a lâmpada em toda a cidade. Esta é uma questão de dispensar divino, pois o brilho da luz divina é realmenteo dispensar de Deus Triúno processado aos crentes.67 é o portador da luz, oexpressão. Isso significa que Deus, que é a luz, brilhará em Cristo como a lâmpada em toda a cidade. Esta é uma questão de dispensar divino, pois o brilho da luz divina é realmenteo dispensar de Deus Triúno processado aos crentes.67Página 6 Deus, a luz divina, precisa de uma lâmpada. Sem o Cordeiro sendo a lâmpada, o brilho de Deusiria nos matar. No entanto, com o Cristo redentor como lâmpada, a luz divina não matanós, mas em vez disso nos ilumina. Primeira Timóteo 6:16 diz que Deus habita em luz inacessível.Em Cristo, porém, Deus se torna acessível. Separado de Cristo, o brilho de Deus seria ummatando, mas em Cristo o brilho de Deus é uma iluminação. Porque a luz divina brilha atravéso Cordeiro, o Redentor, tornou-se amável e palpável. Através do Cordeiro como olamp A luz de Deus se torna um brilho agradável para o dispensar de Deus. ( A Conclusão doNovo Testamento, pp. 2731-2733) A ESPOSA DO CRISTO REDENTORA Nova Jerusalém não é apenas o tabernáculo de Deus, mas também a esposa dos redentoresCristo. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Deus compara Seu povo escolhido a uma esposa porSua satisfação no amor (Isaías 54: 6; Jeremias 3: 1; Ezequiel 16: 8; Oséias 2:19; 2 Coríntios 11: 2; Efésios 5: 31-32) .Na Nova Jerusalém como a esposa do Cristo redentor, Deus terá a mais plena satisfaçãoção no amor.Apocalipse 21: 9b e 10 dizem: “Vem esposa, eu te mostrarei a noiva, a do Cordeiro.E ele me levou em espírito para uma grande e alta montanha e me mostrou a cidade sagrada, Jerusalém, descendo do céu da parte de Deus. ”Pensar que uma noiva é principalmente para o casamento, a esposa é para o resto da vida. A Nova Jerusalém será uma noiva no milênio paramil anos como um dia (2 Pedro 3: 8) e então a esposa no novo céu e nova terrapara a eternidade. A noiva no milênio incluirá apenas os santos vencedores, mas a esposano novo céu e nova terra incluirá todos os filhos redimidos e regenerados de Deus (Rev. 21: 7) .A Nova Jerusalém será uma com o Cristo redentor, como Eva se tornado uma comAdão. Eva foi construída a partir de uma costela que foi tirada do lado de Adão, e então ela foi trazida volta a ele para ser uma carne com ele - ser um com ele na natureza e na vida (Gênesis 2: 21-24; Ef. 5: 25-27, 29-32). O princípio é o mesmo com a Nova Jerusalém como a esposa doredimindo Cristo. Ela será uma com o seu Redentor na natureza e na vida. Mais uma vez vemosque a Nova Jerusalém não pode ser uma cidade material, pois uma cidade física não pode ser uma comCristo na natureza e na vida. A Nova Jerusalém não terá apenas o elemento divino adicionado a ele e a natureza santa de Deus trabalhada nele,Ter a Igreja como miniatura A Nova Jerusalém como esposa do Cristo redentor tem uma igreja como sua miniatura.Isso é revelado pela palavra de Paulo em Efésios 5: 22-32, onde ele fala da igreja como ocontraparte de Cristo. A igreja é na verdade uma parte de Cristo, pois a igreja vem deCristo é para Cristo, assim como Eva saiu de Adão e foi para Adão.Em Efésios 5:32, Paulo diz: “Grande é o mistério, mas falo a respeito de Cristoe a igreja. ”O fato de que Cristo e a igreja são um só espírito (1 Cor. 6:17), conforme tipificadopelo fato de o marido e a esposa serem uma só carne, é o grande mistério. Certamente é um grande mistérioque a igreja como a contraparte de Cristo vem de Cristo, tem a mesma vida e natureza queCristo, e é um com Cristo. Tendo sido a Noiva de Cristo no MilênioNo novo céu e nova terra, Cristo terá uma esposa, mas no milênio Ele teráter uma noiva (Ap. 19: 7-8; 21: 2), consistindo nos crentes vencedores. Em sua voltaCristo se casará com os vencedores. Esse casamento é descrito em Apocalipse 19: 7-9.68 Página 7 Apocalipse 19: 7 diz: “Alegremo-nos e exultemos, e demos glória a Ele, peloo casamento do Cordeiro chegou, e Sua esposa se aprontou. ”O casamento doCordeiro é o resultado da conclusão da economia neotestamentária de Deus. Economia de Deus emo Novo Testamento é obter para Cristo uma noiva, uma igreja, por meio de Sua redenção evida divina. Pela operação contínua do Espírito Santo ao longo de todos os séculos, esse objetivoserá concluído no final desta idade. Em seguida, uma noiva, que consistirá na superaçãocrentes, prontos prontos.As palavras Sua esposaem Apocalipse 19: 7 especial-se à igreja (Ef 5: 24-25, 31-32), a noivade Cristo (João 3:29). No entanto, de acordo com Apocalipse 19: 8 e 9, a esposa, a noiva de Cristo, consiste apenas nos crentes vencedores durante o milênio, enquanto a noiva, a esposa, em Apocalipse 21: 2 é composta por todos os santos salvos após o milênio para semprenidade.Apocalipse 19: 7b nos diz que a esposa “se aprontou”. A prontidão donoiva depende tanto da maturidade dos vencedores em vida quanto de serem construídos juntos comouma entidade corporativa. Portanto, osedores não são apenas maduros em vida, mas também construídosjuntos como uma noiva.Apocalipse 19: 8 diz: “Foi-lhe permitido que se vestisse de linho fino, resplandecentee puro; porque o linho fino são as justiças dos santos ”. Aqui puro se refere aonatureza ebrilhante , para a expressão. Como virtudes, ou atos justos, não se refere aa justiça (que é Cristo) que Recebemos para nossa salvação, uma justiça que é objetivo e que nos qualifica para atender às exigências de Deus justo. As justiçasdos crentes vencedores em Apocalipse 19: 8 são subjetivos para que possam encontrar oexigência da vitória de Cristo. O linho fino, portanto, indica nossa superaçãovida. Na verdade, é o Cristo que vivemos de nosso ser. Constituído por todos os santos aperfeiçoadosEm última análise, no novo céu e nova terra, a Nova Jerusalém como a esposa do Cristo redentor será constituída de todos os santos perfeitos. Depois do milênio tudoos santos foi aperfeiçoados e constituídos juntos para ser a entidade maravilhosa daNova Jerusalém.A consumação da igreja como a contraparte de Cristo será a Nova Jerusalémno novo céu e nova terra para a eternidade. Apocalipse 21: 2 diz: “Eu vi a cidade santa, NovaJerusalém, descendo do céu de Deus, preparada como uma noiva adornada para seu maridobanda.” A Nova Jerusalém é uma composição viva de todos os santos redimidos e aperfeiçoados porDeus por todas as gerações . Esta é uma noiva, uma esposa de Cristo como Sua contraparte. Comoa esposa de Cristo, a Nova Jerusalém sai de Cristo e se torna Sua contraparte. Elaé preparado pela participação nas riquezas da vida e natureza de Cristo.Apocalipse 22:17 indica que Cristo e a Nova Jerusalém como Sua esposa serão umcasal universal para a eternidade. O Espírito, que é a totalidade do Deus Triúno processado, torna-se um com os crentes, que agora estão totalmente maduros para serem celebrados a noiva. Portanto, um consomatório do Deus Triúno processado e a consumação dos escolhidos, redimidos de Deus, como pessoas regeneradas e transformadas serão uma e serão um casal universal expressando o Deus Triúno para a eternidade. ( a consomatório do Deus Triúno processado e a consumação dos escolhidos, redimidos de Deus, como pessoas regeneradas e transformadas serão uma e serão um casal universal expressando oDeus Triúno para a eternidade. ( a consomatório do Deus Triúno processado e a consumação dos escolhidos, redimidos de Deus, como pessoas regeneradas e transformadas serão uma e serão um casal universal expressando oDeus Triúno para a eternidade. (A Conclusão do Novo Testamento, pp. 2700-2703) 69📷
Texto original
O TRABALHO ÚNICO NA RECUPERAÇÃO DO SENHORugerir uma tradução melhor
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2020.09.02 15:39 Sarelgaz Consorcio de 23% de custo com 15 anos para pagar.

Bom dia,
Perdoem sair do foco do sub, que é ganhar dinheiro, vim aqui tirar uma duvida sobre perder dinheiro mesmo.
Pretendo adquirir um consorcio de 180 parcelas, as mesmas ficariam em R$ 785,92, sendo o valor da carta de R$ 115.000,00 enquanto o valor total pago de R$ 141.465,56 custando assim R$ 26.465,60, aproximadamente 23% maior que a carta.
As parcelas estão num valor ok, eu aguento manter o pagamento das mesmas, porem o valor final pago não me é atraente.
A duvida consiste em, esse é o valor médio de um consórcio ou eu consigo cartas mais baratas? Esse em especifico deixa as parcelas pré contemplação pela metade do valor, mas isso não me afeta muito.
O objeto de compra é um imóvel, que quero adquirir no prazo de, estourando, 10 anos, mas o quanto antes melhor, uma vez que as terras aqui tem valorizado muito conforme a cidade vem crescendo e recebendo investimento de empresas.
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2020.09.01 19:36 hmmild Meu feedback sobre New World

I – INTRODUÇÃO

1.Olá, primeiramente, queria dizer que eu sou apenas um cara que gosta de jogar e ajudar as pessoas e, que as vezes algumas ideias surgem à mente, e assim aconteceu durante esse primeiro contato com o jogo e, por oportuno, explicar que aqui são apenas algumas ideias iniciais, que precisam ser trabalhadas, veja bem, ideias, um ponto de vista pessoal, ou seja, apenas uma opinião pessoal como jogador.

2.Eu começo dizendo ainda: difícil não é você conseguir players para um novo jogo, mas sim mantê-los.

3.Aqui estão apenas algumas idéias e análises pessoais de um jogador comum. Muitas coisas que estarão aqui são ideias iniciais e esboços prematuros. Antes de começar, queria deixar uma visão rápida sobre o que eu penso da realidade dos MMORPGs ao longo do tempo:

  1. O mundo já não é mais como era há 10, 20 anos atrás. As tecnologias e as informações estão cada vez mais intensas e aceleradas. Dito isso, na minha análise como jogador há mais de 20 anos, eu percebo que muitas "empresas tradicionais" não acompanharam essa revolução tecno-científica no mesmo ritmo em que elas aconteceram, tanto é que muitas delas, precursoras de alguns gêneros, somam mais prejuízos do que lucro.

  1. Na primeira década do século, podíamos contar nos dedos de uma das mãos os grandes e pioneiros jogos de MMORPG, dentre outros gêneros semelhantes.

  1. Muitos de nós, hoje com seus trinta e poucos anos, ou quase lá, de existência, estávamos na adolescência e começando a engajar nesse universo dos MMORPG, passando horas e horas do nosso tempo imersos em determinado game da espécie.

  1. Pois bem, o tempo passou, e aquela galera que crescia junto com os primeiros MMORPGs foram se ocupando com seus empregos, estudos, família, enfim, já não tinham mais tanto tempo livre para despender aos MMORPG da época, que exigiam e recompensavam os jogadores mais imersivos e dedicados exclusivamente ao jogo.

  1. Nesse contexto, juntamente com o avanço acelerado da globalização, algumas empresas foram rápidas e perspicazes ao perceberem a tempo essas mudanças no mercado. Eis então que surgem e se popularizam gêneros como por exemplo: os mobas, battle royale, os hack and slash, os action rpgs entre outros.

  1. Aqui não vou me alongar muito sobre o tema, apenas dizer que esses gêneros conseguiram contemplar uma gama muito maior de jogadores, como, por exemplo, aqueles que não tem muito tempo para dispor ao game e, também obtiveram uma fatia maior ainda de mercado. Consequentemente, por obterem êxito com essa façanha, muitos jogos explodiram e se popularizam virando fenômenos, trazendo cada dia mais e mais adeptos ao seu nicho.

  1. Agora, no cenário atual, o jogador que joga 12 horas por dia e o jogador que joga apenas duas horas, estão num cenário de igualdade. Uma vez que o mundo e o mercado mudou, o foco dos games mudou, as pessoas mudaram, as tecnologias mudaram. Porém, muitas empresas, que desprezaram até a própria comunidade, não conseguiriam enxergar isso e foram à falência, já dizia Cássia Eller: “Mudaram as estações e nada mudou...♫”

  1. É possível perceber, que esses novos jogos buscam manter sempre um cenário justo, equilibrado, alinhado a diversão, interação e o constante progresso, valorizando outros aspectos em detrimento ao tempo gasto com o jogo e execuções de ações massivas, repetitivas e cansativas. Agora há um equilíbrio natural, o principio fim é, por exemplo, a habilidade individual e o raciocínio de cada jogador, e não mais nos itens e nas vantagens dos leveis que o jogador adquiriu jogando 25 horas por dia. Agora, para você conseguir progredir no game e estar entre os melhores, não é preciso ser um “crackudo” e totalmente aquém da realidade.

  1. Dito isso, deixo algumas questões? Qual caminho New World quer seguir? O que New World quer contemplar? Qual o público alvo do New World?

  1. Eu acredito que assim como algumas novas empresas estão fazendo e, conseguindo sucesso com isso, a Amazon, com o New World, pode focar o máximo possível na igualdade e num sistema justo de progressão, encaminhar as dificuldade e os desafios dentro do jogo para o ponto certo, e não mais ficar na mesmice falida de sempre.

  1. Se a Amazon conseguir isso, New World tem um potencial enorme de crescimento e de dar um passo importante para uma nova era dos gêneros de MMORPGs . Mas para isso, na minha singela opinião, é preciso deixar de lado alguns preceitos ultrapassados que já não se enquadram mais no mercado atual.

  1. Dessa forma, é necessário reinventar e criar novos paradigmas e, antes de mais nada, é fundamental ter muita coragem e não ter medo de errar, para que no fim, não seja apenas mais um no meio de tantos jogos horríveis que já existem, e que ainda insistem na mesmice ultrapassada de outrora.


II – OBSERVAÇÕES INICIAIS SOBRE NEW WORLD


  1. Acredito que New World precisa ter um proposito inicial mais conciso, seja para atrair novos jogadores, seja para mantê-los. É preciso haver uma ideia central que faça com que o game não se torne algo repetitivo, enjoativo e com um fim precoce.

  1. Como fazer isso? Primeiro de tudo, o game deve ter um sistema justo e igualitário para todos. Como assim? Deve recompensar dentro das proporções todos os jogadores de maneira igual, seja o que joga sozinho, seja o que joga em grupo, seja o que joga 20 horas por dia, seja o que joga duas horas, ponto.

  1. O quesito, por exemplo, da "sorte aleatória", pode ser bem melhor trabalhado para esse aspecto. Abordo esse tema melhor no item VIII do tópico. Isso possibilita que os jogadores tenham em mente que em New World a qualquer momento a sua sorte pode mudar, e que mesmo você jogando pouco tempo, você pode ter a chance de ser agraciado de alguma forma com a sorte.

  1. Outra fundamental observação é que devem existir temporadas sazonais, sempre com atualizações e novidades, em busca de a cada nova temporada aprimorar o conteúdo que já existe.

  1. Eu não acredito que o jogo deveria ter uma transição engessada, por exemplo: começa aqui, vai pra ali, e depois terminar lá, mas também não deve ser algo desorganizado e sem sentido, é preciso limitar algumas progressões precoce demais, criar um sistema de penalidades de ganho de experiência, assim tudo terá seu devido tempo para acontecer. O que eu mais tenho observado são players leveis baixos correndo e atravessando para áreas que tecnicamente deveria ser mais perigosa ou restritas para eles no momento. Acredito que as busca pelo level máximo não deva ser algo com grande impacto dentro do jogo, mas também não deve ser desprezado tão facilmente, o foco do jogo não deve ser farmar, farmar, farmar, farmar, farmar, tal área, ou tal monstro. O foco não deve ser o level máximo e suas vantagens extrapoladas. Sinceramente, existem infinitos e melhores aspectos a serem exploradas do que isso.

  1. Dá pra perceber que o jogo mistura um pouco a história da alta e baixa idade média juntamente com o início da formação dos primeiros burgos. O território se divide numa espécie de suserania e vassalagem e mistura a ideia de um feudo/burgo.

  1. Um grande problema que deu pra perceber nesse primeiro teste, é justamente a questão territorial, aparentemente os players tendem a se agrupar na facção que possui mais domínio de terras e mais faccionados afim de buscar mais facilidade dentro do jogo. Isso é preciso ser corrigido, criando algum sistema de equilíbrio natural, fazendo com que esta questão não tenha tanto impacto no jogo.

  1. Acredito que toda facção devia ter pelo menos 1 território permanente e estável sob seu domínio. E que essa questão territorial não influencie significativamente na progressão individual dos jogadores e nas conquistas de desempenho.


III – FLANDERS

  1. Eu acho que seria genial, desde logo, mostrar ao jogador de New World, que o mundo, ao qual ele pertence, é um universo de constante e incansáveis guerras, paralelo a luta pela sobrevivência e a oportunidade de ter seu nome na história, de ser reconhecido no universo a qual ele pertence, seja pelos seus feitos, maestrias, conquistas, habilidade, enfim.

  1. Antes de falar sobre o que acho sobre o sistema de guerra de New World, quero começar pelo sistema de “zona de Flanders”. Para quem não conhece, Flanders (atual Bélgica) foi uma região de intensa batalha entre França e a Inglaterra pelo controle do Canal da Mancha, um local de comercio lucrativo e ponto estratégico para quem o dominasse, e que deu contornos a “Guerra dos 100 anos”.

  1. New world poderia trazer áreas de intensas batalhas e diversas disputas, essas áreas seriam zonas neutras de pvp obrigatório, monstros e bosses de extrema dificuldade e difíceis de matar, porém o foco dessas áreas jamais poderia ser a experiência de leveling ou loot, mas sim a sobrevivência e o combate frenético. As facções estariam em intensas disputa, estariam preocupados em matar os super Bosses, matar as facções rivais e sobreviver. Não podem por exemplo ser aceito formação de grupo nessas áreas (precisa ser estudado). No final, conseguem as recompensas pela morte do Boss, se conseguirem mata-lo, apenas os membros da facção que causou mais dano à ele. Deve ser uma área com desafios difíceis pela sobrevivência. Para essas áreas podem haver por exemplo 3 divisões, até o lvl 20, do lvl 21 ao 40, e do level 41 ao 60, restringindo o acesso de cada area pelo level e títulos (vou falar sobre eles abaixo) dos jogadores. Novamente, o equilíbrio é tudo. Acho que pra uma ideia inicial nesse sentindo é isso.


IV – RANK E ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O PVP

  1. Um sistema de rank das mais variadas categorias deve haver em new world, é mais um objetivo a ser almejado pelos jogadores. Desde da divisão por quantidade de abate, até a divisão de level de colheita e ouro.

  1. Por exemplo, um divisão para o rank de abates e mortes, com algumas peculiaridades. Uma ideia inicial nesse sentindo seria: para cada abate que você conseguir no mundo aberto você soma 2 pontos no rank, para cada morte você diminui -1 ponto. Abater jogadores 10 leveis menores que o seu, você não pontua, morrer para jogadores 10 leveis menores que você, você perde -5 pontos. Matar jogadores com 10+ leveis maiores que o seu você soma 5 pontos. Deve haver também um sistema que pontue a assistência nos abates, para contemplar todos, principalmente aqueles que querem focar seus personagens em cura e proteção por exemplo.

  1. É preciso estudar também, como funcionaria o abate e a morte do jogador estando em um grupo.

  1. Durante a guerra os abates não contabilizam, há tão somente uma nota geral pela vitória ou pela derrota.

  1. O pvp em mundo aberto: deve acontecer num cenário mais justo possível, se o jogador for abatido por um grupo, o jogador que morreu não deve ter tantos prejuízos, isso se eles estiver solo, e o grupo que o matou não deve ter tantos benefícios, no fim o jogo deve contemplar sempre um ambiente justo e equilibrado. Consegue êxito por exemplo, aquele que tem uma melhor habilidade de combate, independente apenas dos itens que carrega, que montou uma emboscada bem sucedida, que atacou na hora certa, que conhece os limites do seu personagem, que sabe usar um contra-ataque, que combinou melhor seus pontos de habilidade, enfim. E na guerra vai vencer o que tem uma melhor estratégia, uma melhor tática, que sabe a hora de atacar, recuar. É preciso criar um sistema justo, durante o tópico vou deixar algumas outras ideias de como poderia ser isso.

  1. Basicamente é deixar claro que você ter um item lendário, não deve lhe tornar uma lenda.

  1. O jogo deve primar sempre pelo justo e o equilíbrio.

  1. Ayrton Sena e eu, cada um com uma Ferrari igual, mas no final a gente sabe o resultado, o melhor sempre ganha é claro, que nesse caso seria eu, obviamente, :rofl:. Mas deixando a brincadeira de lado, o que eu quero dizer com isso é que a vitória deve acontecer não porque o carro desse ou daquele é melhor, e sim porque naquele momento, naquela disputa, quem estava no volante foi melhor. Mantendo a analogia, na realidade atual, quem ganha é quem tem o melhor carro. Agora eu pergunto, atualmente, quem assiste, se entretém e se empolga com a Formula 1? É apenas uma analogia exemplificativa.


V – SISTEMA DE CONDUTA

  1. ​​Minha ideia principal neste item é o sistema de conduta junto com o faccionado renegado.

  1. Para entender minha ideia, primeiro quero que você entenda um pouco como ela é desenhada em minha mente. Eu dividi a conduta dos jogadores em duas, vou chamá-las de conduta azul e vermelha.

  1. Faço parte de uma facção, mas não gostei e quero mudar, posso? Depende, você está disposto a pagar o preço? Você será caçado por sua traição, seu nome estará nos murais das cidades e uma recompensa por sua cabeça será imposta, os membros da sua atual facção irão lhe caçar em busca da recompensa e de vingar sua traição.

38.CONDUTA AZUL: você ganharia pontos de conduta azul quando trabalhar em prol da facção, para cada boa conduta você ganha pontos de conduta azul, por exemplo, participação em guerras e invasões, abate de membros de outra facção, etc.

39.CONDUTA VERMELHA: seria o oposto da conduta azul, a cada “sabotagem” você perde a conduta azul, zerando sua conduta azul, ela fica negativa e começa a ficar vermelha, ao atingir uma certa quantidade de conduta vermelha você pode trocar de facção. Para ativar os pontos negativos de perda de conduta e ganho de conduta vermelha, você precisa encontrar um NPC que aparece em áreas aleatórias de vez em quando. Não pode ser previsível. Você fará uma missão que lhe permitirá realizar atos de traição ou sabotagem, como, por exemplo, matar membros de sua facção atual, a partir do momento em que você faz o primeiro ato de traição em busca de ativar a conduta vermelha, você já está marcado para morrer por causa da traição. Quanto mais atos de traição você fizer, maior será a recompensa por sua cabeça. Quando você trabalha contra a facção em busca de ser um renegado, sua cabeça está em alta e as punições são severas, ainda é preciso trabalhar nessa ideia, é apenas um esboço inicial.

  1. Uma das muitas consequências dentro da mudança de facção pode ser que o jogador perca todo o progresso de classificação, conquista e itens dentro dos armazéns de sua antiga facção, algo mais ou menos nesse sentido.

  1. Marechais e membros de altos cargos não podem mudar de facção. É preciso encontrar um título ou um limite em que a mudança é possível e o jogador se torna um renegado.


VI – TÍTULOS

  1. Acho que isso é uma oportunidade única.

  1. Implementar um sistema de títulos é um desafio e objetivo adicional para os jogadores almejarem dentro do jogo. Mas não é qualquer sistema. É um sistema único, grandioso e revolucionário.

  1. O que seriam os títulos? Primeiro, os nomes aqui são apenas para exemplificar algo que pode ser muito melhor trabalhado.

  1. Em primeiro lugar, cada facção deve ter seu “Marechal”, é mais um objetivo para os jogadores perquirirem dentro do jogo.

  1. O título de Marechal de uma facção nada mais é do que seu representante de honra e comandante máximo dentro do jogo, e esse título deve ser temporário e obtido por meio de eleição e / ou disputa em um grande evento de batalha entre os integrantes da facção, que preenchendo alguns requisitos e outros títulos pré-existentes poderão disputar essa posição.

  1. Mas para você ser um Marechal, você precisará primeiro ter alguns outros títulos, só então você poderá competir pela vaga de Marechal, em um grande coliseu, por exemplo.

  1. Todos os jogadores que foram inscritos para competir pela vaga do Marechal, competiram em um campeonato de disputa 1vs1 pelo título, até que remanesçam apenas dois que disputarão o confronto final pelo título de Marechal.

  1. Como você se qualifica para competir pelo título de Marechal?

  1. Para entender isso, você deve primeiro entender como isso é desenhado em minha cabeça:

  1. New World, a meu ver, tem uma grande oportunidade de revolucionar os jogos MMORPG. Uma chance de ouro. Faltam apenas alguns ajustes e um propósito único, grandioso e consistente.

  1. Minha ideia consiste em alguns “planos de carreira”, novamente são apenas nomes exemplificativos. Se você ama pvp, venha jogar New World, se você ama pve, venha jogar New World, sem você adorar criar e construir, venha jogar New World, se você gosta de andar pelo mapa e ser um explorador, venha jogar New World, se você quer ser muito rico e exibir suas conquistas, venha jogar New World.

  1. Em New World não deve existir aquela mesmice engessada de sempre, mago, cavaleiro, curandeiro, arqueiro, não, não e não. Em New World cada jogador montará sua própria “classe” de acordo com seu perfil, estilo de jogo e objetivos dentro do jogo. Por exemplo, você adora o pvp? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nesse quesito. Você ama o craft? Então busque os títulos e conquistas que te fortalecerão nisso. Você é um jogador mais focado no pve? Faço o mesmo, busque seus títulos e conquistas para você conseguir se destacar nessa area. O que eu quero dizer com isso é que com um sistema único e infinito você pode finalmente moldar seu personagem de acordo com suas pretensões, nenhum personagem será igual ao outro. Você quer usar bastões mágicos com foco no pve? Você então buscará dentro do jogo quais conquistas e títulos combinaram com sua maestria, itens, perfil, status, pretensões, enfim, as possibilidades são infinitas.

  1. Eu acredito que cada facção precisará de jogadores das mais diversas áreas, jogadores com habilidades de pvp, jogadores com habilidades de pve, jogadores com habilidades de artesanato, jogadores com muito dinheiro para financiar a manutenção das cidades e guerras, todos são importantes dentro de New World, independente do level e perfil do jogador, todos têm um papel dentro do jogo.

  1. Se o jogador quiser ser um expert em combate pvp, ele vai buscar uma carreira ideal que se encaixe com o seu perfil e lhe proporcione isso, primeiro focar em um titulo máximo e nas combinações de conquistas adjacentes que ele achar melhor para seu estilo, como por exemplo: General ( mais focado em combate corpo a corpo), Alquimista-mor( mais focado em dano magico e bastões mágicos), Mestre-Sacerdote (dano magico e cura), etc... São apenas alguns nomes exemplificativos.

  1. Se o jogador quiser se especializar em lutar contra bosses e monstros épicos e lendários, ele buscará o título e os caminhos para ser um Mestre Caçador.

  1. Se o jogador quiser ser um Mestre Artesão, com crafts poderosos, valiosos e exclusivos, que só ele pode fazer, então seguirá este caminho profissional.

  1. Se o jogador quiser ter muito dinheiro, com grandes aquisições, vantagens comerciais, casas, ele buscará o título de Barão-mineiro.

  1. As possibilidades são infinitas, as combinações de maestria, armas, estilo de jogo, títulos, interesses, objetivos, tudo, é um imenso mundo a ser explorado.

  1. Com alguns ajustes aqui e ali, este jogo se torna o melhor.

  1. Exemplo disso? Se você quer ser um artesão, seus serviços serão solicitados, pois somente você poderá fabricar certos itens com a possibilidade de conseguir modificações raras e valiosas, por exemplo, somente você poderá esfolar certos monstros que precisam um alto grau de maestria, e esse nível apenas os artesãos podem alcançar.

  1. Neste ponto do item, seria um mundo extraordinário, se New World seguisse esse caminho: Se ao invés de todos os monstros soltarem o mesmo item por exemplo: “couro cru”, por que não soltar itens específicos, como: couro de lobo, couro de coelho, couro de crocodilo, isso iria expandir um universo de craft extraordinário, um mercado único, os jogadores quem quiserem ser artesões teria algumas vantagens ao escolher essa carreira, só eles que poderiam esfolar alguns monstros e manejar crafts mais complexos. Esses comentários são apenas algumas ideais e exemplos que precisam ser explorados e trabalhados.

  1. O mesmo vale para o jogador que quer ser um Barão-mineiro, você com esse título máximo, pode ir até o nível 100 de mineração por exemplo. Sem o título, você só pode ir até 50, por exemplo. São ideias e combinações infinitas.

  1. O mais importante é que cada título tenha um “Plano de Carreira”.

  1. Por exemplo, se o seu forte é o combate corpo a corpo e você é focado no pvp, eu diria que você ia querer seguir a carreira de General, começando com o primeiro título de soldado, depois de algumas conquistas torna-se sargento e assim por diante até chegar ao último posto de general. Os nomes são apenas exemplares. Se esse é o seu propósito dentro do jogo, estar focado na guerra, combate corpo a corpo e no pvp, você vai buscar fazer conquistas e adquirir os melhores títulos que combinem com seu personagem, itens, maestria, etc.

  1. Ou talvez você queira dominar a arte da magia ou da cura e seguir a carreira de curandeiro ou mago. De qualquer forma, as possibilidades são imensas.

  1. O segredo e o desafio seria encontrar a melhor construção para o seu perfil, entre seus títulos, maestria, equipamentos, atributos e finalidades, por exemplo, você é um grande jogador de pvp, a lenda do combate, porém, em uma invasão de monstros os jogadores mais focados no pve, que são especialistas em abater monstros, teriam uma pequena vantagem nesse quesito, já que essa seria sua especialização. Mas cuidado, não são apenas os caçadores que poderão matar ou impactar os lendários bosses e monstros, apenas terão uma ligeira vantagem neste aspecto, pois essa seria sua carreira e função dentro do jogo, eles nasceram para isso.

  1. Se um jogador quer estar focado no pvp, mas também quer uma melhor performance para matar monstros, por exemplo, ele deve investir um pouco mais para ter uma melhor performance na luta contra monstros, e encontrar qual combinação de títulos é melhor para ele. Existem desafios e possibilidades a serem estudados, que cada jogador terá que descobrir dentro do jogo, qual o seu perfil?!.

  1. Por exemplo como seria um modelo disso na minha cabeça:

Exemplo 1
Eu quero ser um jogador focado no pvp e combate corpo a corpo:

Carreira de General
I - Título de soldado: +3 de força
II - Título de sargento: +2% de dano com arma de uma mão contra players
III - Título de tenente: +2% de resistência física e magica contra jogadores
IV - Título de capitão: +5 de força
V – General: +5% de danos contra player segurando arma de uma mão ou escudo

Exemplo 2
Eu quero ser um jogador focado no PVE e combate a distância:

Carreira de Grão Mestre Caçador
I – Título caçador 1: +3 de destreza
II –Título caçador 2: +5% de dano contra monstros
III – Título caçador 3: +5% de resistência contra monstros
IV – Título caçador 4: +5 de destreza
V – Grão Mestre Caçador: +10% de dano a distância contra monstro

  1. Os bônus dos títulos dentro do jogo, é algo a ser estudado e trabalhado cuidadosa e profundamente.

  1. Neste sistema, novamente, apenas um exemplo, cada jogador só poderia habilitar um único grande título principal ou plano de carreira principal e ter um número limitado de especializações menores. É um universo a ser explorado.


VII – LIMITES E PENALIDADES

  1. Aqui não tem muito segredo, o jogo precisa ser o mais amplo possível, não deve haver muitas restrições de uso de itens, você pode usar o que quiser, desde que preencha alguns requisitos.

  1. Os status precisam ser melhor trabalhados. Combinar determinada quantidade de atributo necessário para usar um item e/ou upar uma habilidade de maestria é algo que pode ser bem melhor trabalhado. Pode acrescentar também combinações com os títulos e plano de carreia. São muitas possibilidades.

  1. É preciso haver sistema de penalidades para ganho de experiência e formação de grupo, tanto para pve como pvp. Isso evita uma serie de problemas dentro do jogo, por exemplo, que players inexperientes e leveis baixos sejam “carregados” por outros jogadores até um momento do jogo ao qual eles não deveriam estar.


VIII – ÁREAS EXPLORÁVEIS E MONSTROS MISTERIOSOS

  1. Em primeiro lugar, para entender como isso está em minha mente, isso deve ser encarado como algo extremamente raro e completamente aleatório.

  1. A ideia não é algo: “Eu vou entrar no jogo e fazer isso”. NÃO, você não vai.

  1. É algo assim: você está caminhando no mundo aberto, no meio do nada, não é um lugar específico, não é um monstro específico, não é um momento específico, é simplesmente aleatório, não é um respawn fixo, não é você quem decide, não há cálculo, não há uma forma de você “farmar” isso, é algo totalmente imprevisível, ao acaso e por sorte.

  1. De repente você vê, não sei, um coelho diferente (monstro mistérioso), você mata e quando analisa e você tem a POSSIBILIDADE de conseguir algo valioso, veja só, eu disse que você tem a POSSOBILIDADE, por exemplo, de conseguir uma pedra valiosa, ou um componente que pode ser usado para um craft valioso, etc. Veja bem, e atenção, além desses monstros misteriosos aparecerem de maneira totalmente aleatória, a chance de conseguir alguma coisa deles também é totalmente dependente da sorte.

  1. Outra coisa que poderia existir com a mesma ideia, são áreas e / ou objetos exploráveis. Uma gruta misteriosa por exemplo, uma garrafa no meio do rio, um arbusto, coisas que o jogador tem a opção de explorar ou entrar. Mas, novamente, são coisas totalmente aleatórias, que não estão disponíveis para sempre, possuem um curto período de tempo para serem exploradas.


IX – OUTRAS IDEIAS POSSÍVEIS


  1. Futuramente, caso a comunidade e o jogo queiram implementar montarias, ou algo do tipo, é preciso criar um sistema totalmente equilibrado e muito bem elaborado, e que não tenha grande impacto na jogabilidade, eu tenho uma ideia inicial para esse sistema, onde a montaria serve ÚNICA e EXCLUSIVAMENTE para o deslocamento. E o jogador terá que pensar com muito cuidado se vale a pena usá-la para uma determinada viagem.

  1. O jogador não poderá usar a montaria o tempo todo.

  1. Haverá restrições de área para montarias.

  1. O cavalo terá uma barra de energia que tem um tempo de recarga considerável, se o jogador quiser ir para uma área muito longe o cavalo pode ficar cansado, se não tiver condições para suportar a viagem, e assim ele entrará em “tempo de recarga”. O cavalo ficará na mesma velocidade de um jogador se movimentando, até que ele possa novamente desenvolver velocidade, ele poderá fazer isso somente após um determinado percentual de energia recuperada. O jogador não poderá realizar ações em cima do cavalo. Se o cavalo ou o jogador for abatido, o jogador cai e terá que decidir se corre atrás do cavalo, foge ou vai para o duelo. O jogador precisa ir até o cavalo caso perca o controle dele e o animal saia correndo pela floresta. O jogador não pode fazer algo como assobiar e o cavalo aparecer misteriosamente. Caso o jogador se perca do seus cavalo ao fugir dos inimigos por exemplo, passado algum tempo o cavalo dará respawn na cidade onde o jogador tenha feito seu “check-in”.

84.Os acampamentos devem ter estábulos para o cavalo descansar e recuperar as energias mais rapidamente, porém não deve ser algo instantâneo. De qualquer forma, há muitas variáveis em mente para isso.


X – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Eu tenho várias outras ideias, mas por enquanto acho que é isso.

O mais importante é que o jogo entregue uma gama infinita de possibilidades alinhadas as mais variadas formas e estilos de jogos. Se você gosta do pve, você vai ter suas inúmeros funções e caminhos para de divertir e crescer dentro do jogo, benefícios de craft, farms, você pode ter um papel de destaque nas invasões de monstros e lidar com bosses difíceis, você pode conseguir riqueza e gloria nesse seguimento e estilo de jogo, igualmente se você gosta de pvp, com as intensas guerras e os espólios das batalhas pvp. Acredito que em New World toda facção vai precisa de bons jogadores de pve, com os benefícios que estes jogadores podem ter para lidar com monstros poderosos, crafts, colheitas, mineração, como também precisar do talento de bons jogadores de pvp para as batalhas e guerras. Basta encontrar o equilíbrio do sucesso.

Essas são minhas considerações em face desse primeiro contato com o jogo.

Espero profundamente que o jogo não seja apenas mais um no meio de tantos outros horríveis que já existem.

A Amazon tem plena capacidade e poder para revolucionar mais esse mercado.

Espero que alguma coisa aqui tenha contribuído com algo, e torço pelo sucesso do jogo.

E continuem sempre olhando para o Brasil, aqui também tem mercado e pessoas capacitadas para fazer muita coisa pelo mundo, tanto real como virtual. Abraços!
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2020.08.31 00:32 pqamarks Coronavírus, bolsonarismo e a produção da ignorância

Coronavírus, bolsonarismo e a produção da ignorância
A “agnotologia” é o estudo da produção cultural da ignorância. Um exemplo de produção e difusão cultural da ignorância é a forma como a pandemia foi tratada pelo presidente Bolsonaro e grupos bolsonaristas.
Essa ignorância é promovida diariamente a partir do negacionismo científico de grupos favoráveis ao governo e que têm grande poder de influência através de redes sociais. Visitando páginas de sites como Youtube, Twitter, Facebook, entre outras, é possível verificar inúmeras publicações que distorcem dados, mentem e bestializam o público-alvo. Essas postagens, no contexto da pandemia, insistem em negar e, posteriormente, ignorar a gravidade da crise sanitária e a efetividade do isolamento social. Nestes tweets, vídeos do YouTube, posts do Facebook, etc, encontra-se espaço para a difusão irresponsável de teorias da conspiração e fake news que, finalmente, acabam resultando na morte da população brasileira, graças a uma forma de populismo digital.
A desinformação promovida por esses grupos leva ao descrédito da gravidade da pandemia, assassinando indiretamente várias pessoas que deixam de seguir as recomendações de isolamento social, já que acreditam em dados equivocados que são divulgados irresponsavelmente. A obviedade de que sair de casa leva as pessoas ao contágio, fazendo com que elas se tornem vetores (muitas vezes até assintomáticos) e levando indivíduos do grupo de risco a óbito é relativizada. As evidências facilmente encontradas em livros de epidemiologia e virologia são desprezadas e os mecanismos de transmissibilidade do vírus, descritos na literatura médica, são sempre relativizados, quando não são negados.
Um exemplo de desinformador das massas é o “médico” Osmar Terra, que se posicionou contra o fechamento de escolas, desprezando os mecanismos de circulação do vírus e a possibilidade de contágio a partir das idas às salas de aula, como foi confirmado posteriormente em estudo da Escola Médica de Harvard. Em abril, chegou a dizer que a epidemia em São Paulo terminaria em 30 dias. Em maio, negou a efetividade da quarentena e das medidas de isolamento social, publicando um estudo baseado em resultados de testes rápidos, que podem ter até 75% de erro, gerando vários falsos negativos nos testes rápidos de IgG. Não obstante, os autores do estudo deixaram claro que esses dados eram provisórios e nem ao menos citaram a quarentena no artigo. O maior problema disso é ver a opinião geral e observar que a grande maioria de seus seguidores nem ao menos se deu ao trabalho de ler o artigo, simplesmente concordando com o que foi publicado, o que confirma a produção e difusão de ignorância por parte de grupos bolsonaristas.
Outro exemplo é o grupo “Médicos Pela Liberdade”, que diariamente produz propaganda bolsonarista, pede a abertura das escolas, questiona as medidas de isolamento social, critica o uso de máscaras, etc, desprezando vários casos de contato social que infelizmente levaram pessoas a óbito e sendo cúmplice da necropolítica instaurada pelo atual governo. É rotineiro que esses “médicos” façam propaganda das ideias do guru Olavo de Carvalho, idolatrado pelos bolsonaristas. Aliás, é lamentável que “médicos” elogiem alguém que, no início da pandemia, negou as mortes por coronavírus, mentindo descaradamente e que se posiciona contrariamente às vacinas. A existência dessa página é um grande desserviço à saúde pública e, sem dúvida alguma, é um imenso desatino algum profissional de saúde se posicionar a favor de tantas insanidades. Esses "Médicos Pela Liberdade" são uma vergonha para a classe médica e a atuação deles frente à pandemia vai totalmente contra aquilo que está no Código de Ética Médica. Segundo o Art. 112 do Capítulo XII (Publicidade Médica), "É vedado ao médico: Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico", o que mostra que esses "médicos" não lutam pela vida, mas sim pela idolatria a um populista criminoso e incompetente. Aliás, no Capítulo XII é possível identificar várias outras quebras do CEM por parte desse grupo cujas atitudes são incompatíveis com os princípios da boa medicina.
O trabalho de Bernardo Küster, assim como os outros exemplos citados, minimiza a perda de vidas humanas (e ainda tem a cara de pau de se dizer "cristão") e desinforma milhares de pessoas diariamente propagando ideias anti-científicas, que inclusive são compartilhadas pelo filho do presidente, como é possível ver na imagem a seguir, publicada no artigo:

A produção da ignorância nas redes sociais bolsonaristas. Fonte: imagem obtida na rede social Facebook (2020).
O objetivo desta publicação é, obviamente, ridicularizar as medidas de isolamento social, produzindo ignorância em massa de forma muito rápida, através de publicações curtas. E o que é mais preocupante: é possível ver que, no momento em que o printscreen foi tirado, houve 3,5 mil compartilhamentos e, desses mais de 3 mil compartilhamentos, aqueles que se encontram nas listas de amigos das pessoas que compartilharam a publicação também compartilharam as publicações, levando a um efeito de “viralização”, literalmente, já que este post com certeza fez diversas pessoas se infectarem com o vírus, levando outros indivíduos a óbito, configurando um efeito em cascata, tanto digital, quanto biológico.
O aumento de óbitos foi gigantesco, mas foi negado pelos difusores de ignorância, como pode-se ver no infame Jornal “Brasil Sem Medo”, que inclui Bernardo Küster e Olavo de Carvalho entre os autores. Alguns dias depois da publicação da mentirosa matéria “A pandemia que não aumenta o número de mortos”, as informações foram refutadas por uma agência de fact-checking. Inclusive é possível verificar os números do genocídio presenciado em 2020 na própria fonte citada pelo jornaleco conservador de quinta categoria, com um aumento de mais de 70 mil óbitos em relação a 2019. Acessando o site do Portal da Transparência, vê-se que estamos tendo um verdadeiro massacre da população brasileira. Só de 16/3 a 03/8, em comparação entre 2019 e 2020, já vemos respectivamente 466.610 e 545.384 mortes, ou seja, um aumento de 78.774 mortes de 2019 para 2020, com números passíveis de mudança, já que o site do Registro Civil é dinâmico e as certidões de óbito demoram semanas para serem registradas. Enfim, no dia em que este texto foi escrito, esses eram os números, o que infelizmente mostra a grande derrota do Brasil contra a pandemia.
Em 2019, é possível ver que 652 pessoas morreram por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Em 2020, o número de óbitos por SRAG subiu para 11.123, aumentando em mais de 15 vezes. Isto é, obviamente, resultado da falta de testes e confirmações de óbitos por COVID-19, graças à incompetência do governo que não tem um ministro da saúde há mais de 100 dias.
Outro ponto importante a ser discutido é a mentalidade paranoica dos bolsonaristas, que tanto temem uma “conspiração globalista da esquerda”, inclusive se negando a chamar o vírus pelo nome correto (que, de acordo com toda a literatura médica e bibliografia oficial, é o coronavírus, ou SARS-CoV-2), mas sim de “vírus chinês”, o que mostra o anseio de relativizar e reescrever a história. Imagina-se que o “comunismo internacional” está por trás da pandemia e que há um grande plano mundial de dominação do Brasil e destruição do governo Bolsonaro, inclusive com possibilidade de a China ter “criado o vírus em laboratórios”, copiando a narrativa republicana dos Estados Unidos, uma vez que o comportamento dos apoiadores de Donald Trump se assemelha bastante àquele dos bolsonaristas. Ambas narrativas propagam a ideia de que a extrema-direita é anti-establishment e que existe “um outro lado da história” que é censurado pela comunidade científica e pela mídia tradicional. Essa visão distorcida da realidade despreza fatos comprovados a partir de estudos de coorte, ensaios clínicos e revisões sistemáticas, que são estudos de alto grau de evidência, e que comprovam a eficiência das vacinas, as mudanças climáticas, a teoria da Evolução, o heliocentrismo e, inclusive, que a Terra não é plana (chega até a ser engraçado escrever isso). A Pirâmide de Evidência ilustra bem os níveis de evidência científica:

Vale lembrar que \"opinião de experts\" está na base da pirâmide.
Por fim, conclui-se que o bolsonarismo é uma complexa rede de produção de ignorância operada por meios digitais. Essa rede nega a complexidade dos fatos e a verificação daquilo que é publicado, utilizando métodos que induzem os leitores ao fanatismo a partir de mensagens rápidas que permitam que seus seguidores repitam palavras-chave, tais como “vírus chinês”, “Olavo tem razão”, “Osmar Terra tem razão”, “Bolsonaro tem razão”, entre outras sandices, sempre desprezando o senso crítico e apenas repetindo frases prontas. É um grande desafio para as ciências sociais, bem como para as ciências médicas, combater essa perigosa mentalidade que já levou pessoas a invadirem hospitais devido a falas proferidas por Bolsonaro e até a agressões físicas a profissionais de saúde. O bolsonarismo assumiu todas as características de uma seita cujos membros estão dispostos a seguir seu líder incondicionalmente, até a morte.
Me baseei no artigo Coronavírus, bolsonarismo e a produção da ignorância, cujo autor é o Jean Miguel, para a escrita desse texto.
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2020.08.31 00:22 pqamarks Coronavírus, bolsonarismo e a produção da ignorância

Coronavírus, bolsonarismo e a produção da ignorância
A “agnotologia” é o estudo da produção cultural da ignorância. Um exemplo de produção e difusão cultural da ignorância é a forma como a pandemia foi tratada pelo presidente Bolsonaro e grupos bolsonaristas.
Essa ignorância é promovida diariamente a partir do negacionismo científico de grupos favoráveis ao governo e que têm grande poder de influência através de redes sociais. Visitando páginas de sites como Youtube, Twitter, Facebook, entre outras, é possível verificar inúmeras publicações que distorcem dados, mentem e bestializam o público-alvo. Essas postagens, no contexto da pandemia, insistem em negar e, posteriormente, ignorar a gravidade da crise sanitária e a efetividade do isolamento social. Nestes tweets, vídeos do YouTube, posts do Facebook, etc, encontra-se espaço para a difusão irresponsável de teorias da conspiração e fake news que, finalmente, acabam resultando na morte da população brasileira, graças a uma forma de populismo digital.
A desinformação promovida por esses grupos leva ao descrédito da gravidade da pandemia, assassinando indiretamente várias pessoas que deixam de seguir as recomendações de isolamento social, já que acreditam em dados equivocados que são divulgados irresponsavelmente. A obviedade de que sair de casa leva as pessoas ao contágio, fazendo com que elas se tornem vetores (muitas vezes até assintomáticos) e levando indivíduos do grupo de risco a óbito é relativizada. As evidências facilmente encontradas em livros de epidemiologia e virologia são desprezadas e os mecanismos de transmissibilidade do vírus, descritos na literatura médica, são sempre relativizados, quando não são negados.
Um exemplo de desinformador das massas é o “médico” Osmar Terra, que se posicionou contra o fechamento de escolas, desprezando os mecanismos de circulação do vírus e a possibilidade de contágio a partir das idas às salas de aula, como foi confirmado posteriormente em estudo da Escola Médica de Harvard. Em abril, chegou a dizer que a epidemia em São Paulo terminaria em 30 dias. Em maio, negou a efetividade da quarentena e das medidas de isolamento social, publicando um estudo baseado em resultados de testes rápidos, que podem ter até 75% de erro, gerando vários falsos negativos nos testes rápidos de IgG. Não obstante, os autores do estudo deixaram claro que esses dados eram provisórios e nem ao menos citaram a quarentena no artigo. O maior problema disso é ver a opinião geral e observar que a grande maioria de seus seguidores nem ao menos se deu ao trabalho de ler o artigo, simplesmente concordando com o que foi publicado, o que confirma a produção e difusão de ignorância por parte de grupos bolsonaristas.
Outro exemplo é o grupo “Médicos Pela Liberdade”, que diariamente produz propaganda bolsonarista, pede a abertura das escolas, questiona as medidas de isolamento social, critica o uso de máscaras, etc, desprezando vários casos de contato social que infelizmente levaram pessoas a óbito e sendo cúmplice da necropolítica instaurada pelo atual governo. É rotineiro que esses “médicos” façam propaganda das ideias do guru Olavo de Carvalho, idolatrado pelos bolsonaristas. Aliás, é lamentável que “médicos” elogiem alguém que, no início da pandemia, negou as mortes por coronavírus, mentindo descaradamente e que se posiciona contrariamente às vacinas. A existência dessa página é um grande desserviço à saúde pública e, sem dúvida alguma, é um imenso desatino algum profissional de saúde se posicionar a favor de tantas insanidades. Esses "Médicos Pela Liberdade" são uma vergonha para a classe médica e a atuação deles frente à pandemia vai totalmente contra aquilo que está no Código de Ética Médica. Segundo o Art. 112 do Capítulo XII (Publicidade Médica), "É vedado ao médico: Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico", o que mostra que esses "médicos" não lutam pela vida, mas sim pela idolatria a um populista criminoso e incompetente. Aliás, no Capítulo XII é possível identificar várias outras quebras do CEM por parte desse grupo cujas atitudes são incompatíveis com os princípios da boa medicina.
O trabalho de Bernardo Küster, assim como os outros exemplos citados, minimiza a perda de vidas humanas (e ainda tem a cara de pau de se dizer "cristão") e desinforma milhares de pessoas diariamente propagando ideias anti-científicas, que inclusive são compartilhadas pelo filho do presidente, como é possível ver na imagem a seguir, publicada no artigo:

A produção da ignorância nas redes sociais bolsonaristas. Fonte: imagem obtida na rede social Facebook (2020).
O objetivo desta publicação é, obviamente, ridicularizar as medidas de isolamento social, produzindo ignorância em massa de forma muito rápida, através de publicações curtas. E o que é mais preocupante: é possível ver que, no momento em que o printscreen foi tirado, houve 3,5 mil compartilhamentos e, desses mais de 3 mil compartilhamentos, aqueles que se encontram nas listas de amigos das pessoas que compartilharam a publicação também compartilharam as publicações, levando a um efeito de “viralização”, literalmente, já que este post com certeza fez diversas pessoas se infectarem com o vírus, levando outros indivíduos a óbito, configurando um efeito em cascata, tanto digital, quanto biológico.
O aumento de óbitos foi gigantesco, mas foi negado pelos difusores de ignorância, como pode-se ver no infame Jornal “Brasil Sem Medo”, que inclui Bernardo Küster e Olavo de Carvalho entre os autores. Alguns dias depois da publicação da mentirosa matéria “A pandemia que não aumenta o número de mortos”, as informações foram refutadas por uma agência de fact-checking. Inclusive é possível verificar os números do genocídio presenciado em 2020 na própria fonte citada pelo jornaleco conservador de quinta categoria, com um aumento de mais de 70 mil óbitos em relação a 2019. Acessando o site do Portal da Transparência, vê-se que estamos tendo um verdadeiro massacre da população brasileira. Só de 16/3 a 03/8, em comparação entre 2019 e 2020, já vemos respectivamente 466.610 e 545.384 mortes, ou seja, um aumento de 78.774 mortes de 2019 para 2020, com números passíveis de mudança, já que o site do Registro Civil é dinâmico e as certidões de óbito podem demorar para serem registradas. Enfim, no dia em que este texto foi escrito, esses eram os números, o que infelizmente mostra a grande derrota do Brasil contra a pandemia.
Em 2019, é possível ver que 652 pessoas morreram por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Em 2020, o número de óbitos por SRAG subiu para 11.123, aumentando em mais de 15 vezes. Isto é, obviamente, resultado da falta de testes e confirmações de óbitos por COVID-19, graças à incompetência do governo que não tem um ministro da saúde há mais de 100 dias.
Outro ponto importante a ser discutido é a mentalidade paranoica dos bolsonaristas, que tanto temem uma “conspiração globalista da esquerda”, inclusive se negando a chamar o vírus pelo nome correto (que, de acordo com toda a literatura médica e bibliografia oficial, é o coronavírus, ou SARS-CoV-2), mas sim de “vírus chinês”, o que mostra o anseio de relativizar e reescrever a história. Imagina-se que o “comunismo internacional” está por trás da pandemia e que há um grande plano mundial de dominação do Brasil e destruição do governo Bolsonaro, inclusive com possibilidade de a China ter “criado o vírus em laboratórios”, copiando a narrativa republicana dos Estados Unidos, uma vez que o comportamento dos apoiadores de Donald Trump se assemelha bastante àquele dos bolsonaristas. Ambas narrativas propagam a ideia de que a extrema-direita é anti-establishment e que existe “um outro lado da história” que é censurado pela comunidade científica e pela mídia tradicional. Essa visão distorcida da realidade despreza fatos comprovados a partir de estudos de coorte, ensaios clínicos e revisões sistemáticas, que são estudos de alto grau de evidência, e que comprovam a eficiência das vacinas, as mudanças climáticas, a teoria da Evolução, o heliocentrismo e, inclusive, que a Terra não é plana (chega até a ser engraçado escrever isso). A Pirâmide de Evidência ilustra bem os níveis de evidência científica:
Vale lembrar que \"opinião de experts\" está na base da pirâmide.
Por fim, conclui-se que o bolsonarismo é uma complexa rede de produção de ignorância operada por meios digitais. Essa rede nega a complexidade dos fatos e a verificação daquilo que é publicado, utilizando métodos que induzem os leitores ao fanatismo a partir de mensagens rápidas que permitam que seus seguidores repitam palavras-chave, tais como “vírus chinês”, “Olavo tem razão”, “Osmar Terra tem razão”, “Bolsonaro tem razão”, entre outras sandices, sempre desprezando o senso crítico e apenas repetindo frases prontas. É um grande desafio para as ciências sociais, bem como para as ciências médicas, combater essa perigosa mentalidade que já levou pessoas a invadirem hospitais devido a falas proferidas por Bolsonaro e até a agressões físicas a profissionais de saúde. O bolsonarismo assumiu todas as características de uma seita cujos membros estão dispostos a seguir seu líder incondicionalmente, até a morte.

Me baseei no artigo Coronavírus, bolsonarismo e a produção da ignorância, cujo autor é o Jean Miguel, para a escrita desse texto.
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2020.08.27 20:40 HoBaLoy Reflexões sobre Tywin Lannister e a derrocada de Aerys II Targaryen

Refletindo sobre a teoria das Ambições Sulistas (que na verdade eu li apenas pedaços e especulações), alguns pensamentos e divagações vieram à minha cabeça envolvendo situações entre Tywin Lannister e Aerys.
Cronologicamente temos alguns fatos que demonstram o isolamento gradual de Aerys:
O Pequeno Conselho, nesta altura, era composto por: Qarlton Chelsted, mestre da moeda, Lucerys Velaryon, mestre dos navios e Symond Staunton, mestre das leis. Varys, mestre dos sussurros, e Rossart, em cargo desconhecido (pelo menos ao meu ver).
Vejam que, todos os citados acima são de casas juramentadas diretamente às Terras da Coroa ou sem qualquer outra filiação e totalmente desprestigiados como é o caso de Varys e Rossart. A Casa Velaryon, a mais proeminente, provavelmente tinha a sua confiança por conta da origem valiriana.
Em O Mundo de Gelo e Fogo é dito que tanto Symond Staunton quanto Qarlton Chelsted agiram ativamente no sugestionamento de que o Torneio de Harrenhal seria para que Rhaegar conseguisse o apoio da população e dos senhores em relação a sua sucessão. Inclusive por um deles é dito que a coroação de Lyanna Stark tinha existido para supostamente trazer o Norte em seu favor. Todas essas maquinações, que eu acredito que realmente tinham certo fundo de verdade, foram endossadas por Varys.
Barristan Selmy em um dos seus POVS chegou a considerar que a Guarda Real poderia se dividir no apoio a Aerys ou Rhaegar se isso chegasse efetivamente a ocorrer de forma incisiva. Barristan inclusive reflete sobre a questão envolvendo Valdocaso e o que o seu ato heróico havia desencadeado. Ele diz com todas as palavras que se Aerys tivesse sido assassinado o Príncipe Rhaegar teria ascendido ao Trono de Ferro, talvez para curar o reino.
A maioria do pequeno conselho estava com Tywin em Valdocaso, e vários deles argumentaram contra o plano de Tywin, alegando que tal ataque quase certamente incitaria Lorde Darklyn a levar o Rei Aerys à morte e mesmo assim Tywin afirmou que Rhaegar seria um rei melhor e inclusive já era maior de idade.
Isso ocorrera (em 277 AC) após Aerys rejeitar Cersei mas antes de Rhaegar sequer ser prometido a Elia. Ou seja, ele pensava piamente que existia a possibilidade de Rhaegar ser mais palatável ao casamento com Cersei, se Aerys morresse.
Após o noivado de Rhaegar, Tywin Lannister entrou em negociações de dote com Hoster Tully para casar Jaime com Lysa antes de Aerys nomear Jaime para a Guarda Real.
  1. O que então leva Tywin a entrar em negociações com Hoster Tully? Era efetivamente apenas uma “jogada” para tentar alinhamento com os grandes senhores?
  2. Existe a possibilidade de Tywin ter sido um dos financiadores ocultos do Torneio de Harrenhal e ser uma solução alternativa de alianças com a ascensão de Rhaegar ao trono?
  3. Após tais situações, o que acham, Tywin começa a planejar a queda de Aerys custe o que custar? Tywin Lannister “atirou para todos os lados” neste impasse envolvendo a loucura de Aerys, ou seja, em certo momento esteve como Mão do Rei, em outro tentou trazer Rhaegar para “seu lado” e posteriormente tentou se alinhar aos demais senhores?
O que acham de todas estas especulações? Alguém tem mais dados, não citados aqui, para corroborar isso?
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2020.08.25 15:45 digodk Eu tive um sonho no começo de 2019

Brasil, 2021, Março

> Governo percebe o potencial nos comentários de parte do eleitorado e cria um novo esporte, a ginástica moral

Brasil, 2022, Maio

> País sedia a primeira competição internacional de ginástica moral e vence, a moral no país é alta, o que é muito bom em ano eleitoral

Outubro

> Governo Bolsonaro já eleito e com terceira reeleição já em vista
(o limite de dois termos foi extinto em 2020 pelo Moro, que defendeu que presidente pode ficar quanto tempo quiser desde que peça desculpas à constituição, STF disse que tudo bem desde que eles ganhem um aumento para cada termo a mais)

Novembro

> Copa do mundo Qatar
> Brasil oitavas de final
> Jogo contra Alemanha
> David Luiz é o técnico
> Um grande profissional que surpreendeu a todos
> Estuda começar uma campanha política para governador do Rio com o slogan “alegria para o povo”
> A campanha da seleção é fraca
> Os jogadores têm dificuldade em adaptar o tripé brasileiro de Churrasco, Cerveja e Futebol às leis do Qatar
> Resultado: Alemanha 7×2 Brasil
> Segundo gol de David Luiz que invadiu o campo aos 46 do segundo tempo, mas o VAR não registrou então o gol é válido
> VAR não viu quem fez o primeiro gol também, então entra um herói anônimo para história
> Galvão morre de infarto no jogo
> David chora, dessa vez pensando em sua campanha
> Mais um especial na televisão mostrando como a Alemanha treinou sua base de jogadores
> Mostram a Alemanha construindo hotéis no Qatar e no Brasil
> No Brasil, revoltas
> Governo deposto após a batalha de Juiz de Fora
> É permitido que Maia permaneça como presidente do congresso
> Temer assume como governo interino por determinação do STF
> Novas eleições, esperanças de renovação na política
> Muita discussão sobre quem e como deveria governar
> Sai a lista de candidatos
> Aécio
> Dilma
> Empatados nas pesquisas, é 2014 de novo
> O povo frustrado por ter que escolher entre um playboy e uma síndica de condomínio
> Acontece um levante por melhores candidatos
> Ocorre um evento com mais de 3 milhões confirmados no facebook: #novembrada
> Parte da população discorda e ocorre outro evento, o #nãovembrada
> Marina Silva, desaparecida desde 2019 reaparece para as primeiras eleições democráticas
> Revela que estava vivendo na selva como uma ninja indígena, protegendo as poucas terras que restaram para o seu povo e matando e prendendo capatazes de fazendeiros
> Especial no fantástico sobre isso
> Comoção nacional
> Pausa nas eleições para natal e ano novo

Brasil, 2023, Janeiro

> Segue eleições
> Disputando contra dois candidatos tradicionais, o calor de janeiro e a aproximação do carnaval, Marina é conclamada rainha do povo em primeiro turno, mas por um placar um pouco apertado
> Posse acontece em uma balsa no Solimões
> No discurso de posse, uma notícia
> Seu plano é contratar a Alemanha pra dar um jeito no Brasil
> Fortes resistências ao seu plano se revelam, porém em seu lado pesa o resultado da copa
> Por um lado, Marina negocia duramente até que os alemães concordam em realizar a obra a preço de tapioca
> Fortemente criticada pela oposição em casa, ela defende seu plano com maestria
> Marina ganha o apelido pelos desgostosos de Marionete Silva
> Povo defende ferozmente o novo projeto

Março

> Detalhes do plano são acertados
> A empresa das obras é selecionada por licitação
> Blumenau é a nova capital
> Casas Bahia anuncia mudança de nome para BuchtHaus
> Havan remove as estátuas de liberdade e coloca mini auschwitz

Abril

> Trabalhos começam e terminam com eficiência e carisma típicos alemães
> Pessoas comentam “Ich lieg’ gern im Gras und schau’ zum Himmel rauf!” (Eles até nos deram um estádio de brinde!)
> “Schaun die ganzen Wolken nicht lustig aus!” (E vão cobrar só 200 reais a entrada!)
> Porém, forte resistência na Alemanha
> “Wo ist der orangefarbene Fahrer?” (Como assim vão gastar dinheiro da Alemanha para investir no Brasil?)
> “Der Fahrer erscheint nicht, weil er schuld ist” (Absurdo!)
> Merkel se vê envolvida com diversas acusações

Agosto

> Alemanha em turbulência política
> No Brasil, acaba a euforia e as coisas começam a mudar
> Povo reclama da dificuldade em sonegar
> Alemão obrigatório e português opcional em todas as escolas

Setembro

> Logo a Alemanha começa a lançar atualizações
> Povo tem dificuldade em encontrar Brahma, Skol e Itaipava
> Agora as cervejas artesanais dominam o mercado
> A situação se torna insustentável
> Carnaval é cancelado no Brasil
> Prática de ginástica moral é proibida
> Feriados foram cortados pela metade
> Eficiência do trabalhador brasileiro sobe 130%
> Ninguém mais faz pausas desnecessárias no expediente
> Sertanejo, agora morto, é lembrado como uma ode à ineficiência e preguiça

Brasil, 2025, Janeiro

> Dois anos após o início do projeto, surge o movimento #NövemBradt como resistência à mudança
> Em contrapartida vem o movimento de apoio #NeimVemBradt
> Na Alemanha, problemas quando abrem os arquivos no BAD (Banco Alemão de Desenvolvimento)
> Descobrem que a Alemanha emprestou dinheiro para o Brasil em troca de exportação de políticos para o programa alemão Mehr Politiker
> A crise entre as nações começa a se instalar

Março

> Marina Silva resolve se anteceder a problemas
> Comunicado em rede nacional às 20 horas, horário de Rio Branco
> Dävid Luiz aparece ao fundo
> Em vista do clamor popular e da crise recente, ela decide…
> Pausa dramática
> O país está em suspense
> Todos olham para a tela...
> Marina denomina Oktoberfest como novo carnaval Brasileiro
> Um brado retumbante se ouve no país
> O começo de uma nova era de esperanças e alegrias para o povo
> Dävid chora “Esse é o país que eu quero” (o português passa a ser permitido novamente)
> Ginástica moral passa a ser o esporte nacional
> Aquele dia é proclamado como feriado nacional
> David é eleito governador nas próximas eleições com o slogan “Relativização para o povo”
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2020.08.24 03:06 zephrot Diário de uma queda

Meu primeiro conto senão me engano, 8 anos atrás, resolvi revisar e mudar ele, masss antes disso quis postar a versão antiga antes da nova surgir, acho que é o certo a se fazer, espero que você ache minimamente interessante. :)

"Você é puro? Livre de pecados? Pronto para estar perto do nosso e único Deus? Se sim, zephyr É seu lugar"

Essa frase foi lançada desde o dia 1 de zephyr, uma bela mentira lançada para encobrir uma cidade podre por dentro, o que supostamente seria um templo no céu se tornou o túmulo de muitos, fora da casa em que me encontro ouço os sons de tiros e gritos, resultados da revolta contra o profeta, o cheiro de sangue invade pela janela, a cada poucos segundos ouço gotas de sangue e gemidos vindo de Arthas, o desgraçado demora pra morrer.
Não que isso seja ruim, demorei 10 anos para encontrar e matar o filho da puta, e ainda não me sinto satisfeito, não depois do que fizeram com minha família.
Dizem que acordar com uma visão do céu e sinal de boa sorte… creio que se isso fosse verdade eu teria sorte por toda minha vida.
Crescer nas nuvens teve suas alegrias, momentos perfeitos naquela cidade utópica criada pelos ideais de um fanático, uma cidade livre de pecadores, livre de raças inferiores, ali nos estávamos perto de Deus e ele perto de nos. Zephyr era seu nome, a joia do céu, a cidade livre de pecados, sua historia de origem? Bom, a real historia eu fui descobrir depois de muito tempo, mas a versão que nos era contada por nossos pais era a seguinte:
"Décadas atrás, quando o mundo estava perdido em guerra, uma criança nasceu em meio ao caos, uma criança que viria a ser nosso profeta, aquele que fundou nossa joia, nossa Zephyr. Sua infância perdida em meio a violência, se fez homem cedo e buscou em Deus refugio, e nosso amado Deus não deixaria tal criança sofrer em vão, a essa mesma criança foram dadas visões, visões na quais se via Zephyr. já como jovem iniciou a busca pela terra prometida ate se dar conta de que ele seria aquele que iria construi-la. E assim ele achou a entidade, o espírito do oeste, aquele que nos mantém no ar"
Se você achou vago, não se assuste, ele fez de tudo para deixar a narrativa aceitável, talvez tenha falhado em deixar convincente porem mesmo assim todos aqueles em Zephyr eram fiéis ao seu profeta... Pelo menos ele assim pensava. A historia não esta totalmente errada, na época como criança eu mesmo acreditava e orava pelo profeta, mas me perdoem, eu era tolo, e como tolo eu errei.
Com amor: Donnie
O cotidiano da minha infância seguia uma rotina bem simples, durante a semana aulas do começo da manha ate o fim da tarde, sábado passeios ocasionais com colegas de classe, aos domingos sempre tínhamos a santa missa, a qual todos os moradores de Zephyr eram obrigados a ir, isso resume minha vida desde os 8 aos 15 anos, mas uma hora ou outra a realidade bate em nossa porta.
Dia 30 de julho sempre foi uma data especial em minha casa já que marcava tanto o casamento de meus pais quanto o aniversario de minha irmã, Angie, ela era a nossa luz de cada dia, não importava o que acontecesse ela sempre sorria, sempre nos alegrava. Meu nome é Donnie, junto com Angie e meus pais Magnus e Cristine nos éramos a família Carter, uma família até que bem respeitada em nossa cidade, meu pai sendo um conhecido arquiteto e minha mãe uma dona de casa muito conhecida por seus doces, éramos em geral uma família feliz que ate esse ponto não tinha sido tocada por aquilo que Zephyr escondia.
Nossa cidade tinha uma ligação com o mundo terrestre graças aos dirigíveis, e logo abaixo de Zephyr havia uma pequena ilha onde ficava um terminal de abastecimento para nossos meios de locomoção além de uma pequena praia onde famílias podiam ir visitar e passar uma tarde agradável na areia ou no mar, contudo esse era o limite que o Profeta nos deu, qualquer contado maior com o povo da superfície podia nos influenciar no caminho do pecado, entretanto não era incomum nossa pequena ilha no meio do mar ser visitada por pessoas de grandes países, que são em sua maioria cheios de cidades, as que mais ouvíamos falar quando crianças eram Nova Iorque, Londres, Paris, e de um pequeno pais chamado Cuba, também não era incomum pessoas de cor aparecem por lá, mas logo eram detidas, pois de acordo com o Profeta, Deus marcou os pecadores com cores e características diferentes das nossas para que assim não nos envolvêssemos com o tipo errado de amizade.
Agora que expliquei o que e como funcionava a ilha, voltemos ao ponto em que parei, naquele dia para comemorar seu aniversario Angie quis descer ate a praia, ela amava a agua, desde pequena não gostava quando nossa mãe a tirava da banheira, ela era uma criança tão pura, fazendo seus 12 anos naquele mesmo dia. Como era seu aniversario meus pais não tinham como dizer não, escolhemos o primeiro dirigível das 9 da manha e descemos ate a praia, um detalhe muito importante era a maneira como minha relação com Angie funcionava, não era a típica relação de irmãos onde sempre há brigas, nos sempre apoiamos um ao outro, não importasse o que fosse, era tudo tão lindo ao lado de minha irmã, nosso percurso no ar levou cerca de 10 minutos, a excitação dela era palpável no momento em que ela viu o mar, meus pais como sempre abraçados e sorrindo ao ver o sorriso em seu rosto, pode parecer que meus pais não me davam bola, mas aquele dia era deles e dela, e eu me contentava por vê-los felizes, isso era mais que suficiente para mim, ao desembarcar no hangar de pouso a primeira coisa em nosso campo de visão foram as lojas da ilhas, um verdadeiro parque de diversão para Angie, só não era o mesmo para o bolso do meu pai.
Nossa primeira parada foi o carrinho de sorvete, uma tradição de nossa família toda vez que íamos ate lá. Angie avistou um vestido florido cheio de cores numa loja próxima, creio que ao ver isso a carteira de meu pai já começou a se preparar, devo mencionar que nos não éramos pobres, mas também não ricos como os Lannis ou os Bariens, mas vivíamos bem só que meu pai era mão de vaca mesmo. Creio que não seja necessária uma descrição detalhada de nosso dia na praia, comemos um belo café da manha, meus pai ficaram na areia abraçados enquanto eu e minha irmã estávamos no mar, pouco depois almoçamos ali mesmo na areia, a única parte realmente relevante dessa tarde foi que o capitão da guarda de Zephyr estava por perto e veio nos cumprimentar, seu nome? Arthas Lannis, um membro de uma das famílias mais ricas de zephyr, aquele filha da puta, pode ter demorado mas ele teve o que mereceu. Quando começou a escurecer meus pais decidiram que já era hora de irmos, e assim pegamos o próximo dirigível de volta para nossa cidade nos céus.
Lembram do amor de minha irmã por rosas? Eu não podia deixar isso passar em branco, assim que chegamos em nossa casa, pedi ao meus pais se poderíamos dar uma volta enquanto eles descansavam (eu sabia que eles queriam um tempo a sós) então foi fácil convencer eles, assim que eles liberaram saímos de casa, queria leva-la aos jardim da ilha do cardeal, esse era o bairro onde os membros do culto do Profeta moravam, então tínhamos que entrar as escondidas, mas valia a pena, eu sabia qual seria a reação dela ao ver o mar de rosas vermelhas daquele jardim, atravessamos a ilha onde nosso bairro se encontrava e fomos pela ilha comercial chamada de Lazaro, caso esteja confuso entender nossa cidade era dividida em ilhas flutuantes interligadas por bondinhos ou pontes, existiam dezenas de ilhas com vários tamanhos e utilidades diferentes, mas a mais imponente de todas era a ilha do Iluminado, chamada assim já que seu único habitante era ninguém mais ninguém menos do que o Profeta, entretanto não era permitido perambular perto daquela ilha, e isso nem mesmo eu ousava desobedecer, ao chegar na ponto que ligava Lazaro com Cardeal, tomamos cuidado para que ninguém nos visse e assim adentramos a ilha, ao passar pelo portao rodeado de madressilvas, logo ali na nossa frente, estava o que prometi a Angie, o mar de rosas mais lindo que jamais fora visto, lhe avisei que podia pegar apenas uma rosa para levar de lembrança, ela escolheu uma linda rosa vermelha bem gorda e sem nenhuma mancha. Ali estava ela, em pleno êxtase de animação ao segurar rosa em suas mãos, contudo, a realidade sempre bate em nossa porta não e mesmo? E foi assim que ela bateu na nossa. Um grito não muito longe de onde estávamos no alertou de que algo estava errado, puxei minha irmã pela manga e fui o mais rápido e silencioso possível em direção, esse foi meu primeiro erro, e paguei caro por ele, sem perceber acabei nos levando em direção do grito, ao chegar na intersecção das ilhas, bem em frente da ponte havias uma figura escura mesmo sendo iluminada por um poste, atrás dele um pouco retorcida havia uma criança chorando baixo, três homens carregando armas surgiram na frente do homem escuro, que mais tarde soube que na verdade ele era um afro descendente, o mais chamativo dos três homens que surgiram ira o conhecido Arthas Lannis.
Arrastei Angie comigo para trás de um banco perto da ponte, pensei que fosse ser possível esperar ali ate o que quer que fosse acontecer ali acabasse, esse foi meu segundo erro, mesmo de não muito perto pude ouvir a conversa entre eles:
– Por favor, minha filha e inocente, deixa-a ir – o tom de suplica em sua voz pegou de surpresa.
– A deixar ir? Ela carrega sua cor, a cor de um pecador, pelo bem de Zephyr não posso permitir esse tipo de gente em nossa cidade – quem falou isso? O capitão Arthas em pessoa, cuja frieza soava cortante.
– Meu Deus, protegei seu servo.. – antes dele prosseguir Arthas o acertou com uma coronhada.
– Quem você pensa que e para pronunciar o nome de Deus em vão? Raça imunda – uma segunda coronhada, dessa vez a menina começou a chorar de verdade. – Vão para o inferno, lugar onde o resto da sua raça te encontrara em breve. Guardas..
– Porque? – tanto eu e os guardas não sabiam em que reparar, na pergunta, ou na pessoa que a fez – Porque fazer isso com eles? Ele só esta protegendo ela – lá estava Angie, segurando sua rosa com ambas as mãos na espera de uma resposta;
Arthas foi quem se recuperou antes e disse:
– Vá para casa pequena, você não tem nada a ver isso – não havia cortesia em sua voz, aquilo tinha sido uma ameaça velada, infelizmente Angie não recuou, pelo contrario, enfrentou novamente o capitão se pondo na frente do homem escuro. – bom você não me deixa escolha criança – não havia hesitação em sua voz, ele nem sequer sentiu qualquer remorso – Guardas – lá estava eu paralisado, tanto por medo quanto pela própria cena em si – Apontar – minha voz não saia, nada que eu falasse ou tentasse pelo menos fazia, eu fiquei lá, parado, sem a mínima reação, esse foi meu terceiro erro, nesse meio termo, minha irmã com suas mãozinhas delicadas encaixou sua linda rosa no cano da arma do capitão, e mesmo assim, mesmo diante dessa cena não houve um brilho sequer de piedade em seus olhos, naquela horas eles estavam mais escuros do que nunca – Fogo.
Eu gritei, ao som do comando de Arthas eu gritei, mas voz nenhuma saiu, tudo o que consegui ver, foram pétalas queimadas daquela linda rosa boiando em um pequeno mar de sangue.
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2020.08.19 05:12 jvoc2202 O cristianismo fundamentalista me faz odiar o cristianismo

Antes de pensar que eu sou uma pessoa preconceituosa ou intolerante leia o que eu tenho a dizer. Eu não tenho ódio de todos que acreditam. Muitas pessoas foram criadas desde pequenas para acreditarem. Outras não tiveram acesso a educação. Outras simplesmente gostam de acreditar, mesmo que tenham educação e meios de contestar a religião. Independentemente do motivo, não acho que acreditar na Bíblia te faça instantaneamente uma pessoa ruim. A maior parte dos meus amigos e familiares são cristãos, e convivo com eles sem nenhum problema, inclusive tenho afeto e admiração por eles. Como ateu, eu acho a religião uma enganação, mas não acredito que ser intolerante ou tentar impor o ateísmo à força vai resolver alguma coisa. Porém, têm alguns cristãos que realmente fazem meu sangue ferver. Tem certas atitudes de algumas pessoas que fazem realmente eu passar da descrença ao ódio à crença e à religião.
O exemplo mais recente foram os vermes que tentaram impedir o aborto da menina no hospital. Outro exemplo mais corriqueiro são os pastores pentecostais. Eu fico realmente indignado quando vejo pessoas pobres e miseráveis sendo enganados em troca de promessas de riqueza e prosperidade. E aqueles que caem na lábia são justamente as pessoas mais humildes. Além disso, esses pastores não só exploram as pessoas como as manipulam. Atuam como cabos eleitorais, fazem bancada no congresso e tentam impor ao resto da população os valores mais toscos da Bíblia. E ninguém faz nada. As pessoas acham tudo isso normal.
Recentemente também vi o presidente da cnbb, que é tipo um alto conselho da igreja catolica no Brasil, dizendo que o aborto da menina de 10 anos foi um crime. Crime é a declaração que esse verme deu. Além disso, ainda tem os casos da minha vida pessoal. Todas as vezes que perguntam minha religião e digo que sou ateu, as pessoas me olham como se eu fosse um criminoso, como se tivesse a peste negra. Pior ainda, tentam me converter ali mesmo, com a esperança de que eu deixe de ser ateu, o que gera discussões cansativas e desnecessárias. Poucos são os que aceitam a minha posição, sem tentar se intrometer ou questionar.
Tudo isso se acumula pra me deixar cada vez com mais raiva do cristianismo e da bíblia. Eu me sinto como se fosse uma das poucas pessoas a ter escapado de uma lavagem cerebral que fizeram no povo. É uma sensação de frustração peculiar, saber que eu sou uma minoria minúscula em um país de 86% de cristãos, e que muitos desses cristãos me veem como a encarnação do mal na terra. Muitas vezes ja desejei ter nascido na Noruega ou na finlandia, onde eu não seria uma minoria tão pequena.
Mas aconteça o que acontecer, não posso deixar o meu ódio às ideias e à crença cristã se transformarem em intolerância a pessoas, pois assim me tornaria tão perverso quanto aqueles que eu desaprovo, como Bolsonaro e sua trupe maníaca. Odiar idéias e crenças, OK. Odiar pessoas, perseguir pessoas, discriminar pessoas, jamais.
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2020.08.18 20:41 KimiTanoshimu As Aventuras Desaventuradas de Pêra (#3)

Era uma vez, em tempos tão longínquos como o local em que esta história se passa, uma bela princesa, a jovem Pêra. Delicada como uma árvore nos seus primeiros anos de vida e doce como o fruto amadurecido que um dia dela cairá, Pêra passara grande parte de sua vida numa torre. Fazia-lo por opção própria.- É para criar tentação - alegava, usando uma história para crianças como justificação para seu pai.Este, extremamente cético quantos aos métodos de sua filha, até chegou a ameaçar de espingarda um ou dois pretendentes, mas admitira que a altura chegara e ela deveria arranjar um marido.Metros e metros, hectares e hectares, semeados de homens, cobertos de cavalos, carroças e joalheria. Depois de inúmeras horas, provavelmente até dias, a escolher a pente fino, a verificar passados e qualificações, três candidatos foram escolhidos e submetidos à pior das provas, mostrar à princesa o porquê de deverem ser escolhidos.
Entrou pois o primeiro, João Abreu:- Soys princesa ou soys anjo? Que tal língua que tanjo, Não te consegue descrever De tal beleza que estoy a ver.
Nos teus braços desejo voar Por João Abreu me poderás tratar Mas que serve uma apresentação Se não me for oferecida a tua mão?
(Pêra corou brevemente)
- Encantada estou com sua presença Com tal língua de habilidade imensa Acredito que não me tenha de apresentar Mas sou Pêra, parastes aqui para casar?
Movido pela reação da dama, convencidodisse:
- Pois então, pois venho! Uma grande população reino E se vós quereis o melhor que há Não procureis mais, à sua frente o está.
Ao sentir a presunção do dito João, Pêra, acertiva respondeu:
- Com a língua tem tu cuidado Não és mais que um mísero delegado E tal como na realeza, na poesia Desgosta-se o uso abusivo de ironia.
Envergonhado e acorbadado, fugiu com a espada entre as pernas, o mal sucedido delegado.
Surgiu assim o segundo, Manel Ferreira:- Oh Princesa dos meus olhosOh Rainha do meu coraçãoOh minha pura tentaçãoOh Alegria aos molhos.
Em ti confio mi vidaEm ti e só em tiEm ti um amor ardente vi.Em ti vejo uma boa vida vivida
(Pêra, encantada, reveu o perfil do jovem promissor. Só para se atormentar com o rank do pobre coitado no Lol...)- Oh pobre mocim'...Oh pobre mancebo cansadoOh pobre és e desesperadoOh pobre, então faremos assim:
- Eu com urgência necessitoEu não tenho defesa ou seguroEu tenho má fé e medo do escuroEu procuro um pequeno guardazito.
Sem perguntas que trouxessem má fado, sacou de um capacete e pôs-se logo a postos.
Chegara, por fim, o terceiro, O Mestre, ahm... Mário Ramos.- Oh que bela em pessoa soys!Ao natural, sem ilusõesMesmo encanto e tentações,E vaidade não falta pois.Neste mundo em que somos peõesVivamos não como um mas como doisE que esta rima isso simbolizeE sua magnificência caracterize.
Minha jovem dama dos céusCom honra e sem desleixoMinha benção deixoAos deuses meusE nem que se sacrifique gueixoMas que soltem os meus escarcéusPois nunca me senti tan desejadoE em tua grandiosidade estou atado.
Manel, agora guarda real feito, conjugado pela própria palavra real e tendo assim prometido manter a rainha a salvo, de forma a honrar tal palavra, ou pelo menos achando que assim o fazia, disse:- Para que vindes cavaleiro sovina?Para armar a esperteza?Para tentar alcançar a realeza?Para passar a perna a menina?
Acredites que vejo o sal na águaAcredites que vejo o vinho no pãoAcredites que não te vejo um único tostãoAcredites que te vejo a lhe criar mágoa.
De forma a seguir o direto, mas correto discurso do crente Guarda, disse assim a princesa:- Para que vindes então Cavaleiro?
Espantado por o que achara outrora um espantalho ter ditado uns belos versos, Mário rapidamente respondeu:
- Pois, bem, ahm, público difícil?Venho aqui um engenho meu demonstrarMas primeiro tenho que me certificarQue o guarda aplaudo, mesmo peridócil!Acredito que minha obra venha para ficarE substituir papel, pombo e estêncil,Este promove a comunicaçãoE WhatsApp é o nome que lhe dão.
Vendo a futura rainha com traços de curiosidade, Mário finalizou em estilo:
- A partir desta maquinetaPremir botão aqui,Botão ali,Mensagem para o pai, o filho e a netaFácil para todos, até para um lóquiSem discriminação, de gênero ou pernetaExperimente princesa, cortesia minha(É que para falar mais ninguém eu tinha).
A Princesa encantada, aventurou-se com a traquitana durante horas e horas e ao ver que o jovem inventor ainda se encontrava lá, à espera da sua reação, decidiu agradecer-lhe com um beijo, por lhe oferecer tal presente dos Deuses.Mário pifou. Como se diz em tempos mais futuros, mario.exe stopped working. Mário, que antes se apresentava apenas com intenções artísticas e económicas perante a princesa, viu um universo à sua frente e sempre que ficava sem ar, (ou pelo menos imaginava-se porque teorizara que no espaço não haveria ar), respirava o momento daquele beijo na sua agora rosada bochecha.Numa voz envergonhada e hipnotizada, disse:
- Pode ficar com o produto é uma oferta da casa princesaa aaa aE depois de alguns segundos, despediu-se e partiu, um tomatinho feliz a caminhar sobre o pôr do sol.
-Que farei eu agora meu guarda fiel? Nenhum dos 3 pretendentes foi escolhido... Bem não é tempo para mágoa, amanhã voltamos à seleção! - disse a princesa.
Enquanto isso, Mário voltava para a sua cidade Natal mais rápido que com qualquer cavalo devido a uma das suas mais recentes invenções, botas 'a jato'. Eram na realidade alimentados por uma fonte renovável de...- Finalmente cheguei! Não sabem o que me aconteceu! - disse o inventor.
Após chegar ao destino, tinha parado em casa de uns dos seus melhores mates, Lori e Manchester Kibizan.
- Estava a apresentar aquele meu produto à princesa, o que vos agradou também e ela não só amou como me deu um beijo como forma de agradecimento. Eu, eu acho que há mais que se diga da coisa, depois de amanhã vou ter com ela com outra invenção para continuar o namorisco, agora tenho que ir trabalhar nela mesmo, durmam bemmm!
E assim se despediu. Vendo esta reação e história tão estranha e súbita, Lori disse:
- Ele é bom rapaz.Ambos levantaram os ombros em concordância e continuaram o que estavam a fazer.
No dia seguinte ambos partiram cedinho na demanda para ir ter com a princesa. Chegaram bem mais rápido que o que seria necessário com as botas a jato personalizadas que Mário lhes fizera, que já agora utilizam um material...
- Eeeeeeish - disse Manchester. º
A fila que viam à sua frente de homens e de até várias mulheres, era humanamente impossível, bem em teoria, porque ali estavam. Não estavam interessados na princesa em específico, por isso foram sorrateiramente se aproximando da sua torre. Quando chegaram lá viram a princesa. Parecia cansada e irritada, mas para que é que estava esta gente toda aqui? Eventualmente, a princesa viu-os e avisou Manel para fazer a chamada para o lanche da manhã. A fila rapidamente desfez-se e várias pessoas reuniram-se em tendas ou acampamentos, mantendo civilizadamente a ordem.
- A que devo a vossa presença? - disse a princesa à dupla com quem mantia amizade há vários anos.- Ouvimos falar das tuas triquinices com uma pessoa especial - disse Manchester.- Gostávamos de saber mais - disse Lori, soltando um riso maroto.Confusa, Pêra respondeu?
- Triquinices? De que falam? Na realidade estou com falta de alguém para com quem as fa...
E interrompeu-lhe Lori para perguntar: - Pois, para que é esta fila toda?
Lori, percebendo a confusão da situação na cara da princesa e de Manchester decidiu contar o sucedido à princesa que lhe fez o mesmo.O resto é história, quando Mário soube o sucedido, de ambos os lados, já tinha sido rejeitado pela princesa, quase desprezado por tal difamação da princesa. E após dias de viagem a tentar buscar sabedoria com uma das melhores amigas da princesa, Rainha Vera, acabou ainda mais desolado, pois os conselhos desta tinham sido desistir da situação, para o seu próprio bem.Assim acaba a história, com Mário deitado debaixo duma árvore, a olhar para o sol. Sem emoção, sem pensamento, apenas com uma dor no coração. Não sabia ele que essa dor o motivaria para outras variadíssimas aventuras, milhares na realidade, até ser conhecido como o grande herói de toda a Terra. Mas isso é outra história.Por fim, sabe-se que Lori e Manchester se separaram de Mário, não por se terem zangado, mas apenas puro destino. Mantiveram, no entanto, contacto. Manel até hoje ainda guarda Pereira, mesmo já não se encontrando em sua torre. Após ter encontrado um plebeu cujo nome apenas tem duas letras, Pêra aventurou-se pelo mundo antes de ter de assumir o seu papel como rainha. Felizmente, acabou por encontrar um homem da selva que lhe preencheu o coração e a satisfez de uma vez por todas.Mário continuou sua jornada, com o coração partido e completamente destroçado, mas sem nunca desistir.
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